6 de julho é “Dia Nacional de Mobilização”
Em defesa da classe operária, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) prepara o “Dia Nacional de Mobilização”.
O movimento é uma ação conjunta com a Marcha das Mulheres, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e Central dos Movimentos Populares (CMP) e está focado em apresentar à sociedade brasileira, no dia 6 de julho, uma pauta unificada em defesa da alimentação, da educação e de questões trabalhistas e sindicais.
A resolução, que foi elaborada durante dois meses pelas executivas dos movimentos, intercede no setor da alimentação pela reforma agrária, pelo fim da concentração de terras, pelo Projeto de Emenda Constitucional (PEC) do Trabalho Escravo, e reivindica por comida mais barata na mesa de todos os brasileiros. Os representantes da classe trabalhadora estão engajados na luta contra os agrotóxicos e contra o modelo agrário atual – clamando a ampliação dos recursos para a agricultura familiar, que é responsável por 70% dos alimentos que chegam às mesas dos brasileiros. “Para nós, o agronegócio tem um financiamento desproporcional à quantidade de alimentos que produz e precisamos reverter este quadro”, afirmam os dirigentes da central.
Para educação, é defendida a ampliação do ensino no campo, o Plano Nacional de Educação, a destinação de 10% do PIB brasileiro às escolas, e a qualificação profissional permanente para os professores. Nos setores do trabalho e do sindicalismo, a luta é pela redução da jornada para 40 horas semanais sem redução de salário; por liberdade e autonomia sindical, pelo fim do Imposto Sindical e pela implantação da Contribuição Negocial, aprovada em assembléia soberana dos trabalhadores; pelo combate às práticas antissindicais e pelo fim do Fator Previdenciário, visando combater ainda a precarização e a terceirização.
A CUT é a maior central sindical do Brasil, da América Latina e a 5ª maior do mundo. Apoie a este movimento.
Fonte: Contraf-CUT
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