08/01/2020
159 anos: empregados comemoram aniversário da Caixa Econômica Federal com Dia Nacional de Luta
.jpg)
Os empregados da Caixa de todo o Brasil vão comemorar o aniversário de 159 anos do banco, comemorado no dia 12 de janeiro, com um Dia Nacional de Luta, na próxima segunda-feira (13). O mote a ser difundido nas redes sociais é #ACaixaÉTodaSua.
A campanha, que foi lançada por todo o Brasil em 2019, visa divulgar a importância do banco público para toda a população e lutar contra a venda de áreas estratégicas da instituição. “É por meio de setores, como as loterias, os seguros e os cartões, que a Caixa financia o sonho da casa própria, do acesso à faculdade com o Fies e do crédito mais barato. É por intermédio delas também que saem os recursos para o Minha Casa Minha Vida, o maior programa habitacional do Brasil. Além disso, parte do dinheiro arrecadado com as loterias é aplicado no esporte, na cultura e na segurança nacional. Com a venda dessas áreas e a retirada do FGTS, o Brasil todo perde. Mas a população de baixa renda é a que será mais prejudicada com o fim do seu acesso ao sistema financeiro, ao crédito, à poupança e a outros serviços”, explicou Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) orienta todos os empregados da Caixa, da ativa e aposentados, a saírem às ruas vestindo as camisetas e os broches da campanha A Caixa é Toda Sua, além de postarem em suas redes fotos e vídeos dos atos com a #ACaixaETodaSua.
A Contraf-CUT e a CEE-Caixa já possuem calendário de reuniões definidos para o mês de janeiro e tratarão dos temas relativos à continuidade da campanha em defesa da Caixa e outros temas de interesse dos empregados do banco.
"A situação é de alerta e exige resistência. A história da Caixa é de um banco que nasceu para estar ao lado dos brasileiros, sobretudo dos mais carentes. E é fundamental que os empregados e toda a sociedade percebam que o que está em jogo é o futuro do país", acrescenta o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim.
"A Caixa 100% pública e social é a que interessa ao Brasil. Deve permanecer forte e lucrativa, atuando nos mais diversos setores da economia, para que continue sendo o banco da casa própria, do FGTS, da poupança, do saneamento básico, da cultura e do esporte, entre outros. Nossa luta também é para que os milhares de bancários e bancárias da Caixa sejam respeitados. Qualquer retrocesso nesse perfil vai beneficiar somente o setor privado, que visa o rentismo, sem qualquer preocupação com o social e a vida dos mais pobres. Defender a Caixa é defender o Brasil", conclama o presidente do Sindicato.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Caixa não apresenta nova proposta para o Saúde Caixa
- Banqueiros propõem reajuste de 62% da inflação, um dos piores de 2026. Comando rejeitou na mesa
- Negociação com a Caixa: Saúde Caixa, carreira, condições de trabalho e contratações estão no centro da Campanha; veja resumo até aqui
- Negociação do Banco do Brasil segue sem avanço nas principais reivindicações
- Sete mesas, muitas cobranças e poucas respostas: relembre a negociação com o BB
- Eleições Cabesp: Divulgada lista de candidatos; vote nos nomes apoiados pelas entidades
- Fenaban não apresenta índice de reajuste e negociação continua nesta terça-feira (25)
- Acordo garante acesso de associados do Economus à CliniCassi, e representa avanço rumo à isonomia
- Despesas do Saúde Caixa chegaram a R$ 4,39 bilhões em 2025
- Saúde Caixa e Cassi assinam acordo para compartilhar redes credenciadas
- Trabalhadores e banqueiros voltam a negociar nessa segunda-feira (24)
- Paralisação dos bancários ganha repercussão na imprensa e expõe intransigência dos bancos na Campanha Nacional
- Com 100% das agências fechadas em Catanduva, bancários dão recado à Fenaban: queremos proposta decente!
- COE Santander cobra valorização do PPRS e avanço nas demais reivindicações da minuta
- BB propõe clausular ações por igualdade e combate à violência doméstica, mas segue sem apresentar soluções às principais reivindicações dos funcionários