22/05/2023
Sem compromisso, Mercantil ignora trabalhadores e anuncia retirada total do patrocínio da CAVA
O Banco Mercantil e empresas coligadas, em mais uma demonstração de desprezo com o bem-estar dos seus funcionários da ativa e ex-funcionários, e sem nenhum compromisso com sua própria história, anunciou a retirada total do patrocínio da CAVA. Prevista por Lei complementar, a retirada de patrocínio é uma prerrogativa do patrocinador. Entretanto, deve ser tratada como algo excepcional, somente em casos extremos, e deve ter uma série de garantias à parte mais prejudicada na ação, ou seja, os trabalhadores participantes dos planos.
A Caixa Vicente de Araújo (CAVA) foi fundada pelos empregados do Mercantil, em 3 de maio de 1958, sob a forma de Associação e declarada de utilidade pública pela Lei Estadual nº 2.601 de 05 de janeiro de 1962, com a missão de oferecer os seguintes benefícios: auxílio natalidade, auxílio educacional, auxílio doença, auxílio funeral e pecúlio por morte.
"Centenas de funcionários associados ativos, que ainda hoje pagam rigorosamente a mensalidade em dia, descontada diretamente em folha de pagamento, sequer foram ouvidos sobre a retirada do patrocínio ou a destinação dos bens patrimoniais da CAVA. Em uma live específica realizada pelo banco, os questionamentos do Sindicato e demais associados foram sumariamente ignorados. Como ficam os direitos dos funcionários e, principalmente, o patrimônio da CAVA, Mercantil", indagou Marco Aurélio Alves, coordenador da COE/BMB.
"Com o fim do patrocínio e a iminente extinção dos benefícios aos funcionários, o Mercantil do Brasil segue sua sana por lucros cada vez mais exorbitantes, em detrimento da qualidade de vida e valorização dos seus trabalhadores. Quando o trabalhador faz a sua adesão, existe uma relação contratual que impõe direitos e deveres adquiridos. Ela implica na responsabilidade assumida pelo próprio banco com seus funcionários, que agora saíram prejudicados. Esta relação contratada precisa ser defendida e preservada!", ressaltou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo.
A AFAPAC, associação dos participantes e ex-participantes da CAVA, sediada em Belo Horizonte, também indignada com o descaso do Mercantil, entrou em contato com o Smovimento sindical bancário para agendar reunião preparatória. Devem ser traçadas, em conjunto, estratégias jurídicas de contestação do processo e para resguardar os direitos de todos os associados e associadas.
A Caixa Vicente de Araújo (CAVA) foi fundada pelos empregados do Mercantil, em 3 de maio de 1958, sob a forma de Associação e declarada de utilidade pública pela Lei Estadual nº 2.601 de 05 de janeiro de 1962, com a missão de oferecer os seguintes benefícios: auxílio natalidade, auxílio educacional, auxílio doença, auxílio funeral e pecúlio por morte.
"Centenas de funcionários associados ativos, que ainda hoje pagam rigorosamente a mensalidade em dia, descontada diretamente em folha de pagamento, sequer foram ouvidos sobre a retirada do patrocínio ou a destinação dos bens patrimoniais da CAVA. Em uma live específica realizada pelo banco, os questionamentos do Sindicato e demais associados foram sumariamente ignorados. Como ficam os direitos dos funcionários e, principalmente, o patrimônio da CAVA, Mercantil", indagou Marco Aurélio Alves, coordenador da COE/BMB.
"Com o fim do patrocínio e a iminente extinção dos benefícios aos funcionários, o Mercantil do Brasil segue sua sana por lucros cada vez mais exorbitantes, em detrimento da qualidade de vida e valorização dos seus trabalhadores. Quando o trabalhador faz a sua adesão, existe uma relação contratual que impõe direitos e deveres adquiridos. Ela implica na responsabilidade assumida pelo próprio banco com seus funcionários, que agora saíram prejudicados. Esta relação contratada precisa ser defendida e preservada!", ressaltou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo.
A AFAPAC, associação dos participantes e ex-participantes da CAVA, sediada em Belo Horizonte, também indignada com o descaso do Mercantil, entrou em contato com o Smovimento sindical bancário para agendar reunião preparatória. Devem ser traçadas, em conjunto, estratégias jurídicas de contestação do processo e para resguardar os direitos de todos os associados e associadas.
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