04/09/2014
Para Contraf-CUT, manutenção da Selic em 11% freia crescimento do país
A Contraf-CUT condena a manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 11 % ao ano, pela terceira vez consecutiva, anunciada durante a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) ocorrida nesta quarta-feira (3), em Brasília.
"Manter a Selic nesse patamar elevado, no momento em que a inflação está próxima de zero e o PIB não sai do lugar, é frear o crescimento econômico e apostar na recessão, o que terá consequências desastrosas para o país e para os trabalhadores, trazendo de volta o fantasma do desemprego e de redução da massa salarial", critica Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
Segundo ele, com a inflação estando sob controle, com os índices de 0,26% registrado em junho e 0,13% em julho, não há justificativa para a prática de uma taxa de juros básica tão elevada "Os maiores beneficiários dessa política são os bancos, os rentistas e os grandes especuladores financeiros, que continuarão lucrando muito e tirando vultosos recursos dos cofres públicos, que deveriam ser direcionados para o crescimento da economia e para a distribuição de renda" afirma.
Para ele, o Copom deveria baixar a Selic e forçar uma queda dos juros e dos spreads dos bancos, a fim de baratear o crédito para a produção e para o consumo, incentivando o emprego e a distribuição de renda.
"Os bancos abocanham recursos bilionários do Estado, na medida em que são os principais detentores de títulos públicos e se beneficiam das altas taxas da Selic, dificultando investimentos que o país tanto precisa para acelerar o crescimento e combater as desigualdades sociais", salienta o dirigente sindical.
Praticamente 50% do orçamento da União destina-se ao pagamento dos juros e amortização da dívida pública, comprometendo recursos que poderiam ser destinados à saúde, educação ou segurança, por exemplo.
"Essa política de juros altos só tem contribuído para turbinar o lucro dos bancos e a concentração da renda. Para que haja um crescimento sustentável é necessário desenvolvimento com geração de empregos e distribuição de renda", conclui o presidente da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT
"Manter a Selic nesse patamar elevado, no momento em que a inflação está próxima de zero e o PIB não sai do lugar, é frear o crescimento econômico e apostar na recessão, o que terá consequências desastrosas para o país e para os trabalhadores, trazendo de volta o fantasma do desemprego e de redução da massa salarial", critica Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
Segundo ele, com a inflação estando sob controle, com os índices de 0,26% registrado em junho e 0,13% em julho, não há justificativa para a prática de uma taxa de juros básica tão elevada "Os maiores beneficiários dessa política são os bancos, os rentistas e os grandes especuladores financeiros, que continuarão lucrando muito e tirando vultosos recursos dos cofres públicos, que deveriam ser direcionados para o crescimento da economia e para a distribuição de renda" afirma.
Para ele, o Copom deveria baixar a Selic e forçar uma queda dos juros e dos spreads dos bancos, a fim de baratear o crédito para a produção e para o consumo, incentivando o emprego e a distribuição de renda.
"Os bancos abocanham recursos bilionários do Estado, na medida em que são os principais detentores de títulos públicos e se beneficiam das altas taxas da Selic, dificultando investimentos que o país tanto precisa para acelerar o crescimento e combater as desigualdades sociais", salienta o dirigente sindical.
Praticamente 50% do orçamento da União destina-se ao pagamento dos juros e amortização da dívida pública, comprometendo recursos que poderiam ser destinados à saúde, educação ou segurança, por exemplo.
"Essa política de juros altos só tem contribuído para turbinar o lucro dos bancos e a concentração da renda. Para que haja um crescimento sustentável é necessário desenvolvimento com geração de empregos e distribuição de renda", conclui o presidente da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT
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