19/05/2021
Mídia destaca levantamento sobre lucros da Caixa Econômica que desmente Bolsonaro

Um levantamento solicitado pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), que contradiz a afirmação de Bolsonaro sobre lucros da Caixa durante o seu governo, foi destaque na mídia na última segunda-feira (17).
Em um evento em Alagoas, no dia 12 de maio, Bolsonaro informou, ao lado do presidente da Caixa, que o banco público tem obtido lucros em seu governo; já nos de Lula e Dilma, teve prejuízos. O levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) desmente. Em valores atualizados, a Caixa registra lucros desde 2003.
De 2003 a 2010, durante os governos de Lula, a Caixa contabilizou lucro líquido acumulado de R$ 39,5 bilhões. Com Dilma, de 2011 a 2016, o lucro foi de R$ 51 bilhões. Já no Governo Temer, em 2017 e 2018, caiu para R$ 25, 4 bilhões.
Em 2019 e 2020, com Bolsonaro, o lucro acumulado foi de R$ 35,1 bilhões. No entanto, o jornal O Dia destaca que a venda de ativos da estatal inflou este valor. “O resultado de 2019, por exemplo, foi fortemente influenciado pela venda de Notas do Tesouro Nacional (NTN-B) e de ações da Petrobras”, explicou o economista do Dieese, Sérgio Lisboa, ao jornal.
O jornal IG destacou o posicionamento do diretor de Formação da Fenae, Jair Ferreira. Ele avaliou que os lucros obtidos durante a presidência de Bolsonaro não é nenhuma atividade atípica da gestão, mas de diminuição do banco a partir da venda de ativos e da redução do papel social da Caixa. “Não foi a atividade bancária que gerou os resultados em 2019 e 2020”, disse Jair Ferreira. “[o resultado] Não mostra que a empresa está se expandindo e gerando empregos; mas, sim, que está se desfazendo de ativos fundamentais”.
A Revista Fórum e o Jornal GGN também repercutiram o estudo solicitado pela Fenae. Aos veículos, o presidente da Federação, Sergio Takemoto, ressaltou o enfraquecimento da Caixa na gestão de Bolsonaro e a intenção de privatizar outras áreas lucrativas do banco que são essenciais para a manutenção dos programas sociais.
“Estão entregando para o mercado um patrimônio que deveria ser mantido nas mãos do país, dos brasileiros, em benefício principalmente à população mais carente, que sempre teve a Caixa como o banco da habitação, da infraestrutura, da saúde, do crédito popular e do financiamento estudantil”, informou Takemoto.
Em um post no Twitter, o perfil do ex-presidente Lula também citou os dados solicitados pela Fenae. “Mais um mito da fantástica fábrica de mentiras do Bolsonaro que cai”, publicou.
Em um evento em Alagoas, no dia 12 de maio, Bolsonaro informou, ao lado do presidente da Caixa, que o banco público tem obtido lucros em seu governo; já nos de Lula e Dilma, teve prejuízos. O levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) desmente. Em valores atualizados, a Caixa registra lucros desde 2003.
De 2003 a 2010, durante os governos de Lula, a Caixa contabilizou lucro líquido acumulado de R$ 39,5 bilhões. Com Dilma, de 2011 a 2016, o lucro foi de R$ 51 bilhões. Já no Governo Temer, em 2017 e 2018, caiu para R$ 25, 4 bilhões.
Em 2019 e 2020, com Bolsonaro, o lucro acumulado foi de R$ 35,1 bilhões. No entanto, o jornal O Dia destaca que a venda de ativos da estatal inflou este valor. “O resultado de 2019, por exemplo, foi fortemente influenciado pela venda de Notas do Tesouro Nacional (NTN-B) e de ações da Petrobras”, explicou o economista do Dieese, Sérgio Lisboa, ao jornal.
O jornal IG destacou o posicionamento do diretor de Formação da Fenae, Jair Ferreira. Ele avaliou que os lucros obtidos durante a presidência de Bolsonaro não é nenhuma atividade atípica da gestão, mas de diminuição do banco a partir da venda de ativos e da redução do papel social da Caixa. “Não foi a atividade bancária que gerou os resultados em 2019 e 2020”, disse Jair Ferreira. “[o resultado] Não mostra que a empresa está se expandindo e gerando empregos; mas, sim, que está se desfazendo de ativos fundamentais”.
A Revista Fórum e o Jornal GGN também repercutiram o estudo solicitado pela Fenae. Aos veículos, o presidente da Federação, Sergio Takemoto, ressaltou o enfraquecimento da Caixa na gestão de Bolsonaro e a intenção de privatizar outras áreas lucrativas do banco que são essenciais para a manutenção dos programas sociais.
“Estão entregando para o mercado um patrimônio que deveria ser mantido nas mãos do país, dos brasileiros, em benefício principalmente à população mais carente, que sempre teve a Caixa como o banco da habitação, da infraestrutura, da saúde, do crédito popular e do financiamento estudantil”, informou Takemoto.
Em um post no Twitter, o perfil do ex-presidente Lula também citou os dados solicitados pela Fenae. “Mais um mito da fantástica fábrica de mentiras do Bolsonaro que cai”, publicou.
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