10/02/2026
Fim da escala 6x1 avança na Câmara e reforça pauta histórica do Sindicato
O fim da escala de trabalho 6x1 deu um passo importante no Congresso Nacional. Na segunda-feira (9), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), informou que encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 8/25), que altera a jornada de trabalho no Brasil e extingue o regime de seis dias de trabalho para um de descanso.
A CCJ será responsável por analisar a admissibilidade da matéria. Após análise de admissibilidade na CCJ, o texto seguirá para Comissão Especial antes de ser submetido ao plenário da Câmara. A PEC é de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e fixa a duração do trabalho normal em 36 horas semanais. Pela redação apresentada, a nova jornada passaria a valer 360 dias após a publicação da emenda.
Atualmente, a Constituição Federal estabelece jornada máxima de oito horas diárias e 44 horas semanais. O texto também prevê a possibilidade de compensação de horários e de redução da jornada por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho, reforçando o papel da negociação coletiva entre sindicatos e empregadores.
Além da PEC 8/25, Hugo Motta informou que foi apensada à proposta uma iniciativa de teor semelhante, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Assim como o texto de Erika Hilton, a proposta também reduz a jornada para 36 horas semanais e permite compensação de horários via negociação coletiva. A principal diferença está no prazo de vigência: nesse caso, a nova jornada só entraria em vigor dez anos após a publicação.
Para o Sindicato dos Bancários de Catanduva Região, a tramitação da PEC dialoga diretamente com uma pauta histórica do movimento sindical. Na categoria bancária, a discussão sobre a jornada de quatro dias por semana foi levantada de forma pioneira durante a Campanha Nacional de 2024 e sempre esteve presente nas mobilizações.
"Nós, bancárias e bancários, sabemos o quanto a sobrecarga, a pressão por metas e a falta de tempo para descansar e viver impactam nossa saúde física e mental. Redução da jornada de trabalho sem redução de salário significa mais tempo para viver, descansar, estudar, cuidar da saúde e da família. Trata-se de uma pauta urgente e justa para muitas categorias, e só se transformará em realidade com pressão, com organização, com o movimento sindical forte e combativo. Porque ninguém nunca deu nada para a classe trabalhadora, tudo que temos foi conquistado com muita luta! Por isso, mais uma vez nos juntamos a esse movimento, porque entendemos que esta é uma pauta de dignidade e justiça social por melhores condições de trabalho”, reforçou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
A CCJ será responsável por analisar a admissibilidade da matéria. Após análise de admissibilidade na CCJ, o texto seguirá para Comissão Especial antes de ser submetido ao plenário da Câmara. A PEC é de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e fixa a duração do trabalho normal em 36 horas semanais. Pela redação apresentada, a nova jornada passaria a valer 360 dias após a publicação da emenda.
Atualmente, a Constituição Federal estabelece jornada máxima de oito horas diárias e 44 horas semanais. O texto também prevê a possibilidade de compensação de horários e de redução da jornada por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho, reforçando o papel da negociação coletiva entre sindicatos e empregadores.
Além da PEC 8/25, Hugo Motta informou que foi apensada à proposta uma iniciativa de teor semelhante, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Assim como o texto de Erika Hilton, a proposta também reduz a jornada para 36 horas semanais e permite compensação de horários via negociação coletiva. A principal diferença está no prazo de vigência: nesse caso, a nova jornada só entraria em vigor dez anos após a publicação.
Para o Sindicato dos Bancários de Catanduva Região, a tramitação da PEC dialoga diretamente com uma pauta histórica do movimento sindical. Na categoria bancária, a discussão sobre a jornada de quatro dias por semana foi levantada de forma pioneira durante a Campanha Nacional de 2024 e sempre esteve presente nas mobilizações.
"Nós, bancárias e bancários, sabemos o quanto a sobrecarga, a pressão por metas e a falta de tempo para descansar e viver impactam nossa saúde física e mental. Redução da jornada de trabalho sem redução de salário significa mais tempo para viver, descansar, estudar, cuidar da saúde e da família. Trata-se de uma pauta urgente e justa para muitas categorias, e só se transformará em realidade com pressão, com organização, com o movimento sindical forte e combativo. Porque ninguém nunca deu nada para a classe trabalhadora, tudo que temos foi conquistado com muita luta! Por isso, mais uma vez nos juntamos a esse movimento, porque entendemos que esta é uma pauta de dignidade e justiça social por melhores condições de trabalho”, reforçou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
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