03/01/2025
Janeiro Branco: Sindicato apoia campanha e reforça importância da conscientização e cuidado com a saúde mental
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região inicia o ano reafirmando seu compromisso com o bem-estar da categoria, aderindo à Campanha Janeiro Branco, que promove a conscientização e a importância dos cuidados com a saúde mental.
O Brasil tem o terceiro pior índice de problemas psicológicos no mundo. A ansiedade é o principal diagnóstico, com 26,8% dos casos. Diante do cenário preocupante, a campanha ganha mais relevância. Os transtornos mentais, inclusive depressão, são as principais causas de afastamento do trabalho.
Entre muitos dados impactantes da pesquisa “Avaliação dos Modelos de Gestão e das Patologias do Trabalho Bancário”, realizada pela Secretaria de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, em colaboração com pesquisadores do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UNB), para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), os que mais chamam atenção é que cerca de 80% dos trabalhadores do ramo financeiro declaram ter tido pelo menos um problema de saúde relacionado ao trabalho no último ano. Deles, quase metade está em acompanhamento psiquiátrico. O principal motivo declarado para buscar tratamento médico foi o trabalho.
“É fundamental estabelecer um espaço permanente de discussão sobre o tema entre a classe trabalhadora, sobretudo com a categoria bancária, que tem gerado uma preocupação constante pelos altos índices que apresenta de afastamentos por doenças psicossomáticas e trabalhadores que precisam fazer uso de medicamentos controlados em decorrência do trabalho. Saúde é um direito do trabalhador e adoecer pelo trabalho não deve ser normal", ressalta o secretário de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam).
A Campanha Nacional dos Bancários 2024 conquistou importantes avanços para a categoria no tema, como a inclusão pela primeira vez e de maneira explícita do termo “assédio moral” nas negociações, atendendo a uma reivindicação histórica do movimento sindical.
“Vivemos num mundo de mudanças desafiadoras. Essas mudanças, cada vez mais aceleradas, exigem novas atitudes, novas habilidades e novos entendimentos que podem ter impactos negativos em nossa saúde mental. Não basta o trabalhador recorrer a subterfúgios para tentar amenizar os gatilhos do adoecimento se não houver por parte dos bancos esse reconhecimento da existência de um ambiente que leva ao adoecimento de seus empregados e transformações profundas nas condições de trabalho”, acrescenta o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
O Sindicato segue mobilizado, todos os dias do ano, em combater a forma de gestão dos bancos, baseada em pressão extrema por metas abusivas e assédio, quem vem acarretando uma verdadeira epidemia de transtornos mentais e comportamentais entre os bancários.
A adesão à campanha Janeiro Branco é uma forma de alertar sobre a necessidade de conscientização e de um ambiente de trabalho mais saudável e acolhedor.
O Brasil tem o terceiro pior índice de problemas psicológicos no mundo. A ansiedade é o principal diagnóstico, com 26,8% dos casos. Diante do cenário preocupante, a campanha ganha mais relevância. Os transtornos mentais, inclusive depressão, são as principais causas de afastamento do trabalho.
Entre muitos dados impactantes da pesquisa “Avaliação dos Modelos de Gestão e das Patologias do Trabalho Bancário”, realizada pela Secretaria de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, em colaboração com pesquisadores do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UNB), para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), os que mais chamam atenção é que cerca de 80% dos trabalhadores do ramo financeiro declaram ter tido pelo menos um problema de saúde relacionado ao trabalho no último ano. Deles, quase metade está em acompanhamento psiquiátrico. O principal motivo declarado para buscar tratamento médico foi o trabalho.
“É fundamental estabelecer um espaço permanente de discussão sobre o tema entre a classe trabalhadora, sobretudo com a categoria bancária, que tem gerado uma preocupação constante pelos altos índices que apresenta de afastamentos por doenças psicossomáticas e trabalhadores que precisam fazer uso de medicamentos controlados em decorrência do trabalho. Saúde é um direito do trabalhador e adoecer pelo trabalho não deve ser normal", ressalta o secretário de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam).
A Campanha Nacional dos Bancários 2024 conquistou importantes avanços para a categoria no tema, como a inclusão pela primeira vez e de maneira explícita do termo “assédio moral” nas negociações, atendendo a uma reivindicação histórica do movimento sindical.
“Vivemos num mundo de mudanças desafiadoras. Essas mudanças, cada vez mais aceleradas, exigem novas atitudes, novas habilidades e novos entendimentos que podem ter impactos negativos em nossa saúde mental. Não basta o trabalhador recorrer a subterfúgios para tentar amenizar os gatilhos do adoecimento se não houver por parte dos bancos esse reconhecimento da existência de um ambiente que leva ao adoecimento de seus empregados e transformações profundas nas condições de trabalho”, acrescenta o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
O Sindicato segue mobilizado, todos os dias do ano, em combater a forma de gestão dos bancos, baseada em pressão extrema por metas abusivas e assédio, quem vem acarretando uma verdadeira epidemia de transtornos mentais e comportamentais entre os bancários.
A adesão à campanha Janeiro Branco é uma forma de alertar sobre a necessidade de conscientização e de um ambiente de trabalho mais saudável e acolhedor.
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