15/09/2023
Sindicatos da Fetec-CUT/SP reafirmam compromisso na luta contra privatizações
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e demais sindicatos da base da Fetec-CUT/SP reuniram na tarde de quinta-feira (14), na sede da Federação, em reunião híbrida, com intuito de reafirmar a importância do plebiscito contra as privatizações defendidas por Tarcísio de Freitas. O encontro foi coordenado pela secretária-geral da Fetec, Ana Lúcia Ramos Pinto.
Representando o Sindicato, participaram o presidente da entidade, Roberto Vicentim, e os diretores Luiz Eduardo Campolungo, Ricardo Jorge Nassar Jr, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam) e Sérgio Luís C. Ribeiro (Chimbica).
Desde que assumiu o governo do Estado de São Paulo, o governador tenta levar adiante a entrega da Sabesp, da CPTM e do Metrô ao setor privado.
No dia 5 de setembro, a CUT, demais entidades sindicais e movimentos sociais lançaram o plebiscito para ouvir a sociedade sobre as privatizações e iniciando as ações e coleta de votos, que se estende até o dia 4 de outubro.
Aliados às subsedes da CUT de suas regiões, os sindicatos já estão dialogando com a população com urnas fixas em suas sedes e tendas montadas para votação do plebiscito, instaladas em áreas centrais, bairros e estações de trem.
Durante seu 12° Congresso Estadual, a Fetec-CUT/SP aprovou em seu plano de luta a resolução ‘’lutar pelo fortalecimento dos instrumentos de Estado, como o SUS, empresas e bancos públicos e institutos capazes de atuar na promoção dos direitos constitucionais, como saúde, alimentação, moradia, previdência e seguridade social’’.
Aline Molina, presidenta da entidade e secretária de Formação do Seeb/SP, que abriu o Congresso abordando o tema, disse que o debate precisa voltar com força total para as ruas e as redes.
‘’Por uma questão de sobrevivência nossa luta se voltou totalmente contra os ataques às liberdades e à democracia nos governos Temer e Bolsonaro, mas agora, no governo Lula, é hora de trazermos esse debate com força total para que a sociedade se engaje em defesa dos bens públicos’’.
Urnas por toda parte
Durante a reunião, a direção da Fetec e dos sindicatos deliberaram por ações efetivas até o dia 4 de outubro, data final do plebiscito, com instalação de urnas fixas e volantes, divulgação de informativos sobre os riscos das privatizações e a coleta de assinaturas contra o desmonte das estatais.
Ari Algaba, diretor jurídico da Fetec e membro da direção da CUT/SP, destacou a importância dos sindicatos se unirem aos movimentos populares nesse embate contra as privatizações.
’’Precisamos dar uma resposta imediata a esse governo privatista e lembrar que o impacto é imenso em nossa sociedade, tanto na questão da água como do transporte público’’.
Contramão
Na contramão do mundo, que volta a estatizar suas empresas públicas, Tarcísio de Freitas (Republicanos) contratou, sem licitação, um serviço de assessoria e consultoria para preparar a privatização da Sabesp e da CPTM, pelo valor de R$ 71,2 milhões, dinheiro dos cofres públicos.
Além de ser referência internacional na prestação de serviços de abastecimento de água, a Sabesp é um empreendimento bem-sucedido financeiramente, registrando lucro de R$ 3,12 bilhões em 2022. Em todos esses feitos, o peso do governo de São Paulo, acionista controlador, tem sido essencial.
No caso do Metrô e da CPTM, já é possível prever os estragos com a entrega total desses serviços, a exemplo das linhas Esmeralda e Diamante que já funcionam no modelo de concessão com atrasos, paralisação por longas horas e acidentes.
Representando o Sindicato, participaram o presidente da entidade, Roberto Vicentim, e os diretores Luiz Eduardo Campolungo, Ricardo Jorge Nassar Jr, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam) e Sérgio Luís C. Ribeiro (Chimbica).
Desde que assumiu o governo do Estado de São Paulo, o governador tenta levar adiante a entrega da Sabesp, da CPTM e do Metrô ao setor privado.
No dia 5 de setembro, a CUT, demais entidades sindicais e movimentos sociais lançaram o plebiscito para ouvir a sociedade sobre as privatizações e iniciando as ações e coleta de votos, que se estende até o dia 4 de outubro.
Aliados às subsedes da CUT de suas regiões, os sindicatos já estão dialogando com a população com urnas fixas em suas sedes e tendas montadas para votação do plebiscito, instaladas em áreas centrais, bairros e estações de trem.
Durante seu 12° Congresso Estadual, a Fetec-CUT/SP aprovou em seu plano de luta a resolução ‘’lutar pelo fortalecimento dos instrumentos de Estado, como o SUS, empresas e bancos públicos e institutos capazes de atuar na promoção dos direitos constitucionais, como saúde, alimentação, moradia, previdência e seguridade social’’.
Aline Molina, presidenta da entidade e secretária de Formação do Seeb/SP, que abriu o Congresso abordando o tema, disse que o debate precisa voltar com força total para as ruas e as redes.
‘’Por uma questão de sobrevivência nossa luta se voltou totalmente contra os ataques às liberdades e à democracia nos governos Temer e Bolsonaro, mas agora, no governo Lula, é hora de trazermos esse debate com força total para que a sociedade se engaje em defesa dos bens públicos’’.
Urnas por toda parte
Durante a reunião, a direção da Fetec e dos sindicatos deliberaram por ações efetivas até o dia 4 de outubro, data final do plebiscito, com instalação de urnas fixas e volantes, divulgação de informativos sobre os riscos das privatizações e a coleta de assinaturas contra o desmonte das estatais.
Ari Algaba, diretor jurídico da Fetec e membro da direção da CUT/SP, destacou a importância dos sindicatos se unirem aos movimentos populares nesse embate contra as privatizações.
’’Precisamos dar uma resposta imediata a esse governo privatista e lembrar que o impacto é imenso em nossa sociedade, tanto na questão da água como do transporte público’’.
Contramão
Na contramão do mundo, que volta a estatizar suas empresas públicas, Tarcísio de Freitas (Republicanos) contratou, sem licitação, um serviço de assessoria e consultoria para preparar a privatização da Sabesp e da CPTM, pelo valor de R$ 71,2 milhões, dinheiro dos cofres públicos.
Além de ser referência internacional na prestação de serviços de abastecimento de água, a Sabesp é um empreendimento bem-sucedido financeiramente, registrando lucro de R$ 3,12 bilhões em 2022. Em todos esses feitos, o peso do governo de São Paulo, acionista controlador, tem sido essencial.
No caso do Metrô e da CPTM, já é possível prever os estragos com a entrega total desses serviços, a exemplo das linhas Esmeralda e Diamante que já funcionam no modelo de concessão com atrasos, paralisação por longas horas e acidentes.
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