10/03/2014
Vigilante é morto durante ataque a caixas eletrônicos do BB na Petrobras
O vigilante Francisco Eduardo de Campos Filho, de 35 anos, foi morto por uma quadrilha durante uma ação de assalto a caixas eletrônicos da agência do Banco do Brasil na Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (SP). A investida criminosa ocorreu na madrugada de sexta-feira (7), data em que a vítima fazia aniversário.
Em depoimento à polícia, testemunhas afirmaram que oito homens executaram a ação e estavam divididos em dois carros de pequeno porte, ambos de cor preta.
A invasão na refinaria, às 3h40, ocorreu após os bandidos renderem o motorista de um caminhão Ford vermelho, utilizando este veículo para bloquear o acesso de policiais, na altura da praça Manuel Stenio Caio Albuquerque Lima I, em frente ao Posto 9 da Refinaria.
Após o bloqueio do acesso ao local do crime, os bandidos atiraram em direção à portaria, onde estavam dois vigilantes de plantão que não se feriram. Na sequência, Francisco foi atingido quando chegava para trabalhar. Ao contrário das primeiras informações veiculadas, segundo Acácio Pitta, chefe da 1ª DP de Cubatão, não houve troca de tiros, mas sim, diversos disparos por parte dos bandidos.
Após os disparos, os demais integrantes da quadrilha entraram na refinaria, onde explodiram cinco caixas eletrônicos fugindo em seguida com toda a quantia que neles havia, na qual, até o fechamento desta edição não havia sido divulgada. As notas queimadas deixadas pela quadrilha foram apreendidas pela polícia para perícia.
A investigação é feita em conjunto com a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos. "Utilizaremos todos os recursos que temos para solucionar o caso. Pediremos as imagens do circuito interno da Refinaria e faremos novos depoimentos com as testemunhas. Esperamos contar com a contribuição da empresa também". Pitta acredita que toda denúncia poderá contribuir com a investigação e elucidação do caso. Denúncias anônimas podem ser feitas através do Disque Denúncia, 181 ou pelo 3361-1234, número da Delegacia Sede de Cubatão.
Testemunhas
Em relato de testemunhas que não quiseram se identificar, o local da explosão estava concentrado nos caixas eletrônicos, o que para a polícia demonstra a ação planejada e especializada do grupo. Os bandidos saíram pelo mesmo Posto 9 e fugiram pela rua Bernardo Geisel Filho, em direção à Via Anchieta.
De acordo com o investigador Acácio Pitta, sem saber ainda da tentativa de invasão e assalto, Francisco Eduardo não teve tempo de reagir e se proteger dos disparos, sendo alvejado. Ele foi socorrido e encaminhado para o Posto de Saúde de Cubatão, mas veio a óbito devido aos graves ferimentos causados pelo tiro de fuzil.
De acordo com uma colega de trabalho de Francisco, ele entraria de férias na sexta-feira.
Nota da Petrobras
Em nota oficial, a Petrobrás lamentou o falecimento de Francisco Eduardo de Campos Filho, que era contratado junto à empresa Evik. Relatou ainda que a vítima foi socorrida imediatamente após a ocorrência, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos.
A Petrobrás informa "que acionou as polícias Civil e Militar, que já começaram as investigações". A estatal também afirma que está colaborando com as investigações e prestando toda a assistência necessária aos parentes da vítima.
Fonte: Diário do Litoral e G1
Em depoimento à polícia, testemunhas afirmaram que oito homens executaram a ação e estavam divididos em dois carros de pequeno porte, ambos de cor preta.
A invasão na refinaria, às 3h40, ocorreu após os bandidos renderem o motorista de um caminhão Ford vermelho, utilizando este veículo para bloquear o acesso de policiais, na altura da praça Manuel Stenio Caio Albuquerque Lima I, em frente ao Posto 9 da Refinaria.
Após o bloqueio do acesso ao local do crime, os bandidos atiraram em direção à portaria, onde estavam dois vigilantes de plantão que não se feriram. Na sequência, Francisco foi atingido quando chegava para trabalhar. Ao contrário das primeiras informações veiculadas, segundo Acácio Pitta, chefe da 1ª DP de Cubatão, não houve troca de tiros, mas sim, diversos disparos por parte dos bandidos.
Após os disparos, os demais integrantes da quadrilha entraram na refinaria, onde explodiram cinco caixas eletrônicos fugindo em seguida com toda a quantia que neles havia, na qual, até o fechamento desta edição não havia sido divulgada. As notas queimadas deixadas pela quadrilha foram apreendidas pela polícia para perícia.
A investigação é feita em conjunto com a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos. "Utilizaremos todos os recursos que temos para solucionar o caso. Pediremos as imagens do circuito interno da Refinaria e faremos novos depoimentos com as testemunhas. Esperamos contar com a contribuição da empresa também". Pitta acredita que toda denúncia poderá contribuir com a investigação e elucidação do caso. Denúncias anônimas podem ser feitas através do Disque Denúncia, 181 ou pelo 3361-1234, número da Delegacia Sede de Cubatão.
Testemunhas
Em relato de testemunhas que não quiseram se identificar, o local da explosão estava concentrado nos caixas eletrônicos, o que para a polícia demonstra a ação planejada e especializada do grupo. Os bandidos saíram pelo mesmo Posto 9 e fugiram pela rua Bernardo Geisel Filho, em direção à Via Anchieta.
De acordo com o investigador Acácio Pitta, sem saber ainda da tentativa de invasão e assalto, Francisco Eduardo não teve tempo de reagir e se proteger dos disparos, sendo alvejado. Ele foi socorrido e encaminhado para o Posto de Saúde de Cubatão, mas veio a óbito devido aos graves ferimentos causados pelo tiro de fuzil.
De acordo com uma colega de trabalho de Francisco, ele entraria de férias na sexta-feira.
Nota da Petrobras
Em nota oficial, a Petrobrás lamentou o falecimento de Francisco Eduardo de Campos Filho, que era contratado junto à empresa Evik. Relatou ainda que a vítima foi socorrida imediatamente após a ocorrência, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos.
A Petrobrás informa "que acionou as polícias Civil e Militar, que já começaram as investigações". A estatal também afirma que está colaborando com as investigações e prestando toda a assistência necessária aos parentes da vítima.
Fonte: Diário do Litoral e G1
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