16/10/2025
Bancários de SP debatem plano de lutas em Plenária Nacional da CUT
Na quarta-feira (15), aconteceu o segundo dia da 17ª Plenária Nacional da CUT João Batista Gomes "Joãozinho". Realizada na Quadra dos Bancários, em São Paulo, a atividade foi marcada por intensos debates sobre as estratégias da Central Única dos Trabalhadores para o próximo período. Com 598 delegados e delegadas de todo o país participando presencialmente e on-line, a plenária segue até sexta-feira (17).
Essa plenária vai atualizar o plano de lutas da CUT diante da conjuntura nacional e internacional. Nós somos muitos sindicatos, de todo o Brasil, com uma incrível diversidade. Precisamos definir nossas bandeiras e ter uma direção única. E essa direção é defender a classe trabalhadora, avançar nos direitos, avançar nas políticas públicas e defender um governo democrático e popular", afirmou Neiva Ribeiro, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo ao destacar a importância organizativa da plenária.
Diálogo democrático
Durante este segundo dia, os trabalhos se concentraram em duas mesas temáticas. A Mesa 3, dedicada à Estratégia da CUT, apresentou o texto de referência e conduziu debates e votações de emendas que definirão o plano de lutas da Central. Já a Mesa 4, sobre o fortalecimento do sindicalismo cutista, discutiu o texto base e as propostas de atualização da organização sindical.
Os debates abordaram a importância da autonomia e autorregulação do movimento sindical, a valorização da negociação coletiva e a sustentabilidade financeira das entidades, apontando para a necessidade de reconstruir e fortalecer a representação dos trabalhadores frente aos desafios atuais.
Além das questões estruturais do sindicalismo, a plenária também abordou temas centrais da conjuntura política e social, como a defesa da democracia e da soberania nacional, a preservação do meio ambiente, o combate às reformas que retiram direitos trabalhistas e previdenciários, a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1, a justiça tributária, o combate às desigualdades e o fim do genocídio em Gaza.
Movimento sindical bancário destaca importância do papel dos Sindicatos para uma economia sustentável
Essa plenária vai atualizar o plano de lutas da CUT diante da conjuntura nacional e internacional. Nós somos muitos sindicatos, de todo o Brasil, com uma incrível diversidade. Precisamos definir nossas bandeiras e ter uma direção única. E essa direção é defender a classe trabalhadora, avançar nos direitos, avançar nas políticas públicas e defender um governo democrático e popular", afirmou Neiva Ribeiro, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo ao destacar a importância organizativa da plenária.
Diálogo democrático
Durante este segundo dia, os trabalhos se concentraram em duas mesas temáticas. A Mesa 3, dedicada à Estratégia da CUT, apresentou o texto de referência e conduziu debates e votações de emendas que definirão o plano de lutas da Central. Já a Mesa 4, sobre o fortalecimento do sindicalismo cutista, discutiu o texto base e as propostas de atualização da organização sindical.
Os debates abordaram a importância da autonomia e autorregulação do movimento sindical, a valorização da negociação coletiva e a sustentabilidade financeira das entidades, apontando para a necessidade de reconstruir e fortalecer a representação dos trabalhadores frente aos desafios atuais.
Além das questões estruturais do sindicalismo, a plenária também abordou temas centrais da conjuntura política e social, como a defesa da democracia e da soberania nacional, a preservação do meio ambiente, o combate às reformas que retiram direitos trabalhistas e previdenciários, a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1, a justiça tributária, o combate às desigualdades e o fim do genocídio em Gaza.
Movimento sindical bancário destaca importância do papel dos Sindicatos para uma economia sustentável

Durante as mesas, a presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta nacional da CUT, Juvandia Moreira, que apresentou o resumo das propostas em âmbito nacional, destacou a importância da atuação dos trabalhadores para a transição justa à uma economia de baixo carbono.
"Um outro eixo importante do Congresso passado e que continua estratégico para nós, porque continua atual, é o desenvolvimento sustentável", destacou a dirigente, completando que, por essa razão, a CUT irá marcar presença na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30), que será sediada na cidade de Belém, no Pará, em novembro.
"A CUT participará para levar o debate sobre o desenvolvimento que a gente quer, que não destrua o meio-ambiente, mas também que não concentre renda, que não exclua as mulheres, não aprofunda as desigualdades de gênero, raça, orientação sexual", observou, completando que “um projeto de desenvolvimento sustentável inclusivo” com a participação direta da classe trabalhadora é “fundamental para garantir uma economia justo e solidário”.
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