07/05/2026
“Super Injusto”: Ninguém entende o Super Caixa, nem a Caixa!
Em mais um capítulo das falhas que saltam aos olhos referentes aos programas próprios de bonificação e comissionamento da Caixa, a injustiça agora tem a ver com licença-saúde e outros direitos.
A regra da Caixa para pagamento do bônus prevê que qualquer ausência, inclusive as previstas por lei – ou por Acordo Coletivo – possam ser descontadas do cômputo para pagamento do Bônus Caixa. No final de abril, os empregados começaram a receber comunicados referentes aos valores pagos a maior no programa, ou seja, que a Caixa não deveria ter pago por conta as ausências. O comunicado é assinado apenas como “equipe Super Caixa”. As ausências ora descontadas são permitidas por lei e por negociação coletiva.
“Fica cada vez mais evidente a necessidade de que todo e qualquer programa seja negociado, tenha critérios claros e traga justiça. Receber menos bônus porque ficou doente? Absurdo. Se os representantes dos trabalhadores indicados pelas federações tivessem sido escutados, a própria Caixa seria beneficiada, pois o programa, que custa cerca 340 milhões à empresa, poderia ser visto de forma mais positiva” comentou o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
“Há uma preocupação de que esses descontos excessivos aumentem a pressão sobre os empregados, fazendo com que muitos deixem de se afastar mesmo sem condições de saúde adequadas. Além disso, é inadmissível que o banco pague valores errados e depois tente recuperar quantias dos trabalhadores. Isso transfere ao empregado o peso financeiro do afastamento”, declarou Antônio Júlio Gonçalves Neto, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e da Apcef/SP.
A regra da Caixa para pagamento do bônus prevê que qualquer ausência, inclusive as previstas por lei – ou por Acordo Coletivo – possam ser descontadas do cômputo para pagamento do Bônus Caixa. No final de abril, os empregados começaram a receber comunicados referentes aos valores pagos a maior no programa, ou seja, que a Caixa não deveria ter pago por conta as ausências. O comunicado é assinado apenas como “equipe Super Caixa”. As ausências ora descontadas são permitidas por lei e por negociação coletiva.
“Fica cada vez mais evidente a necessidade de que todo e qualquer programa seja negociado, tenha critérios claros e traga justiça. Receber menos bônus porque ficou doente? Absurdo. Se os representantes dos trabalhadores indicados pelas federações tivessem sido escutados, a própria Caixa seria beneficiada, pois o programa, que custa cerca 340 milhões à empresa, poderia ser visto de forma mais positiva” comentou o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
“Há uma preocupação de que esses descontos excessivos aumentem a pressão sobre os empregados, fazendo com que muitos deixem de se afastar mesmo sem condições de saúde adequadas. Além disso, é inadmissível que o banco pague valores errados e depois tente recuperar quantias dos trabalhadores. Isso transfere ao empregado o peso financeiro do afastamento”, declarou Antônio Júlio Gonçalves Neto, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e da Apcef/SP.
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