22/08/2025
Saúde e as negociações de custeio da Cassi são discutidos no 35º CNFBB
Na parte da tarde, o 35º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (35º CNFBB) se concentrou na Cassi, a caixa de assistência da entidade. O diretor de Planos de Saúde e Relacionamentos com Clientes da Cassi, Alberto Alves Junior, falou das estratégias para manter a sustentabilidade do plano. "Procuramos ter a saúde baseada em valor, com foco no participante. Temos um projeto ligado ao um novo modelo de regulamentação que estamos apresentando, que assessora o participante, que administra as respostas negativas para ser rápido".
Outro projeto que Alves Junior está acompanhando é de avaliação de prestadores. "O objetivo é construir uma rede referenciada e com melhores prestadores", completou.
O dirigente também falou do projeto para aumentar o número de prestadores no interior. "Quem é do interior vai poder acessar qualquer especialidade de médico a partir da telemedicina. Também estamos fazendo um acordo com a UNIMED Nacional, e com a Caixa Econômica, para utilizar a rede de saúde do banco público", explicou. "Esses são só alguns projetos, mas temos outros que, juntos, buscam maior economicidade nas contas da Cassi", completou.
Ele ainda defendeu que a Cassi é o melhor plano de saúde do país, pelo tratamento humanizado e a estrutura construída. "Infelizmente, ao longo dos anos, tivemos uma transferência em relação à remuneração dos funcionários da ativa, de remuneração direta para remuneração variáveis, que não geram contribuição da Cassi. Então, hoje os aposentados dão remunerações mais altas à Cassi, mas os empregados da ativa, remunerações menores".
O dirigente completou que o movimento sindical está brigando com o banco para garantir a assistência à saúde dos trabalhadores, melhorando o compromisso com a Cassi.
O diretor de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, Fernando Amaral Baptista Filho, reforçou que a Cassi é o item principal de importância do todos os trabalhadores do BB, "e isso é confirmado em pesquisas", continuou.
Amaral destacou que, atualmente, a Cassi conta com 178 participantes com 100 anos ou mais. A faixa etária com maior percentual (32,5% dos participantes) é a de mais de 59 anos. “Mesmo diante dos desafios para atender com qualidade todos os participantes, fomos capazes de economizar mais de R$ 3 bilhões entre 2019 e 2024. Porém, ainda precisamos lidar com o equilíbrio, porque a arrecadação do Plano Associado é menor do que o custeio".
Mas ele defendeu que o problema não está com o modelo do plano, sim com a queda da participação do Banco do Brasil no custeio da Cassi, ao longo dos anos. "A remuneração tem que ser conforme o que a gente produz. E a tecnologia tem que se a favor do ser humano. Nesse sentido, é possível melhorar a participação do banco no custeio da Cassi", concluiu.
Outro projeto que Alves Junior está acompanhando é de avaliação de prestadores. "O objetivo é construir uma rede referenciada e com melhores prestadores", completou.
O dirigente também falou do projeto para aumentar o número de prestadores no interior. "Quem é do interior vai poder acessar qualquer especialidade de médico a partir da telemedicina. Também estamos fazendo um acordo com a UNIMED Nacional, e com a Caixa Econômica, para utilizar a rede de saúde do banco público", explicou. "Esses são só alguns projetos, mas temos outros que, juntos, buscam maior economicidade nas contas da Cassi", completou.
Ele ainda defendeu que a Cassi é o melhor plano de saúde do país, pelo tratamento humanizado e a estrutura construída. "Infelizmente, ao longo dos anos, tivemos uma transferência em relação à remuneração dos funcionários da ativa, de remuneração direta para remuneração variáveis, que não geram contribuição da Cassi. Então, hoje os aposentados dão remunerações mais altas à Cassi, mas os empregados da ativa, remunerações menores".
O dirigente completou que o movimento sindical está brigando com o banco para garantir a assistência à saúde dos trabalhadores, melhorando o compromisso com a Cassi.
O diretor de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, Fernando Amaral Baptista Filho, reforçou que a Cassi é o item principal de importância do todos os trabalhadores do BB, "e isso é confirmado em pesquisas", continuou.
Amaral destacou que, atualmente, a Cassi conta com 178 participantes com 100 anos ou mais. A faixa etária com maior percentual (32,5% dos participantes) é a de mais de 59 anos. “Mesmo diante dos desafios para atender com qualidade todos os participantes, fomos capazes de economizar mais de R$ 3 bilhões entre 2019 e 2024. Porém, ainda precisamos lidar com o equilíbrio, porque a arrecadação do Plano Associado é menor do que o custeio".
Mas ele defendeu que o problema não está com o modelo do plano, sim com a queda da participação do Banco do Brasil no custeio da Cassi, ao longo dos anos. "A remuneração tem que ser conforme o que a gente produz. E a tecnologia tem que se a favor do ser humano. Nesse sentido, é possível melhorar a participação do banco no custeio da Cassi", concluiu.
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