12/05/2014
Em menos de um mês, sete bancos são explodidos na região
A crescente onda de ataques a bancos, principalmente nas pequenas cidades, nunca esteve tão forte quanto nos últimos dias. Em menos de um mês, sete unidades, entre agências e postos de atendimento, foram explodidas na região.
Monte Alto
O Banco do Brasil foi o primeiro alvo da onda de ataques. Na madrugada do dia 14 de abril, bandidos explodiram a agência localizada em frente à Praça Central da cidade de Monte Alto.
Após a ação os criminosos trocaram tiros com a polícia e fugiram, percorrendo ruas na contra mão e atirando contra a base da Guarda Civil Municipal. Ninguém se feriu no tiroteio.
Um carro foi abandonado pelos bandidos. De acordo com a polícia o veículo seria clonado, possivelmente produto de roubo.
Ainda não se sabe o valor levado do banco.
Cândido Rodrigues
Na mesma semana, outro ataque, desta vez à agência do Banco do Brasil de Cândido Rodrigues, explodida na madrugada do dia 17 de abril.
A ação ocorreu por volta das 5h20, quando câmeras de segurança de uma lotérica vizinha registraram os bandidos chegando em um Peugeot preto. Outro veículo foi utilizado no crime, porém não pode ser identificado.
A quadrilha, composta por cerca de seis elementos, levou R$ 10.700 e deixou outros R$ 4 mil espalhados pela unidade.
Não é a primeira vez que Cândido Rodrigues sofre um atentado como este. Em março do ano passado a mesma unidade do BB teve um terminal eletrônico destruído por bandidos, e em dezembro de 2011 uma quadrilha levou R$ 40 mil de uma agência do Bradesco.
Taiaçu
Treze dias depois do ataque a Cândido Rodrigues, um posto de atendimento do Bradesco, situado em um supermercado na cidade de Taiaçu foi explodido.
A ação ocorreu por volta das 3h do dia 30 de abril, quando cinco homens armados com fuzis e submetralhadoras invadiram o local e explodiram o caixa levando cerca de R$ 8 mil.
No momento da explosão uma viatura da Polícia Militar estava parada em frente ao banco Santander, próximo ao posto de atendimento do Bradesco. Os bandidos trocaram tiros com os policiais e fugiram em um Volkswagen Jetta preto.
Fernando Prestes
Na sequência ao ataque em Taiaçu, os alvos foram duas agências bancárias da cidade de Fernando Prestes.
A primeira ação ocorreu por volta das 4h20 do dia 1º de maio, quando bandidos explodiram os caixas eletrônicos de uma agência do Bradesco.
Após a explosão, os bandidos seguiram para a unidade do Banco do Brasil, que fica ao lado. A quadrilha tentou abrir o cofre da agência, porém sem sucesso, os criminosos fugiram levando as armas dos vigilantes.
Ariranha
A cidade de Ariranha também sofreu com os ataques. Duas agências bancárias foram explodidas na madrugada do dia 7 de maio. O primeiro alvo foi a agência do Bradesco, situada em frente à Praça da Matriz, depois os bandidos seguiram para a agência do Banco do Brasil, localizada na Rua Barão do Rio Branco, a pouco mais de um quarteirão da unidade do Bradesco.
A ação ocorreu por volta das 2h. As explosões foram apenas nos caixas eletrônicos, porém as estruturas das duas agências foram abaladas.
A quantia levada pelos criminosos ainda não foi divulgada.
Os diretores do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região visitaram as agências atacadas. O presidente do Sindicato, Paulo Franco, questiona a falta de investimentos em segurança por parte do Governo do Estado de São Paulo e pelos banqueiros.
“Isso já virou uma palhaçada. Os banqueiros não reforçam a segurança das agências e o governo do Alckmin (PSDB) não investe em segurança pública, enquanto isso as cidades, principalmente as menores, ficam à mercê da ação de bandidos” protesta Franco.
O presidente ressalta o sentimento que fica entre a população das cidades do interior de São Paulo. “Toda semana tem um ou dois ataques, a população está assustada. O clima de horror é evidente” declara.
Monte Alto
O Banco do Brasil foi o primeiro alvo da onda de ataques. Na madrugada do dia 14 de abril, bandidos explodiram a agência localizada em frente à Praça Central da cidade de Monte Alto.
Após a ação os criminosos trocaram tiros com a polícia e fugiram, percorrendo ruas na contra mão e atirando contra a base da Guarda Civil Municipal. Ninguém se feriu no tiroteio.
Um carro foi abandonado pelos bandidos. De acordo com a polícia o veículo seria clonado, possivelmente produto de roubo.
Ainda não se sabe o valor levado do banco.
Cândido Rodrigues
Na mesma semana, outro ataque, desta vez à agência do Banco do Brasil de Cândido Rodrigues, explodida na madrugada do dia 17 de abril.
A ação ocorreu por volta das 5h20, quando câmeras de segurança de uma lotérica vizinha registraram os bandidos chegando em um Peugeot preto. Outro veículo foi utilizado no crime, porém não pode ser identificado.
A quadrilha, composta por cerca de seis elementos, levou R$ 10.700 e deixou outros R$ 4 mil espalhados pela unidade.
Não é a primeira vez que Cândido Rodrigues sofre um atentado como este. Em março do ano passado a mesma unidade do BB teve um terminal eletrônico destruído por bandidos, e em dezembro de 2011 uma quadrilha levou R$ 40 mil de uma agência do Bradesco.
Taiaçu
Treze dias depois do ataque a Cândido Rodrigues, um posto de atendimento do Bradesco, situado em um supermercado na cidade de Taiaçu foi explodido.
A ação ocorreu por volta das 3h do dia 30 de abril, quando cinco homens armados com fuzis e submetralhadoras invadiram o local e explodiram o caixa levando cerca de R$ 8 mil.
No momento da explosão uma viatura da Polícia Militar estava parada em frente ao banco Santander, próximo ao posto de atendimento do Bradesco. Os bandidos trocaram tiros com os policiais e fugiram em um Volkswagen Jetta preto.
Fernando Prestes
Na sequência ao ataque em Taiaçu, os alvos foram duas agências bancárias da cidade de Fernando Prestes.
A primeira ação ocorreu por volta das 4h20 do dia 1º de maio, quando bandidos explodiram os caixas eletrônicos de uma agência do Bradesco.
Após a explosão, os bandidos seguiram para a unidade do Banco do Brasil, que fica ao lado. A quadrilha tentou abrir o cofre da agência, porém sem sucesso, os criminosos fugiram levando as armas dos vigilantes.
Ariranha
A cidade de Ariranha também sofreu com os ataques. Duas agências bancárias foram explodidas na madrugada do dia 7 de maio. O primeiro alvo foi a agência do Bradesco, situada em frente à Praça da Matriz, depois os bandidos seguiram para a agência do Banco do Brasil, localizada na Rua Barão do Rio Branco, a pouco mais de um quarteirão da unidade do Bradesco.
A ação ocorreu por volta das 2h. As explosões foram apenas nos caixas eletrônicos, porém as estruturas das duas agências foram abaladas.
A quantia levada pelos criminosos ainda não foi divulgada.
Os diretores do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região visitaram as agências atacadas. O presidente do Sindicato, Paulo Franco, questiona a falta de investimentos em segurança por parte do Governo do Estado de São Paulo e pelos banqueiros.
“Isso já virou uma palhaçada. Os banqueiros não reforçam a segurança das agências e o governo do Alckmin (PSDB) não investe em segurança pública, enquanto isso as cidades, principalmente as menores, ficam à mercê da ação de bandidos” protesta Franco.
O presidente ressalta o sentimento que fica entre a população das cidades do interior de São Paulo. “Toda semana tem um ou dois ataques, a população está assustada. O clima de horror é evidente” declara.
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