09/06/2014

Congresso do BB define pauta de reivindicações para 2014

Reuniram-se entre os dias 6 e 8 de junho, em São Paulo, 306 delegados sindicais de todo o país no 25º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil. Após os três dias de debates eles definiram a pauta de reivindicações específicas da Campanha Nacional dos Bancários para o ano de 2014.
 
A exemplo do que foi definido no 30º Conecef (Congresso Nacional dos Empregados da Caixa) realizado na mesma data, os delegados aprovaram a resolução de apoio à reeleição de Dilma Roussef (PT) para a Presidência da República nas eleições de 2014.
 
“A unidade entre os bancários está criando boas condições para as negociações que serão feitas com os bancos. Felizmente estamos bem representados, tantos nos bancos públicos quanto nos privados” declara Roberto Carlos Vicentim, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região.
 
Remuneração e Trabalho – A pauta de reivindicações dos funcionários do BB luta por melhor remuneração e melhorias nas condições de trabalho, mais contratações e o fim do assédio moral.
 
No âmbito do PCR – Plano de Carreira e Remuneração, a luta é para que se valorize o funcionalismo estipulando de piso o salário mínimo do Dieese e interstício na tabela de antiguidade de 6%, um valor maior das letras de mérito e com um tempo menor para adquirir os méritos (um ano e meio por letra).

Saúde e previdência – Praticamente não houve divergências em relação à prevenção e preservação da saúde dos bancários. Os delegados aprovaram a prioridade na prevenção e na qualidade de vida, em detrimento do modelo curativo na Cassi.
 
Em relação à Previ, os delegados insistiram na campanha pelo fim do voto de minerva no Conselho Deliberativo pela volta da consulta ao corpo social, pela eleição do diretor de Participações e pela redução da Parcela Previ, além de exigir que o banco acate a adesão dos funcionários oriundos dos bancos incorporados.
 
Mudança na gestão – Mesmo apoiando, os bancários cobrarão da presidenta Dilma Roussef que o Banco do Brasil assuma seu papel de banco público, mudando a gestão que hoje é mais voltada para o mercado assim como os bancos privados. Vão exigir também a melhoria nas condições de trabalho e o respeito aos funcionários do BB.
 
Seeb Catanduva, com Contraf-CUT

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