26/02/2026
Diretoria Executiva da FETEC-SP organiza estratégias para a Campanha Nacional 2026
O presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim, participou na manhã de terça-feira (24) da reunião da diretoria executiva da FETEC-CUT/SP, realizada na sede da federação, contribuindo com o debate estratégico que vai orientar a mobilização da categoria em 2026.
A presença do dirigente reforça o compromisso do Sindicato em intensificar o diálogo com a base, ampliar a mobilização nas regiões e preparar a categoria para uma campanha salarial que se desenha estratégica e desafiadora, diante do cenário de desafios políticos, econômicos e sociais do próximo período.
A presença do dirigente reforça o compromisso do Sindicato em intensificar o diálogo com a base, ampliar a mobilização nas regiões e preparar a categoria para uma campanha salarial que se desenha estratégica e desafiadora, diante do cenário de desafios políticos, econômicos e sociais do próximo período.
A presidenta da FETEC-CUT/SP, Aline Molina, abriu o encontro com uma análise de conjuntura destacando como principais desafios do próximo período a Campanha Salarial, o cenário eleitoral, o enfrentamento às fake news e os ataques de Donald Trump à América Latina.
“Teremos uma Campanha Salarial difícil, estratégica e decisiva, em um momento marcado pelo elevado número de fechamento de agências e demissões. Tudo isso em um cenário eleitoral que exigirá mobilização dos trabalhadores para eleger candidatos comprometidos com a classe trabalhadora, diante da forte atuação da extrema direita, apoiada pelas big techs, que certamente tentarão interferir no processo eleitoral brasileiro.”
A presidenta ressaltou que o papel da federação é realizar uma campanha salarial consistente, com debates qualificados e mobilização organizada. Em relação às redes sociais, avaliou que o campo progressista não terá, no curto prazo, o mesmo alcance da extrema direita.
“Isso acontece porque não trabalhamos com mentira. O combate às fake news não gera o mesmo engajamento artificial. Ainda assim, temos convicção de que atuamos da forma correta. Nunca utilizaremos as mesmas armas da desinformação. Nossa atuação é baseada na verdade, nas ruas e nas redes.”
Aline Molina destacou ainda as eleições corporativas da categoria, na escolha de representantes para instâncias estratégicas, como o Conselho de Administração da Caixa, Cassi, Apcef/SP e Previ.
Enfrentamento às violências
A presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro, destacou a importância de manter o enfrentamento ao feminicídio, à violência e ao assédio moral e sexual, pautas históricas da categoria.
Segundo ela, o ramo bancário é um dos que mais avançou nessas áreas, com conquistas consolidadas na Convenção Coletiva de Trabalho. “Esse sempre foi um tema central das bancárias. Por isso acumulamos avanços importantes na CCT, como igualdade de oportunidades, políticas de enfrentamento à violência e a criação do programa Basta!’’.
Dentro desse debate, Aline Molina também destacou a necessidade de valorização dos trabalhadores com mais de 50 anos, especialmente das mulheres, que enfrentam ainda mais barreiras para se recolocar no mercado de trabalho.
A presidenta fez uma provocação ao relacionar o tema com a reforma da Previdência. “Se a lei determina que as mulheres se aposentem aos 62 anos e os homens aos 65, é incoerente que o mercado descarte profissionais a partir dos 50. A conta não fecha. Se a Reforma Previdenciária, contra a qual tanto lutamos, exige que trabalhemos por mais tempo, então o mercado também precisa garantir condições reais de permanência e contratação dessa faixa etária.”
Aline reforçou não ser aceitável naturalizar o etarismo e transformar profissionais experientes em descartáveis. “Não podemos aceitar que trabalhadores sejam considerados ultrapassados quando ainda estão longe da aposentadoria. Profissionais 50+ não são custo. São capital humano qualificado’’.
Isenção do IR é vitória dos trabalhadores
Neiva também ressaltou a vitória recente da classe trabalhadora com a ampliação da isenção do Imposto de Renda para quem recebe até cinco mil reais. “ As mobilizações do movimento sindical foram fundamentais nessa conquista’’, disse, lembrando que agora a categoria segue na luta pela isenção do Imposto de Renda sobre a PLR.”
Fintechs e a urgência de regulamentação do setor
Sob a ótica de Neiva Ribeiro, uma das principais pautas defendidas pelo movimento sindical bancário é a regulamentação das fintechs, medida fundamental para garantir segurança não apenas aos trabalhadores do setor, mas também à sociedade.
Neiva destacou que a ausência de regras claras expõe empregados e clientes a riscos significativos, citando o caso do banco Master, que afetou não apenas grandes investidores, mas também clientes do Will Bank, especialmente jovens, trabalhadores informais e pessoas negativadas que buscavam reconstruir crédito fora dos bancos tradicionais. “A regulamentação é essencial para proteger trabalhadores e consumidores. Não podemos permitir que um segmento que opera com crédito e com a vida financeira das pessoas funcione sem regras claras e responsabilidade social.”
Ao concluir, Neiva afirmou que um dos maiores desafios dos dirigentes sindicais é dialogar com a base sobre a importância da organização coletiva.
“Estamos vivendo a maior fraude financeira do país e, nesse contexto, muitos trabalhadores de fintechs passaram a nos procurar, compreendendo o papel fundamental do sindicato no acolhimento, na orientação e na defesa do emprego e de melhores condições de trabalho. Estamos trabalhando intensamente para que esses profissionais sejam reinseridos no mercado. Por isso, a regulamentação do setor é urgente e inadiável.”
“Teremos uma Campanha Salarial difícil, estratégica e decisiva, em um momento marcado pelo elevado número de fechamento de agências e demissões. Tudo isso em um cenário eleitoral que exigirá mobilização dos trabalhadores para eleger candidatos comprometidos com a classe trabalhadora, diante da forte atuação da extrema direita, apoiada pelas big techs, que certamente tentarão interferir no processo eleitoral brasileiro.”
A presidenta ressaltou que o papel da federação é realizar uma campanha salarial consistente, com debates qualificados e mobilização organizada. Em relação às redes sociais, avaliou que o campo progressista não terá, no curto prazo, o mesmo alcance da extrema direita.
“Isso acontece porque não trabalhamos com mentira. O combate às fake news não gera o mesmo engajamento artificial. Ainda assim, temos convicção de que atuamos da forma correta. Nunca utilizaremos as mesmas armas da desinformação. Nossa atuação é baseada na verdade, nas ruas e nas redes.”
Aline Molina destacou ainda as eleições corporativas da categoria, na escolha de representantes para instâncias estratégicas, como o Conselho de Administração da Caixa, Cassi, Apcef/SP e Previ.
Enfrentamento às violências
A presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro, destacou a importância de manter o enfrentamento ao feminicídio, à violência e ao assédio moral e sexual, pautas históricas da categoria.
Segundo ela, o ramo bancário é um dos que mais avançou nessas áreas, com conquistas consolidadas na Convenção Coletiva de Trabalho. “Esse sempre foi um tema central das bancárias. Por isso acumulamos avanços importantes na CCT, como igualdade de oportunidades, políticas de enfrentamento à violência e a criação do programa Basta!’’.
Dentro desse debate, Aline Molina também destacou a necessidade de valorização dos trabalhadores com mais de 50 anos, especialmente das mulheres, que enfrentam ainda mais barreiras para se recolocar no mercado de trabalho.
A presidenta fez uma provocação ao relacionar o tema com a reforma da Previdência. “Se a lei determina que as mulheres se aposentem aos 62 anos e os homens aos 65, é incoerente que o mercado descarte profissionais a partir dos 50. A conta não fecha. Se a Reforma Previdenciária, contra a qual tanto lutamos, exige que trabalhemos por mais tempo, então o mercado também precisa garantir condições reais de permanência e contratação dessa faixa etária.”
Aline reforçou não ser aceitável naturalizar o etarismo e transformar profissionais experientes em descartáveis. “Não podemos aceitar que trabalhadores sejam considerados ultrapassados quando ainda estão longe da aposentadoria. Profissionais 50+ não são custo. São capital humano qualificado’’.
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Neiva também ressaltou a vitória recente da classe trabalhadora com a ampliação da isenção do Imposto de Renda para quem recebe até cinco mil reais. “ As mobilizações do movimento sindical foram fundamentais nessa conquista’’, disse, lembrando que agora a categoria segue na luta pela isenção do Imposto de Renda sobre a PLR.”
Fintechs e a urgência de regulamentação do setor
Sob a ótica de Neiva Ribeiro, uma das principais pautas defendidas pelo movimento sindical bancário é a regulamentação das fintechs, medida fundamental para garantir segurança não apenas aos trabalhadores do setor, mas também à sociedade.
Neiva destacou que a ausência de regras claras expõe empregados e clientes a riscos significativos, citando o caso do banco Master, que afetou não apenas grandes investidores, mas também clientes do Will Bank, especialmente jovens, trabalhadores informais e pessoas negativadas que buscavam reconstruir crédito fora dos bancos tradicionais. “A regulamentação é essencial para proteger trabalhadores e consumidores. Não podemos permitir que um segmento que opera com crédito e com a vida financeira das pessoas funcione sem regras claras e responsabilidade social.”
Ao concluir, Neiva afirmou que um dos maiores desafios dos dirigentes sindicais é dialogar com a base sobre a importância da organização coletiva.
“Estamos vivendo a maior fraude financeira do país e, nesse contexto, muitos trabalhadores de fintechs passaram a nos procurar, compreendendo o papel fundamental do sindicato no acolhimento, na orientação e na defesa do emprego e de melhores condições de trabalho. Estamos trabalhando intensamente para que esses profissionais sejam reinseridos no mercado. Por isso, a regulamentação do setor é urgente e inadiável.”
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