09/01/2024
Demora do Congresso ameaça população e empregados de área da Caixa
A imprensa vem divulgando que a Caixa adiou o pagamento de indenização para vítimas de acidentes de trânsito ocorridos após 15 de novembro de 2023. Isto porque o recurso se esgotou desde que o Fundo DPVAT (seguro por Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres) deixou de ter ingresso de novos recursos em 2020, e o projeto de lei complementar (PLP 233/2023) para redefinir o financiamento do Fundo ainda não foi votado pelo Congresso.
A falta da fonte de recursos também teve impacto na vida funcional da Caixa. Em reunião no dia 5 de janeiro, a Apcef/SP, representando o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, e demais representantes do movimento sindical bancário, discutiram com representantes da CEVAT e GEMPR as consequências para os empregados.
A Caixa explica que como a demanda de trabalho tem diminuído pela falta de recursos, empregados precisarão ser realocados em unidades sob a mesma diretoria. Em mesa, ficou garantido que os deslocamentos serão feitos em ondas conforme houver queda de demanda, com manutenção do HO, treinamento e manutenção das funções, e que irá manter contato com o movimento sindical a esse respeito.
“A gestão do DPVAT é vista como bem-vinda pelo movimento sindical por ser mais uma política pública para melhorar o serviço para a população, mas é importante destacar que os empregados que atenderam ao chamado do banco e assumiram essa responsabilidade, mesmo estando sobrecarregados, também possuíam a expectativa de estabilidade na carreira e crescimento profissional na área. Portanto, é fundamental que os impactos aos trabalhadores sejam minimizados ao máximo, ressaltou o diretor do Sindicato e da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Enquanto o PLP 233/2023, que restabelece o financiamento do FDPVAT (fundo responsável por garantir o pagamento dos sinistros, e do qual a Caixa passou a ser agente operador em 2023), fica parado no Congresso, os cidadãos permanecerão sem o amparo de suas coberturas. “A sociedade perde muito sem esta cobertura. Apenas em 2022 houve mais de 410 mil sinistros cobertos, garantindo o mínimo de amparo à estas centenas de milhares de famílias. E a Caixa, que desde 2021 se estruturou, criou processos e sistemas para atender à demanda, deve continuar como agente operador. Por isso, é fundamental que o Congresso agilize a apreciação da matéria”, defende Leonardo Quadros, diretor-presidente da Apcef/SP.
Manifeste-se
Participe da enquete sobre o PLP 233/2023 na página da Câmara dos Deputados através do link https://www.camara.leg.br/enquetes/2400758 e vote SIM! Em caso de dúvidas entre em contato com o Sindicato pelo telefone (17) 3522-2409 / WhatsApp (17) 99259-1987 e/ou com a Apcef/SP pelo e-mail sindical@apcefsp.org.br
A falta da fonte de recursos também teve impacto na vida funcional da Caixa. Em reunião no dia 5 de janeiro, a Apcef/SP, representando o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, e demais representantes do movimento sindical bancário, discutiram com representantes da CEVAT e GEMPR as consequências para os empregados.
A Caixa explica que como a demanda de trabalho tem diminuído pela falta de recursos, empregados precisarão ser realocados em unidades sob a mesma diretoria. Em mesa, ficou garantido que os deslocamentos serão feitos em ondas conforme houver queda de demanda, com manutenção do HO, treinamento e manutenção das funções, e que irá manter contato com o movimento sindical a esse respeito.
“A gestão do DPVAT é vista como bem-vinda pelo movimento sindical por ser mais uma política pública para melhorar o serviço para a população, mas é importante destacar que os empregados que atenderam ao chamado do banco e assumiram essa responsabilidade, mesmo estando sobrecarregados, também possuíam a expectativa de estabilidade na carreira e crescimento profissional na área. Portanto, é fundamental que os impactos aos trabalhadores sejam minimizados ao máximo, ressaltou o diretor do Sindicato e da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Enquanto o PLP 233/2023, que restabelece o financiamento do FDPVAT (fundo responsável por garantir o pagamento dos sinistros, e do qual a Caixa passou a ser agente operador em 2023), fica parado no Congresso, os cidadãos permanecerão sem o amparo de suas coberturas. “A sociedade perde muito sem esta cobertura. Apenas em 2022 houve mais de 410 mil sinistros cobertos, garantindo o mínimo de amparo à estas centenas de milhares de famílias. E a Caixa, que desde 2021 se estruturou, criou processos e sistemas para atender à demanda, deve continuar como agente operador. Por isso, é fundamental que o Congresso agilize a apreciação da matéria”, defende Leonardo Quadros, diretor-presidente da Apcef/SP.
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Participe da enquete sobre o PLP 233/2023 na página da Câmara dos Deputados através do link https://www.camara.leg.br/enquetes/2400758 e vote SIM! Em caso de dúvidas entre em contato com o Sindicato pelo telefone (17) 3522-2409 / WhatsApp (17) 99259-1987 e/ou com a Apcef/SP pelo e-mail sindical@apcefsp.org.br
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