07/01/2020
Em meio à esvaziamento da TI, cobrança indevida de tarifa atribuída a falha tecnológica causa reclamações dos clientes e problemas aos empregados
As agências da Caixa têm registrado, nos últimos dias, um grande número de reclamações de clientes referente à cobrança de uma tarifa de R$ 5,00 em suas contas, identificada como TAR EX ECT (envio de extrato pelos Correios), e ocorrida em praticamente todas as contas-correntes do banco.
A explicação oferecida pelas áreas responsáveis, a princípio, é que o desconto teria sido uma falha no processamento de tarifas, e que já foi estornado. “Mais uma vez a imagem da Caixa sofre um desgaste, que é algo que não queremos que aconteça de forma alguma”, comentou o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
O “problema tecnológico” reportado ocorre ao mesmo tempo em que a área de Tecnologia da Caixa passa por um enxugamento, feito sob a batuta do presidente Pedro Guimarães, sem qualquer planejamento compartilhado com os empregados. Dias antes da virada do ano, chefias, informalmente, disseram aos empregados das áreas de TI da Caixa (Cedes, Cepti e Cetec) que seriam transferidos à Rede.
Estas eventuais transferências não resolvem o problema das agências e prejudica muito a condição das unidades da área de Tecnologia, que perdem empregados experientes, responsáveis por rotinas importantíssimas para a empresa.
:: Subscreva abaixo-assinado contra o esvaziamento das áreas de TI na Caixa
“Ao invés de reduzir o tamanho da TI, a direção do banco deveria agir no sentido contrário. O último ano já mostrou a importância de investir nesta área, que deve ser valorizada pensando no futuro e na sustentabilidade da Caixa. O caminho não é enxugar pra ‘justificar’ a criação e venda de um banco digital”, finalizou Leonardo Quadros.
A explicação oferecida pelas áreas responsáveis, a princípio, é que o desconto teria sido uma falha no processamento de tarifas, e que já foi estornado. “Mais uma vez a imagem da Caixa sofre um desgaste, que é algo que não queremos que aconteça de forma alguma”, comentou o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
O “problema tecnológico” reportado ocorre ao mesmo tempo em que a área de Tecnologia da Caixa passa por um enxugamento, feito sob a batuta do presidente Pedro Guimarães, sem qualquer planejamento compartilhado com os empregados. Dias antes da virada do ano, chefias, informalmente, disseram aos empregados das áreas de TI da Caixa (Cedes, Cepti e Cetec) que seriam transferidos à Rede.
Estas eventuais transferências não resolvem o problema das agências e prejudica muito a condição das unidades da área de Tecnologia, que perdem empregados experientes, responsáveis por rotinas importantíssimas para a empresa.
:: Subscreva abaixo-assinado contra o esvaziamento das áreas de TI na Caixa
“Ao invés de reduzir o tamanho da TI, a direção do banco deveria agir no sentido contrário. O último ano já mostrou a importância de investir nesta área, que deve ser valorizada pensando no futuro e na sustentabilidade da Caixa. O caminho não é enxugar pra ‘justificar’ a criação e venda de um banco digital”, finalizou Leonardo Quadros.
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