07/10/2025
Saúde Caixa: Negociação é cancelada e trabalhadores intensificam protestos
A Caixa Econômica Federal cancelou a negociação que aconteceria nesta terça-feira (7) porque se nega apresentar uma proposta que valorize as empregadas e empregados. O banco apresentou, na segunda-feira (6), uma proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho do Saúde Caixa com aumento do percentual de contribuição dos titulares de 3,5% para 5,5%. A proposta do banco ainda prevê reajuste do valor a ser pago por dependente, de R$ 480 para R$ 672. Pela proposta da Caixa, os valores máximos a serem pagos pelas empregadas e empregados sofrerão reajuste médio de 71%, passando de até 7% para até 12% da remuneração base.
“Estamos abertos à negociação, mas não temos como apresentar uma proposta desta para nossos colegas. Vamos esperar uma nova proposta que valorize os trabalhadores”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco.
Manifestações
As unidades da Caixa Econômica Federal em todo o país amanheceram com manifestações e as atividades da Matriz 2, em Brasília, foram paralisadas contra a proposta apresentada pelo banco na segunda-feira e pedindo reajuste zero nos valores a serem pagos pelos empregados.
> Bancários de Catanduva e região se mobilizam contra retrocessos e dizem basta aos ataques ao Saúde Caixa
“O banco precisa valorizar quem trabalha para que ele obtenha os bons resultados que vem tendo. Valorizar quem trabalha pelo desenvolvimento do Brasil e para atender bem toda a população brasileira”, disse o diretor e representante da Contraf-CUT na mesa de negociações com a Caixa, Rafael de Castro.
O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, reforçou a necessidade de valorização do quadro de pessoal do banco. “Com essa proposta, a Caixa faz com que a gente acredite que a saúde das empregadas e empregados não é importante. Os trabalhadores fazem a Caixa. Se ela é importante para o país é por causa do trabalho que fazemos nas unidades do banco em todo o país. E, para trabalharmos, precisamos ter condições de cuidar de nossa saúde”, disse Takemoto. “Quem sempre cuidou do Brasil, merece ser cuidado”, completou.
A orientação é para que as manifestações continuem em todo o país.
*** Texto em edição – mais informações no nosso site e redes sociais ***
“Estamos abertos à negociação, mas não temos como apresentar uma proposta desta para nossos colegas. Vamos esperar uma nova proposta que valorize os trabalhadores”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco.
Manifestações
As unidades da Caixa Econômica Federal em todo o país amanheceram com manifestações e as atividades da Matriz 2, em Brasília, foram paralisadas contra a proposta apresentada pelo banco na segunda-feira e pedindo reajuste zero nos valores a serem pagos pelos empregados.
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“O banco precisa valorizar quem trabalha para que ele obtenha os bons resultados que vem tendo. Valorizar quem trabalha pelo desenvolvimento do Brasil e para atender bem toda a população brasileira”, disse o diretor e representante da Contraf-CUT na mesa de negociações com a Caixa, Rafael de Castro.
O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, reforçou a necessidade de valorização do quadro de pessoal do banco. “Com essa proposta, a Caixa faz com que a gente acredite que a saúde das empregadas e empregados não é importante. Os trabalhadores fazem a Caixa. Se ela é importante para o país é por causa do trabalho que fazemos nas unidades do banco em todo o país. E, para trabalharmos, precisamos ter condições de cuidar de nossa saúde”, disse Takemoto. “Quem sempre cuidou do Brasil, merece ser cuidado”, completou.
A orientação é para que as manifestações continuem em todo o país.
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