25/11/2025
Violência contra mulheres avança e Sindicato fortalece iniciativas de proteção e conscientização
O dia 25 de novembro, marcado internacionalmente como a data de enfrentamento à violência contra as mulheres, simboliza luta, memória e resistência. A escolha remete ao brutal assassinato das irmãs Mirabal, ocorrido na ditadura de Leônidas Trujillo, na República Dominicana — um crime que levou a ONU, em 1999, a instituir oficialmente a data como um alerta global sobre a necessidade de combater todas as formas de violência de gênero.
No Brasil, os números reforçam a urgência desse debate. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em julho, apontou que 1.492 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2024 — o maior índice desde a criação da lei que tipifica o crime, em 2015. Isso representa uma média devastadora de quatro brasileiras assassinadas por dia, com crescimento de 0,7% em relação ao ano anterior.
Diante de um cenário tão grave, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região tem ampliado suas ações de proteção, prevenção e acolhimento às mulheres, tanto no ambiente profissional quanto na sociedade. A entidade atua de forma contínua por meio de conquistas asseguradas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que vêm sendo aprimoradas a cada campanha salarial, além de desenvolver iniciativas permanentes voltadas à segurança e ao bem-estar das trabalhadoras.
A CCT do setor financeiro garante instrumentos fundamentais para o enfrentamento da violência e da desigualdade, como as normas de combate ao assédio moral e sexual, a cláusula de repúdio à violência doméstica e familiar e a obrigatoriedade de que os bancos difundam informações sobre todas as formas de agressão — física, psicológica, moral, sexual, patrimonial e digital. Entre os avanços também está a garantia da igualdade salarial entre mulheres e homens, um passo essencial na redução das desigualdades estruturais que ainda marcam o mercado de trabalho.
Outro ponto de destaque é o fortalecimento dos serviços de apoio direto às trabalhadoras que enfrentam situações de violência, com orientação jurídica e acolhimento psicológico especializados, garantindo que nenhuma bancária permaneça desamparada em momentos tão difíceis.
Para o secretário-geral do Sindicato, Júlio César Trigo, avançar nessa agenda é um compromisso inegociável. “Defender a vida das mulheres é defender a democracia. Nosso papel é garantir que cada trabalhadora tenha apoio, proteção e informação. Enquanto houver violência, nossa luta continuará firme, dentro dos bancos, nas negociações e na sociedade!”
No Brasil, os números reforçam a urgência desse debate. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em julho, apontou que 1.492 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2024 — o maior índice desde a criação da lei que tipifica o crime, em 2015. Isso representa uma média devastadora de quatro brasileiras assassinadas por dia, com crescimento de 0,7% em relação ao ano anterior.
Diante de um cenário tão grave, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região tem ampliado suas ações de proteção, prevenção e acolhimento às mulheres, tanto no ambiente profissional quanto na sociedade. A entidade atua de forma contínua por meio de conquistas asseguradas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que vêm sendo aprimoradas a cada campanha salarial, além de desenvolver iniciativas permanentes voltadas à segurança e ao bem-estar das trabalhadoras.
A CCT do setor financeiro garante instrumentos fundamentais para o enfrentamento da violência e da desigualdade, como as normas de combate ao assédio moral e sexual, a cláusula de repúdio à violência doméstica e familiar e a obrigatoriedade de que os bancos difundam informações sobre todas as formas de agressão — física, psicológica, moral, sexual, patrimonial e digital. Entre os avanços também está a garantia da igualdade salarial entre mulheres e homens, um passo essencial na redução das desigualdades estruturais que ainda marcam o mercado de trabalho.
Outro ponto de destaque é o fortalecimento dos serviços de apoio direto às trabalhadoras que enfrentam situações de violência, com orientação jurídica e acolhimento psicológico especializados, garantindo que nenhuma bancária permaneça desamparada em momentos tão difíceis.
Para o secretário-geral do Sindicato, Júlio César Trigo, avançar nessa agenda é um compromisso inegociável. “Defender a vida das mulheres é defender a democracia. Nosso papel é garantir que cada trabalhadora tenha apoio, proteção e informação. Enquanto houver violência, nossa luta continuará firme, dentro dos bancos, nas negociações e na sociedade!”
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