05/03/2014
Comando avalia com Fenaban acordo de combate ao assédio moral no dia 6
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, com a participação do Coletivo Nacional de Saúde do Trabalhador, se reúne com a Fenaban no próximo dia 6 de março, às 15h, em São Paulo, para avaliar o instrumento de combate ao assédio moral, previsto em acordos firmados entre sindicatos e bancos, conforme estabelece a cláusula 56ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
O instrumento foi conquistado na Campanha Nacional de 2010 e, passados quase quatro anos, o secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, Walcir Previtale, acredita que é preciso avançar.
"Antes o banco tinha 60 dias para apurar as denúncias encaminhadas e dar retorno ao sindicato. Na Campanha Nacional de 2013, conseguimos diminuir esse período para 45 dias. Mas o ideal é reduzir ainda mais e fazer com que os bancos criem mecanismos para responder em menor prazo", defende Walcir.
Pelo acordo, os bancos se comprometem a declarar explicitamente a condenação a qualquer tipo de assédio, de modo a alcançar a valorização dos empregados, com respeito à diversidade e ao trabalho em equipe em um ambiente saudável.
"O bancário passou a ter um papel de protagonista no combate ao assédio moral. As discussões agora envolvem o trabalhador, que pode encaminhar as denúncias por meio do sindicato, sem medo de retaliações, com a garantia de sigilo", explica Walcir.
"O assédio moral é um problema grave e muitos trabalhadores acabam adoecendo por causa da pressão dos bancos, das metas abusivas e isso não deveria fazer parte do ambiente do trabalho", finaliza Walcir.
Como funciona o instrumento
Os bancários podem fazer denúncias nos sindicatos acordantes. O denunciante deve se identificar para que a entidade possa dar o devido retorno ao trabalhador. O sigilo será mantido junto ao banco e o sindicato terá prazo de dez dias úteis para formalizar a denúncia ao banco. Após receber a denúncia, o banco tem 45 dias corridos para apurar o caso e prestar esclarecimentos ao sindicato.
Reunião preparatória
No mesmo dia, às 10h, o Comando Nacional realiza uma reunião na sede da Contraf-CUT para preparar os debates com os bancos.
Fonte: Contraf-CUT
O instrumento foi conquistado na Campanha Nacional de 2010 e, passados quase quatro anos, o secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, Walcir Previtale, acredita que é preciso avançar.
"Antes o banco tinha 60 dias para apurar as denúncias encaminhadas e dar retorno ao sindicato. Na Campanha Nacional de 2013, conseguimos diminuir esse período para 45 dias. Mas o ideal é reduzir ainda mais e fazer com que os bancos criem mecanismos para responder em menor prazo", defende Walcir.
Pelo acordo, os bancos se comprometem a declarar explicitamente a condenação a qualquer tipo de assédio, de modo a alcançar a valorização dos empregados, com respeito à diversidade e ao trabalho em equipe em um ambiente saudável.
"O bancário passou a ter um papel de protagonista no combate ao assédio moral. As discussões agora envolvem o trabalhador, que pode encaminhar as denúncias por meio do sindicato, sem medo de retaliações, com a garantia de sigilo", explica Walcir.
"O assédio moral é um problema grave e muitos trabalhadores acabam adoecendo por causa da pressão dos bancos, das metas abusivas e isso não deveria fazer parte do ambiente do trabalho", finaliza Walcir.
Como funciona o instrumento
Os bancários podem fazer denúncias nos sindicatos acordantes. O denunciante deve se identificar para que a entidade possa dar o devido retorno ao trabalhador. O sigilo será mantido junto ao banco e o sindicato terá prazo de dez dias úteis para formalizar a denúncia ao banco. Após receber a denúncia, o banco tem 45 dias corridos para apurar o caso e prestar esclarecimentos ao sindicato.
Reunião preparatória
No mesmo dia, às 10h, o Comando Nacional realiza uma reunião na sede da Contraf-CUT para preparar os debates com os bancos.
Fonte: Contraf-CUT
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