14/11/2014
Banco nega o pagamento da PLR aos funcionários

Durante a segunda rodada de negociação, realizada nesta quarta-feira, 13, o Banco Mercantil do Brasil (BMB) negou o pagamento da participação nos resultados (PLR e programa próprio) aos bancários. O banco alegou que não tem condições financeiras para arcar com o benefício aos funcionários, mas disse que manterá o pagamento do programa próprio para a área de negócio dos banco.
“Esse tipo de atitude é injusta, já que todos os trabalhadores são responsáveis pelo resultado do banco”, afirma Alberto Maranho, diretor de Bancos Privados da FETEC-CUT/SP e representante da entidade na mesa de negociação. As entidades sindicais vão analisar a possibilidade de denunciar ao Ministério Público do Trabalho (MPT) esse tipo de prática discriminatória no banco.
O BMB usa como justificativa para a falta de condições financeiras os resultados do balanço, mas não explica o motivo do crescimento da provisão para os débitos duvidosos (PDD) frente à estabilidade da carteira de crédito. As entidades sindicais indagaram o banco sobre esse comportamento porque a PDD é contabilizada como despesa e reduz o lucro líquido das empresas.
Devido à falta de esclarecimentos por parte do banco, o movimento sindical estuda a possibilidade de recorrer ao Banco Central para buscar detalhamento desses registros, já que é o BC que regulamenta a questão do PDD.
Na negociação, os dirigentes sindicais esclareceram que a proposta apresentada ao BMB foi baseada nos moldes da conquistada junto ao HSBC - que também não apresentou lucro no primeiro semestre deste ano, mas negociou e vai pagar R$ 3 mil a todos os seus funcionários - era apenas uma referência e que os sindicatos estavam abertos a construir uma proposta que dialogasse com as condições específicas do BMB.
“Os representantes dos trabalhadores saíram frustrados da reunião, já que o banco não demonstrou disposição para continuar as negociações este ano. Agora, os próximos passos serão construídos junto aos trabalhadores”, reforça Maranho.
Segundo o banco, o balanço do terceiro trimestre de 2014 será divulgado nesta sexta-feira (14).
“Esse tipo de atitude é injusta, já que todos os trabalhadores são responsáveis pelo resultado do banco”, afirma Alberto Maranho, diretor de Bancos Privados da FETEC-CUT/SP e representante da entidade na mesa de negociação. As entidades sindicais vão analisar a possibilidade de denunciar ao Ministério Público do Trabalho (MPT) esse tipo de prática discriminatória no banco.
O BMB usa como justificativa para a falta de condições financeiras os resultados do balanço, mas não explica o motivo do crescimento da provisão para os débitos duvidosos (PDD) frente à estabilidade da carteira de crédito. As entidades sindicais indagaram o banco sobre esse comportamento porque a PDD é contabilizada como despesa e reduz o lucro líquido das empresas.
Devido à falta de esclarecimentos por parte do banco, o movimento sindical estuda a possibilidade de recorrer ao Banco Central para buscar detalhamento desses registros, já que é o BC que regulamenta a questão do PDD.
Na negociação, os dirigentes sindicais esclareceram que a proposta apresentada ao BMB foi baseada nos moldes da conquistada junto ao HSBC - que também não apresentou lucro no primeiro semestre deste ano, mas negociou e vai pagar R$ 3 mil a todos os seus funcionários - era apenas uma referência e que os sindicatos estavam abertos a construir uma proposta que dialogasse com as condições específicas do BMB.
“Os representantes dos trabalhadores saíram frustrados da reunião, já que o banco não demonstrou disposição para continuar as negociações este ano. Agora, os próximos passos serão construídos junto aos trabalhadores”, reforça Maranho.
Segundo o banco, o balanço do terceiro trimestre de 2014 será divulgado nesta sexta-feira (14).
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