29/09/2014
Bancários rejeitam proposta de 7,35% e deflagram greve
Paulo Franco, presidente do Sindicato, explica que, além das reivindicações econômicas, os bancos deixaram de lado, também, importantes questões sociais apresentadas pela categoria: "A Fenaban não apresentou, por exemplo, nenhuma proposta referente à emprego, metas abusivas e igualdade de oportunidades". Esses temas, segundo o presidente, são tão importantes quanto as reivindicações econômicas e os bancos não podem se calar diante dos problemas que existem nas agências: "Com as constantes diminuições no quadro de funcionários e o aumento das metas, os bancários estão cada vez mais sobrecarregados, o que gera um impacto negativo na saúde desses trabalhadores".
A paralisação, que começa nesta terça, segue por tempo indeterminado, até que a Fenaban apresente uma proposta que contemple os interesses da categoria e que seja aprovada pela maioria dos bancários.
A greve é um direito de todo trabalhador, assegurado pelo artigo 9º da Constituição Federal e pela Lei nº 7.783/89.
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