23/01/2026
Itaú inicia 2026 com demissões: movimento sindical cobra explicações do banco
Após ser informado por bancários sobre o aumento no número de demissões no Itaú neste início de ano, tanto nos polos administrativos quanto na rede de agências, o movimento sindical cobrou do banco uma posição sobre os desligamentos.
De acordo com a Relações Sindicais do Itaú, as demissões no início de ano são consequência de reestruturações, redução de quadro por eficiência, e baixa performance.
“Nada justifica estas demissões, que se intensificaram no início do ano. O Itaú possui um lucro astronômico. Mais de R$ 34 bilhões só nos nove primeiros meses do ano passado, alta de 13,1% em relação ao mesmo período de 2024. Não cabe alegar baixa performance para demitir trabalhadores que construíram este resultado. Além disso, sabemos do avanço da inteligência artificial no banco e repudiamos qualquer redução de quadro decorrente disso”, enfatiza Sergio Francisco, coordenador da COE Itaú (Comissão de Organização dos Empregados do Itaú) do estado de São Paulo.
“Reivindicamos que o Itaú suspenda imediatamente as demissões e passe a tratar seus trabalhadores com o respeito que merecem. Os bancários já enfrentam uma pressão desumana por metas inalcançáveis, e a continuidade dos desligamentos só aprofunda o medo, a instabilidade e o adoecimento dentro das agências. Esse modelo de gestão é inaceitável e precisa ser revisto com urgência”, acrescenta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr.
Denuncie
Caso identifique qualquer movimento do banco relacionado com uma possível redução de quadro de funcionários, os bancários do Itaú devem acionar o Sindicato através de um dirigente, pelo Fale Conosco ou via WhatsApp (17) 99259-1987.
De acordo com a Relações Sindicais do Itaú, as demissões no início de ano são consequência de reestruturações, redução de quadro por eficiência, e baixa performance.
“Nada justifica estas demissões, que se intensificaram no início do ano. O Itaú possui um lucro astronômico. Mais de R$ 34 bilhões só nos nove primeiros meses do ano passado, alta de 13,1% em relação ao mesmo período de 2024. Não cabe alegar baixa performance para demitir trabalhadores que construíram este resultado. Além disso, sabemos do avanço da inteligência artificial no banco e repudiamos qualquer redução de quadro decorrente disso”, enfatiza Sergio Francisco, coordenador da COE Itaú (Comissão de Organização dos Empregados do Itaú) do estado de São Paulo.
“Reivindicamos que o Itaú suspenda imediatamente as demissões e passe a tratar seus trabalhadores com o respeito que merecem. Os bancários já enfrentam uma pressão desumana por metas inalcançáveis, e a continuidade dos desligamentos só aprofunda o medo, a instabilidade e o adoecimento dentro das agências. Esse modelo de gestão é inaceitável e precisa ser revisto com urgência”, acrescenta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr.
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Caso identifique qualquer movimento do banco relacionado com uma possível redução de quadro de funcionários, os bancários do Itaú devem acionar o Sindicato através de um dirigente, pelo Fale Conosco ou via WhatsApp (17) 99259-1987.
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