26/10/2023
“Avanços tecnológicos transformam bancos e empregos bancários”, diz Marco Bonnefoy
Na retomada dos trabalhos do Fórum Sindical Internacional sobre a Digitalização Financeira após o almoço, Marco Bonnefoy, da Confederação de Trabalhadores Bancários do Chile (CSTBA), ministrou a palestra “Bancarização e automatização, o papel do banco”.
De acordo com Bonnefoy, os bancos souberam aproveitar esse impulso tecnológico, assumindo diversos meios de negócios que não fazia antes, como oferta de serviços online e digitais. “Todo esse movimento foi puxado, sem dúvida, pelas fintechs. Instituições financeiras que nasceram com o uso intrínseco da tecnologia, criando um novo modelo de negócio”.
Para ele, o maior impacto dos avanços tecnológico nos bancos é sentido pelas pessoas. “Os trabalhadores são os principais afetados. A ameaça está sobre os funcionários e a realidade do emprego, a forma como são contratados”, disse. “Os bancos concentraram o desenvolvimento tecnológico no front end, mas em breve o farão no back end”, completou.
O sindicalista chileno aponta que a mudança do perfil de modelo de negócio dos bancos no seu país culminou no desemprego. “Os bancos não estão mais focados nas pessoas, mas em empreendimentos. Com isso, eles mandaram embora muita gente. Eles precisam de menos pessoas para atender esse modelo de negócios”.
Os trabalhadores que permanecem estão sobrecarregados. “Embora os clientes tenham optado pela prestação de serviços digitalmente, continuam a ter em conta o atendimento presencial prestado pelos bancos”.
O desafio do movimento sindical do Chile é negociar com os bancos a adequação dos trabalhadores empregados aos postos existentes. “Precisamos falar com os bancos para mudar a forma de emprego. Isso precisa ser feito com união. Estamos tentando, mas vai ser muito difícil, porque nosso modelo de trabalho é muito individualista”, lamentou.
Para ele, o exemplo ideal é o Brasil. “Aqui é o melhor exemplo que temos, este é o nosso ideal. Vamos ter muito trabalho para mudar na consciência do trabalhador”.
De acordo com Bonnefoy, os bancos souberam aproveitar esse impulso tecnológico, assumindo diversos meios de negócios que não fazia antes, como oferta de serviços online e digitais. “Todo esse movimento foi puxado, sem dúvida, pelas fintechs. Instituições financeiras que nasceram com o uso intrínseco da tecnologia, criando um novo modelo de negócio”.
Para ele, o maior impacto dos avanços tecnológico nos bancos é sentido pelas pessoas. “Os trabalhadores são os principais afetados. A ameaça está sobre os funcionários e a realidade do emprego, a forma como são contratados”, disse. “Os bancos concentraram o desenvolvimento tecnológico no front end, mas em breve o farão no back end”, completou.
O sindicalista chileno aponta que a mudança do perfil de modelo de negócio dos bancos no seu país culminou no desemprego. “Os bancos não estão mais focados nas pessoas, mas em empreendimentos. Com isso, eles mandaram embora muita gente. Eles precisam de menos pessoas para atender esse modelo de negócios”.
Os trabalhadores que permanecem estão sobrecarregados. “Embora os clientes tenham optado pela prestação de serviços digitalmente, continuam a ter em conta o atendimento presencial prestado pelos bancos”.
O desafio do movimento sindical do Chile é negociar com os bancos a adequação dos trabalhadores empregados aos postos existentes. “Precisamos falar com os bancos para mudar a forma de emprego. Isso precisa ser feito com união. Estamos tentando, mas vai ser muito difícil, porque nosso modelo de trabalho é muito individualista”, lamentou.
Para ele, o exemplo ideal é o Brasil. “Aqui é o melhor exemplo que temos, este é o nosso ideal. Vamos ter muito trabalho para mudar na consciência do trabalhador”.
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