29/09/2025
Sem diálogo não há futuro: GT Bancário/Caixa do Futuro cobra debate sobre fechamento de agências e impacto no atendimento à população
Em reunião do GT Bancário/Caixa do Futuro, realizada na última quinta-feira (25), representantes da Caixa apresentaram esclarecimentos sobre o projeto de transformação digital Teia (Transformação, Engajamento, Inovação e Aprendizado), contextualizando os desafios diante do avanço das soluções digitais no mercado financeiro e da atuação crescente das fintechs.
Os representantes dos empregados enfatizaram que a Caixa tem um papel singular na promoção da inclusão social e na execução de políticas públicas. “Essa função histórica precisa ser preservada no processo de modernização. Para isso, é necessário um debate construtivo, coletivo e que garanta a participação efetiva das trabalhadoras e trabalhadores”, afirmou Rafael de Castro, coordenador do GT, representante da Contraf/CUT na Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e diretor da Fenae.
“O fortalecimento da presença física da Caixa é vital para preservar empregos, garantir um atendimento humanizado e assegurar que o banco continue cumprindo sua função pública e social. Temos ideias, temos conhecimento, sabemos como fazer e por isso cobramos da Caixa que precisamos participar do debate”, enfatizou o coordenador do GT.
Ele também alertou para os riscos de terceirizar atividades centrais do banco e para o impacto negativo de segmentações e reposicionamentos sem planejamento adequado, que podem gerar sobrecarga de trabalho e prejudicar a imagem da instituição. “Que se pare a onda de fechamento de agências. Movimentos com esse impacto precisam de debate com as representações e com a sociedade”, reforçou.
Para o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto, o debate sobre a digitalização precisa levar em conta a essência da Caixa como banco público. "A tecnologia não pode ser vista apenas como ferramenta de eficiência, mas como instrumento para ampliar direitos e garantir inclusão. Afinal, de que adianta modernizar processos se parte da população continuar sem acesso ou sem condições de utilizar os serviços digitais? A Caixa sempre foi um braço fundamental do Estado na execução de políticas sociais, na oferta de crédito habitacional e no atendimento às camadas mais vulneráveis. A grande questão que se coloca é: como a inovação tecnológica pode ser implementada de forma a preservar esse papel social e, ao mesmo tempo, fortalecer a proximidade com o cidadão que mais precisa do banco?”, destacou Tony.
Os dirigentes sindicais também ressaltaram a necessidade de atualização contínua de todo o corpo funcional, de modo a garantir que os avanços digitais não resultem em adoecimento ou sofrimento das empregadas e empregados.
O GT Bancário/Caixa do Futuro tem atuado de forma permanente na apresentação de questionamentos e propostas relacionadas à estrutura, às atividades e aos projetos estratégicos do banco, sempre defendendo a valorização do papel das trabalhadoras e trabalhadores nessa jornada.
“Dentre assuntos que merecem mais destaque, estamos tentando construir com a Caixa um novo resultado.caixa que traga, ao invés de competição entre agências, a disputa de mercado com outras instituições. Não há sentido nesse canibalismo interno. Precisamos olhar para fora e buscar mercado num cenário de crescimento de fintechs. É preciso também que a Caixa invista em qualificação e apresente soluções para funções que estão ameaçadas por conta de avanços tecnológicos e a chegada cada vez mais forte de IA. Temos ideias e estamos dispostos a debater estes e vários outros assuntos com a direção. A Caixa precisa abrir espaço já para a pauta dos trabalhadores!”, finalizou Rafael.
Os representantes dos empregados enfatizaram que a Caixa tem um papel singular na promoção da inclusão social e na execução de políticas públicas. “Essa função histórica precisa ser preservada no processo de modernização. Para isso, é necessário um debate construtivo, coletivo e que garanta a participação efetiva das trabalhadoras e trabalhadores”, afirmou Rafael de Castro, coordenador do GT, representante da Contraf/CUT na Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e diretor da Fenae.
“O fortalecimento da presença física da Caixa é vital para preservar empregos, garantir um atendimento humanizado e assegurar que o banco continue cumprindo sua função pública e social. Temos ideias, temos conhecimento, sabemos como fazer e por isso cobramos da Caixa que precisamos participar do debate”, enfatizou o coordenador do GT.
Ele também alertou para os riscos de terceirizar atividades centrais do banco e para o impacto negativo de segmentações e reposicionamentos sem planejamento adequado, que podem gerar sobrecarga de trabalho e prejudicar a imagem da instituição. “Que se pare a onda de fechamento de agências. Movimentos com esse impacto precisam de debate com as representações e com a sociedade”, reforçou.
Para o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto, o debate sobre a digitalização precisa levar em conta a essência da Caixa como banco público. "A tecnologia não pode ser vista apenas como ferramenta de eficiência, mas como instrumento para ampliar direitos e garantir inclusão. Afinal, de que adianta modernizar processos se parte da população continuar sem acesso ou sem condições de utilizar os serviços digitais? A Caixa sempre foi um braço fundamental do Estado na execução de políticas sociais, na oferta de crédito habitacional e no atendimento às camadas mais vulneráveis. A grande questão que se coloca é: como a inovação tecnológica pode ser implementada de forma a preservar esse papel social e, ao mesmo tempo, fortalecer a proximidade com o cidadão que mais precisa do banco?”, destacou Tony.
Os dirigentes sindicais também ressaltaram a necessidade de atualização contínua de todo o corpo funcional, de modo a garantir que os avanços digitais não resultem em adoecimento ou sofrimento das empregadas e empregados.
O GT Bancário/Caixa do Futuro tem atuado de forma permanente na apresentação de questionamentos e propostas relacionadas à estrutura, às atividades e aos projetos estratégicos do banco, sempre defendendo a valorização do papel das trabalhadoras e trabalhadores nessa jornada.
“Dentre assuntos que merecem mais destaque, estamos tentando construir com a Caixa um novo resultado.caixa que traga, ao invés de competição entre agências, a disputa de mercado com outras instituições. Não há sentido nesse canibalismo interno. Precisamos olhar para fora e buscar mercado num cenário de crescimento de fintechs. É preciso também que a Caixa invista em qualificação e apresente soluções para funções que estão ameaçadas por conta de avanços tecnológicos e a chegada cada vez mais forte de IA. Temos ideias e estamos dispostos a debater estes e vários outros assuntos com a direção. A Caixa precisa abrir espaço já para a pauta dos trabalhadores!”, finalizou Rafael.
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