02/06/2023
COE/BMB e AFAPAC debatem retirada do patrocínio do Mercantil da CAVA
Foi realizada, na última quarta-feira, 31 de maio, reunião entre a Comissão de Organização dos Empregados do Mercantil (COE/BMB) e a AFAPAC (Associação dos Participantes e Ex-Participantes da CAVA) para debater sobre a retirada de patrocínio do banco na Caixinha.
As entidades representativas discutiram eventuais estratégias jurídicas para cobrar esclarecimentos judiciais do Mercantil sobre o patrimônio da CAVA, alterações estatutárias efetuadas pelo banco sem a anuência dos associados e a garantia da manutenção dos direitos dos assistidos, como auxílio natalidade, auxílio doença, auxílio funeral e pecúlio por morte.
"A representação dos empregados e a Associação estão conversando com as respectivas assessorias jurídicas e, em breve, teremos novidades a respeito do tema”, frisou Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil e coordenador nacional da COE/BMB. “Esperamos que nossa atuação faça justiça aos participantes e assistidos da CAVA, sumariamente esquecidos pelo Banco Mercantil”, completou.
As entidades sindicais representativas dos trabalhadores não foram consultadas sobre alterações estatutárias e tampouco sobre a destinação do patrimônio da CAVA.
"Prevista por lei complementar, a retirada de patrocínio é uma prerrogativa do patrocinador. Entretanto, deve ser tratada como algo excepcional, somente em casos extremos, e deve ter uma série de garantias à parte mais prejudicada na ação, ou seja, os trabalhadores que são participantes dos planos, atitude que não foi observada pelo Mercantil. Por isso, exigimos esclarecimentos do banco sobre mais esse descaso com seus funcionários", acrescentou o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo.
As entidades representativas discutiram eventuais estratégias jurídicas para cobrar esclarecimentos judiciais do Mercantil sobre o patrimônio da CAVA, alterações estatutárias efetuadas pelo banco sem a anuência dos associados e a garantia da manutenção dos direitos dos assistidos, como auxílio natalidade, auxílio doença, auxílio funeral e pecúlio por morte.
"A representação dos empregados e a Associação estão conversando com as respectivas assessorias jurídicas e, em breve, teremos novidades a respeito do tema”, frisou Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil e coordenador nacional da COE/BMB. “Esperamos que nossa atuação faça justiça aos participantes e assistidos da CAVA, sumariamente esquecidos pelo Banco Mercantil”, completou.
As entidades sindicais representativas dos trabalhadores não foram consultadas sobre alterações estatutárias e tampouco sobre a destinação do patrimônio da CAVA.
"Prevista por lei complementar, a retirada de patrocínio é uma prerrogativa do patrocinador. Entretanto, deve ser tratada como algo excepcional, somente em casos extremos, e deve ter uma série de garantias à parte mais prejudicada na ação, ou seja, os trabalhadores que são participantes dos planos, atitude que não foi observada pelo Mercantil. Por isso, exigimos esclarecimentos do banco sobre mais esse descaso com seus funcionários", acrescentou o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo.
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