14/06/2024
Sindicato protesta contra reestruturação e fechamento de agências do Santander em Tabatinga e Borborema

Diretores do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região estiveram, na manhã desta sexta-feira (14), nos municípios de Tabatinga e Borborema em ações de protesto contra uma série de abusos cometidos pela gestão brasileira do Santander.
A maldade da vez é mais uma reestruturação anunciada de maneira unilateral, que culminou no fechamento de diversas unidades do banco pelo país, incluindo as agências dos dois municípios situados na base da entidade.
Os dirigentes realizaram reuniões com os funcionários, colocando a entidade à disposição dos trabalhadores, e dialogaram também com os cliente e população para explicar os impactos da medida. De antemão, o banco garantiu ao movimento sindical a realocação de todos os bancários.
A maldade da vez é mais uma reestruturação anunciada de maneira unilateral, que culminou no fechamento de diversas unidades do banco pelo país, incluindo as agências dos dois municípios situados na base da entidade.
Os dirigentes realizaram reuniões com os funcionários, colocando a entidade à disposição dos trabalhadores, e dialogaram também com os cliente e população para explicar os impactos da medida. De antemão, o banco garantiu ao movimento sindical a realocação de todos os bancários.

Os diretores do Sindicato, Sérgio Luís C. Ribeiro (Chimbica), Luiz Eduardo Campolungo e Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam)
Com faixas e palavras de ordem, o protesto denunciou, ainda, os adoecimentos que acometem a categoria causados pelas metas cada vez mais abusivas e pela sobrecarga de trabalho, decorrente de demissões e da cobrança por resultados.
Além do prejuízo direto aos trabalhadores, o corte de postos de trabalho pelo banco afeta negativamente o comércio e serviços locais.
O diretor do Sindicato, Luiz Eduardo Campolungo destacou que o Santander opera como concessão pública no Brasil, país do qual retira a maior parcela do seu lucro mundial, e deve oferecer contrapartidas, como mais agências para promover a inclusão bancária bem como a contratação de mais trabalhadores, mas segue na contramão, fechando postos de trabalho, ampliando o medo e insegurança para seus trabalhadores e precarizando o atendimento.
“É uma incoerência da instituição bancária que diz que é um banco de varejo, mas, na verdade, está fechando agências e, consequentemente, encerrando atendimento. Clientes são empurrados para os serviços digitais, sem que muitos deles tenham habilidade ou acesso à tecnologia. Outros precisarão, agora, se locomover quilômetros atrás de atendimento até a agência mais próxima. Enquanto isso, funcionários adoecem devido à sobrecarga de trabalho e metas inatingíveis. É preciso que todos saibam que a culpa pelo atendimento precarizado não é do bancário, é do banqueiro que lucra milhões, mas insiste na redução de custos através dos cortes na folha de pagamento de salários e na redução de estruturas operacionais”, denunciou o diretor.

Os diretores do Sindicato, Sérgio Luís C. Ribeiro (Chimbica), Luiz Eduardo Campolungo e Ricardo Jorge Nassar Jr.
A defesa do emprego é um dos temas prioritários da Campanha Nacional da categoria este ano. A minuta de reivindicações específicas dos trabalhadores do Santander, que já foi entregue ao banco no último dia 10, e também destaca o tema.
“Os bancos não têm razão para demitir e é isso que vamos cobrar nas mesas de negociação. Queremos respeito aos empregos e também garantir na CCT que os bancários não sejam trocados por trabalhadores terceirizados nem pela tecnologia. Se o Santander quer aumentar sua lucratividade, deve fazê-lo por meio da melhora do serviço prestado aos seus clientes e por meio da redução da sobrecarga de trabalho”, concluiu Eduardo.
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