11/05/2026
Pressão por vendas: com regras piores para pagar comissões, lucro da Caixa Seguridade aumenta 13,2% no 1º tri. Dividendos pagos alcançam R$ 1,05 bi
Na última sexta-feira (08/05), a Caixa Seguridade publicou suas demonstrações financeiras do primeiro trimestre de 2026 e o resultado divulgado aponta o crescimento do faturamento e do lucro líquido da holding. O faturamento alcançou R$ 1,5 bi e o lucro, R$ 1,1, altas de 10,3% e de 13,2% em comparação com o primeiro trimestre de 2025. Na proposta de destinação do resultado, o Conselho de Administração da companhia aprovou que 91,9% do resultado do trimestre seja distribuído aos acionistas na forma de dividendos intercalares antecipados.
A alta no faturamento é resultado direto do aumento de prêmios emitidos em apólices de seguros de vida, residencial, habitacional, do aumento na captação líquida de previdência e de arrecadação em capitalização. Em relação aos consórcios, embora o valor do estoque de cartas tenha aumentado, superando a marca de R$ 50 bi, as novas vendas diminuíram 2% em comparação com o primeiro trimestre de 2025, e tiveram uma queda mais acentuada, de 11,7%, quando comparadas ao trimestre imediatamente anterior.
O aumento de produtividade dos empregados é proporcional ao crescimento dos relatos de aumento na pressão pela venda de produtos que a Apcef/SP e o Sindicato tem recebido. Além disto, há enorme insatisfação entre os empregados pelo fato do regulamento do Super Caixa para o pagamento das comissões pela venda de produtos para este semestre ter se tornado ainda mais restritivo que o anterior.
“Os números demonstram de forma inequívoca que os empregados tem trabalhado mais, sob muita pressão e com condições cada vez mais precárias, como sistemas deficientes e falta de empregados. Mesmo com estas condições adversas, tem devolvido à empresa números cada vez mais positivos. A direção da Caixa, por sua vez, além de não garantir condições de trabalho adequadas, penaliza os empregados ao restringir o pagamento das comissões pela venda de produtos ao impor regras cada vez mais limitantes”, relata o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
“Precisamos nos mobilizar para cobrar condições dignas e o devido reconhecimento pelo trabalho. Não queremos álbuns e figurinhas, queremos melhores condições, discutir os critérios da remuneração variável e seriedade nas discussões para renovar o ACT do Saúde Caixa, com a revogação do teto de 6,5%. Estes números demonstram que temos feito nossa parte; agora, o presidente Carlos Vieira deve fazer a parte dele”, finaliza Leonardo.
A alta no faturamento é resultado direto do aumento de prêmios emitidos em apólices de seguros de vida, residencial, habitacional, do aumento na captação líquida de previdência e de arrecadação em capitalização. Em relação aos consórcios, embora o valor do estoque de cartas tenha aumentado, superando a marca de R$ 50 bi, as novas vendas diminuíram 2% em comparação com o primeiro trimestre de 2025, e tiveram uma queda mais acentuada, de 11,7%, quando comparadas ao trimestre imediatamente anterior.
O aumento de produtividade dos empregados é proporcional ao crescimento dos relatos de aumento na pressão pela venda de produtos que a Apcef/SP e o Sindicato tem recebido. Além disto, há enorme insatisfação entre os empregados pelo fato do regulamento do Super Caixa para o pagamento das comissões pela venda de produtos para este semestre ter se tornado ainda mais restritivo que o anterior.
“Os números demonstram de forma inequívoca que os empregados tem trabalhado mais, sob muita pressão e com condições cada vez mais precárias, como sistemas deficientes e falta de empregados. Mesmo com estas condições adversas, tem devolvido à empresa números cada vez mais positivos. A direção da Caixa, por sua vez, além de não garantir condições de trabalho adequadas, penaliza os empregados ao restringir o pagamento das comissões pela venda de produtos ao impor regras cada vez mais limitantes”, relata o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
“Precisamos nos mobilizar para cobrar condições dignas e o devido reconhecimento pelo trabalho. Não queremos álbuns e figurinhas, queremos melhores condições, discutir os critérios da remuneração variável e seriedade nas discussões para renovar o ACT do Saúde Caixa, com a revogação do teto de 6,5%. Estes números demonstram que temos feito nossa parte; agora, o presidente Carlos Vieira deve fazer a parte dele”, finaliza Leonardo.
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