29/02/2024
País tem 700 mil desempregados a menos em um ano. Desalento cai, ocupação e renda crescem
A taxa de desemprego calculada pelo IBGE foi a 7,6% no trimestre encerrado em janeiro. Estável em relação a outubro, cai na comparação com igual período de 2023 (8,4%). O total de desempregados foi estimado em 8,292 milhões, com queda de 7,8% em um ano. Com isso, são 703 mil desempregados a menos no período.
Ainda segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (29), a população ocupada soma 100,593 milhões. Assim, cresce 0,4% no trimestre (mais 387 mil) e 2% na comparação anual – mais 1,957 milhão de pessoas.
Emprego com e sem carteira
O número de empregados com carteira de trabalho no setor privado é estimado em 37,950 milhões, alta trimestral de 0,9% (mais 335 mil) e anual de 3,1% no trimestre e de 3,1% (mais 1,137 milhão) no ano. Já o número de empregados sem carteira no setor privado (13,443 milhões) fica estável no trimestre, mas aumenta 2,6% no ano (mais 335 mil pessoas).
Por sua vez, o número de trabalhadores por conta própria (25,553 milhões) ficou estável nas duas comparações. O mesmo acontece com os trabalhadores no setor doméstico (5,945 milhões) e os empregadores (4,204 milhões). Os empregados no setor público são 12,124 milhões, estável no trimestre e com crescimento anual de 2,7% (mais 315 mil).
Informais e desalentados
A taxa de informalidade praticamente não se altera: corresponde a 39% dos ocupados, mesmo percentual registrado há um ano. Dessa forma, o país tem 39,2 milhões de trabalhadores informais, aponta o IBGE. Já os desalentados são 3,572 milhões. Estável no trimestre, esse número cai 9,8% em um ano: menos 388 mil.
Entre os setores, na comparação anual, o emprego cai na agricultura e tem leves altas na indústria, na construção e no comércio. A pesquisa mostra crescimento em áreas ligadas aos serviços.
Estimado em R$ 3.078, o rendimento médio cresceu 1,6% no trimestre e 3,8% no ano. A massa de rendimento soma R$ 305,1 bilhões, novo recorde da série histórica, iniciada em 2012. A alta foi de 2,1% no trimestre e de 6% em relação a igual período do ano passado.
Ainda segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (29), a população ocupada soma 100,593 milhões. Assim, cresce 0,4% no trimestre (mais 387 mil) e 2% na comparação anual – mais 1,957 milhão de pessoas.
Emprego com e sem carteira
O número de empregados com carteira de trabalho no setor privado é estimado em 37,950 milhões, alta trimestral de 0,9% (mais 335 mil) e anual de 3,1% no trimestre e de 3,1% (mais 1,137 milhão) no ano. Já o número de empregados sem carteira no setor privado (13,443 milhões) fica estável no trimestre, mas aumenta 2,6% no ano (mais 335 mil pessoas).
Por sua vez, o número de trabalhadores por conta própria (25,553 milhões) ficou estável nas duas comparações. O mesmo acontece com os trabalhadores no setor doméstico (5,945 milhões) e os empregadores (4,204 milhões). Os empregados no setor público são 12,124 milhões, estável no trimestre e com crescimento anual de 2,7% (mais 315 mil).
Informais e desalentados
A taxa de informalidade praticamente não se altera: corresponde a 39% dos ocupados, mesmo percentual registrado há um ano. Dessa forma, o país tem 39,2 milhões de trabalhadores informais, aponta o IBGE. Já os desalentados são 3,572 milhões. Estável no trimestre, esse número cai 9,8% em um ano: menos 388 mil.
Entre os setores, na comparação anual, o emprego cai na agricultura e tem leves altas na indústria, na construção e no comércio. A pesquisa mostra crescimento em áreas ligadas aos serviços.
Estimado em R$ 3.078, o rendimento médio cresceu 1,6% no trimestre e 3,8% no ano. A massa de rendimento soma R$ 305,1 bilhões, novo recorde da série histórica, iniciada em 2012. A alta foi de 2,1% no trimestre e de 6% em relação a igual período do ano passado.
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