02/10/2023
Desemprego cai para 7,8% e tem menor índice desde 2015
O índice de desempregados no país caiu de 8,3% para 7,8% no trimestre móvel terminado em agosto, uma redução de 0,5 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior, finalizado no mês de maio. Esse é o menor índice desde fevereiro de 2015, quando ficou em 7,5%.
Ao todo são 8,4 de pessoas desocupadas ante 8,9 milhões da pesquisa anterior. É o menor contingente em números absolutos desde o trimestre móvel encerrado em junho de 2014, que na época apontou 7 milhões de desempregados.
Os dados, que abrangem tanto o mercado de trabalho formal quanto o informal, estão na PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada na sexta-feira (29/09).
A PNAD mostra ainda que o número de empregados com carteira de trabalho no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 37,248 milhões, com alta de 1,1% (mais 422 mil) no trimestre e de 3,5% (mais 1,3 milhão) no ano. Foi o maior contingente desde fevereiro de 2015 (37,288 milhões).
O número de empregados sem carteira no setor privado (13,2 milhões) cresceu 2,1% no trimestre (mais 266 mil pessoas) e ficou estável no ano.
O rendimento real habitual (R$ 2.947) ficou estável no trimestre e cresceu 4,6% no ano.
Confira outros dados da pesquisa
População ocupada (99,7 milhões) cresceu 1,3% no trimestre (mais 1,3 milhão de pessoas) e 0,6% (mais 641 mil pessoas) no ano.
Percentual de pessoas ocupadas em idade de trabalhar: 57,0%, crescendo 0,6 p.p. frente ao trimestre de março a maio (56,4%) e ficando estável no ano.
Taxa composta de subutilização (17,7%) recuou 0,5 p.p. no trimestre (18,2%) e caiu 2,9 p.p. ante o trimestre encerrado em julho de 2022 (20,5%). Foi a menor taxa desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015 (17,4%).
População subutilizada (20,2 milhões de pessoas) caiu 2,2% no trimestre e recuou 15,5% no ano. Foi o menor contingente desde o trimestre encerrado em fevereiro de 2016 (19,983 milhões).
População fora da força de trabalho (66,8 milhões) caiu 0,5% ante o trimestre anterior (menos 347 mil pessoas) e cresceu 3,4% (mais 2,2 milhões) na comparação anual.
População desalentada (3,6 milhões) ficou estável ante o trimestre anterior e caiu 16,2% (menos 692 mil pessoas) no ano. Foi o menor contingente desde o trimestre encerrado em setembro de 2016 (3,5 milhões).
Percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada (3,2%) caiu 0,2 p.p. no trimestre e recuou 0,6 p.p. no ano. Foi a menor taxa desde o trimestre encerrado em agosto de 2016 (3,2%).
Empregados sem carteira no setor privado (13,2 milhões) cresceu 2,1% no trimestre (mais 266 mil pessoas) e ficou estável no ano.
Trabalhadores por conta própria (25,4 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e caiu 2,0% no ano (menos 509 mil pessoas).
Trabalhadores domésticos (5,9 milhões de pessoas) cresceu 2,8% ante o trimestre anterior e ficou estável frente ao trimestre encerrado em agosto de 2022.
Taxa de informalidade foi de 39,1 % da população ocupada (ou 38,9 milhões de trabalhadores informais) contra 38,9% no trimestre anterior e 39,7% no mesmo trimestre de 2022.
Empregadores (4,2 milhões de pessoas) ficou estável nas duas comparações, assim como o número de empregados no setor público (12,2 milhões de pessoas).
> Leia aqui a pesquisa completa do IBGE
Ao todo são 8,4 de pessoas desocupadas ante 8,9 milhões da pesquisa anterior. É o menor contingente em números absolutos desde o trimestre móvel encerrado em junho de 2014, que na época apontou 7 milhões de desempregados.
Os dados, que abrangem tanto o mercado de trabalho formal quanto o informal, estão na PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada na sexta-feira (29/09).
A PNAD mostra ainda que o número de empregados com carteira de trabalho no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 37,248 milhões, com alta de 1,1% (mais 422 mil) no trimestre e de 3,5% (mais 1,3 milhão) no ano. Foi o maior contingente desde fevereiro de 2015 (37,288 milhões).
O número de empregados sem carteira no setor privado (13,2 milhões) cresceu 2,1% no trimestre (mais 266 mil pessoas) e ficou estável no ano.
O rendimento real habitual (R$ 2.947) ficou estável no trimestre e cresceu 4,6% no ano.
Confira outros dados da pesquisa
População ocupada (99,7 milhões) cresceu 1,3% no trimestre (mais 1,3 milhão de pessoas) e 0,6% (mais 641 mil pessoas) no ano.
Percentual de pessoas ocupadas em idade de trabalhar: 57,0%, crescendo 0,6 p.p. frente ao trimestre de março a maio (56,4%) e ficando estável no ano.
Taxa composta de subutilização (17,7%) recuou 0,5 p.p. no trimestre (18,2%) e caiu 2,9 p.p. ante o trimestre encerrado em julho de 2022 (20,5%). Foi a menor taxa desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015 (17,4%).
População subutilizada (20,2 milhões de pessoas) caiu 2,2% no trimestre e recuou 15,5% no ano. Foi o menor contingente desde o trimestre encerrado em fevereiro de 2016 (19,983 milhões).
População fora da força de trabalho (66,8 milhões) caiu 0,5% ante o trimestre anterior (menos 347 mil pessoas) e cresceu 3,4% (mais 2,2 milhões) na comparação anual.
População desalentada (3,6 milhões) ficou estável ante o trimestre anterior e caiu 16,2% (menos 692 mil pessoas) no ano. Foi o menor contingente desde o trimestre encerrado em setembro de 2016 (3,5 milhões).
Percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada (3,2%) caiu 0,2 p.p. no trimestre e recuou 0,6 p.p. no ano. Foi a menor taxa desde o trimestre encerrado em agosto de 2016 (3,2%).
Empregados sem carteira no setor privado (13,2 milhões) cresceu 2,1% no trimestre (mais 266 mil pessoas) e ficou estável no ano.
Trabalhadores por conta própria (25,4 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e caiu 2,0% no ano (menos 509 mil pessoas).
Trabalhadores domésticos (5,9 milhões de pessoas) cresceu 2,8% ante o trimestre anterior e ficou estável frente ao trimestre encerrado em agosto de 2022.
Taxa de informalidade foi de 39,1 % da população ocupada (ou 38,9 milhões de trabalhadores informais) contra 38,9% no trimestre anterior e 39,7% no mesmo trimestre de 2022.
Empregadores (4,2 milhões de pessoas) ficou estável nas duas comparações, assim como o número de empregados no setor público (12,2 milhões de pessoas).
> Leia aqui a pesquisa completa do IBGE
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Associações representativas e Sindicato orientam voto na AGO da Cabesp
- Setor bancário fecha 8,9 mil postos em 2025 e contraria trajetória positiva do mercado de trabalho
- Bradesco lucra R$ 24,6 bilhões em 2025, mas fecha quase 2 mil postos e reduz rede de atendimento
- Abertas as inscrições para o curso "Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas"
- Reforma do Imposto de Renda amplia isenção e avança na justiça tributária para trabalhadores
- Santander confirma pagamento da PLR em 27 de fevereiro após ofício da Contraf-CUT
- Itaú lucra R$ 46,8 bilhões em 2025 e segue fechando agências e postos de trabalho
- Eleições Funcef 2026: processo já começou e votação será em março
- Lucro de R$ 15 bi no Santander contrasta com cortes, sobrecarga e retirada de direitos
- Itaú confirma pagamento da segunda parcela da PLR em 27 de fevereiro
- Nova estrutura de certificações da Anbima entra em vigor em 2026 e exige preparação dos bancários
- Governo planeja levar projeto 6x1 em regime de urgência
- Na Previc, Funcef debate propostas para solucionar passivo previdenciário
- Cassi homologa chapas para Eleições 2026; Sindicato e Contraf-CUT apoiam as chapas 2 e 55
- Morosidade da Caixa atrasa pagamento dos deltas e Super Caixa