23/04/2025
Entidades reforçam busca por solução permanente para custeio da Cassi em nova rodada de negociação com o BB
A segunda rodada de negociações sobre o custeio da Cassi foi realizada na terça-feira (22) com a participação das entidades representativas dos associados e da direção do Banco do Brasil.
Durante a reunião, a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Fernanda Lopes, reafirmou que o objetivo central dos representantes dos trabalhadores é construir uma solução permanente e sustentável para a assistência à saúde dos funcionários do banco.
Na ocasião, foram apresentadas as premissas aprovadas pelas entidades representativas, com base na recente publicação da Resolução CGPAR nº 52/2024, que permite ao patrocinador assumir até 70% da contribuição para os planos de saúde. A proposta da comissão é de que o Banco do Brasil assuma essa proporção de 70% no modelo de custeio a ser definido, ficando os 30% restantes sob responsabilidade dos associados.
Outro ponto destacado pela comissão foi a retomada da contribuição do banco no período pós-laboral para os funcionários admitidos a partir de 2018, quando passou a valer a antiga resolução CGPAR nº 42 — agora revogada pela nova norma. A mudança, segundo Fernanda, é fundamental para garantir a sustentabilidade do plano também no momento da aposentadoria dos trabalhadores.
A representação dos associados também propôs que o custeio administrativo da Cassi seja integralmente assumido pelo banco. Além disso, sugeriu que o BB considere uma contribuição adicional sobre o lucro líquido da instituição, com a garantia de que tal medida não impacte negativamente o percentual destinado à Participação nos Lucros e Resultados (PLR) dos trabalhadores.
A representação do Banco do Brasil reiterou sua disposição para avançar no debate e se comprometeu a realizar simulações com base nas premissas apresentadas pelas entidades.
Uma nova rodada de negociação foi agendada para o dia 13 de maio, às 14h.
Durante a reunião, a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Fernanda Lopes, reafirmou que o objetivo central dos representantes dos trabalhadores é construir uma solução permanente e sustentável para a assistência à saúde dos funcionários do banco.
Na ocasião, foram apresentadas as premissas aprovadas pelas entidades representativas, com base na recente publicação da Resolução CGPAR nº 52/2024, que permite ao patrocinador assumir até 70% da contribuição para os planos de saúde. A proposta da comissão é de que o Banco do Brasil assuma essa proporção de 70% no modelo de custeio a ser definido, ficando os 30% restantes sob responsabilidade dos associados.
Outro ponto destacado pela comissão foi a retomada da contribuição do banco no período pós-laboral para os funcionários admitidos a partir de 2018, quando passou a valer a antiga resolução CGPAR nº 42 — agora revogada pela nova norma. A mudança, segundo Fernanda, é fundamental para garantir a sustentabilidade do plano também no momento da aposentadoria dos trabalhadores.
A representação dos associados também propôs que o custeio administrativo da Cassi seja integralmente assumido pelo banco. Além disso, sugeriu que o BB considere uma contribuição adicional sobre o lucro líquido da instituição, com a garantia de que tal medida não impacte negativamente o percentual destinado à Participação nos Lucros e Resultados (PLR) dos trabalhadores.
A representação do Banco do Brasil reiterou sua disposição para avançar no debate e se comprometeu a realizar simulações com base nas premissas apresentadas pelas entidades.
Uma nova rodada de negociação foi agendada para o dia 13 de maio, às 14h.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- PLR do BB: entenda as regras de pagamento
- Funcionários do BB publicam carta aberta em defesa do caráter público do banco
- Veja perguntas frequentes sobre a decisão do TST para o dissídio da Caixa
- Contraf-CUT envia ofício à Caixa questionando data do pagamento da PLR, bônus e Super Caixa
- Dia da Pessoa Idosa: envelhecimento da população exige garantia e ampliação de direitos
- Em virtude das eleições, Clube dos Bancários estará fechado no domingo (4)
- Defesa da Contraf-CUT reduz perdas no dissídio, mas Caixa economiza bilhões
- COE Itaú cobra transparência, proteção aos trabalhadores e avanços na negociação com o banco
- Nota de pesar – Phamela Godoy
- Formação sindical prepara dirigentes, resgata história da categoria bancária e trajetória do Sindicato
- Greve na Caixa: o que a Contraf-CUT disse ao TST em defesa dos empregados
- TST julga dissídio dos empregados da Caixa na terça-feira (29)
- TST reconhece legitimidade da greve dos Correios, mas decisão traz perdas para trabalhadores
- TST determina que 60% dos bancários da Caixa devem voltar ao trabalho
- Mercantil apresenta proposta de PLR própria e movimento sindical entrega proposta de PCR