01/08/2019
Em mesa nesta quinta, entidades reivindicarão solução para problemas no banco Santander
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Está agendada para esta quinta-feira (1º de agosto), reunião entre representantes dos trabalhadores e do Santander a fim de buscar soluções para uma série de problemas que atingem os funcionários do banco espanhol. Serão abordados os seguintes temas:
> Confira a íntegra da pauta da reunião entre movimento sindical e Santander
Mudanças na Data do Último Dia Trabalhado (DUT)
O banco editou uma nova versão do documento que deveria se limitar a informar sobre o último dia trabalhado dos funcionários que se afastam das atividades profissionais e dão entrada na Previdência Social devido a problemas médicos, uma exigência do INSS. A nova versão do banco tenta influenciar, ilegalmente, a perícia médica em relação ao problema que causou o afastamento.
Certificação para trabalhadores afastados
O banco tem estabelecido prazo para que os trabalhadores tirem suas certificações, porém os trabalhadores que estiveram afastados e retornaram ao trabalho estão sendo pressionados e até recebendo carta de advertência, o que tem causado apreensão e até o agravamento das doenças.
Retirada de porta giratória
O Santander está retirando as portas de segurança de diversas agências, causando enorme apreensão de clientes e bancários. O banco se comprometeu a apresentar um balanço das agências que tiveram as portas retiradas.
Representantes dos trabalhadores irão reivindicar a apresentação dos números dos últimos três meses, de ocorrências nas agências que já estão sem portas, conforme acordado na última reunião de abril. Também irão cobrar a reinstalação das portas de segurança; e que sejam apresentadas para os trabalhadores as novas ferramentas de segurança.
Retirada de Vigilantes
Também estão sendo retirados vigilantes de agências que atuam nos formatos ponto de atendimento e PABs. Entretanto, esses locais continuam executando transações com numerário por meio de caixas eletrônicos abastecidos por empresa terceirizada.
Reajuste do quilômetro rodado
Em negociação que ocorreu em abril, foi conquistado o reajuste do valor do quilômetro rodado que estava defasado desde novembro de 2017. Além disso, ficou definido que o reajuste passa a ser anual, tendo como referência o IGP-M, que não contempla os trabalhadores. O movimento sindical reivindica alteração do índice referencial do reajuste.
Plano de Saúde
As entidades sindicais também abordarão na mesa o aumento abusivo no valor da mensalidade e coparticipação do plano de saúde, que tem levado muitos trabalhadores a reduzirem consultas médicas/exames.
Problemas enfrentados por trabalhadores que retornam ao trabalho após afastamento do INSS
– Salário “zerado”: o RH desconta na folha de pagamento do funcionário que tem o benefício do INSS negado todo a adiantamento a que tem direito, deixando-o sem salário, o que afronta cláusula da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) que foi negociada justamente para que o trabalhador afastado não fique sem remuneração nestes casos.
– Transferência para outro local de trabalho de gerentes que retornam de afastamento: ao retornarem de afastamento, esse profissionais encontram suas vagas de origem ocupadas por colegas.
“Reivindicamos do Santander um posicionamento acerca das demandas apresentadas pelos bancários, bem como respeito por parte do banco em relação aos trabalhadores e às negociações. O Santander possui condições suficientes para apresentar soluções para todas essas questões, que impactam o atendimento ao cliente e afetam consideravelmente as condições de trabalho dos funcionários, os maiores responsáveis pelos lucros exorbitantes do banco espanhol no Brasil”, afirma Júlio César Trigo, secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região.
> Confira a íntegra da pauta da reunião entre movimento sindical e Santander
Mudanças na Data do Último Dia Trabalhado (DUT)
O banco editou uma nova versão do documento que deveria se limitar a informar sobre o último dia trabalhado dos funcionários que se afastam das atividades profissionais e dão entrada na Previdência Social devido a problemas médicos, uma exigência do INSS. A nova versão do banco tenta influenciar, ilegalmente, a perícia médica em relação ao problema que causou o afastamento.
Certificação para trabalhadores afastados
O banco tem estabelecido prazo para que os trabalhadores tirem suas certificações, porém os trabalhadores que estiveram afastados e retornaram ao trabalho estão sendo pressionados e até recebendo carta de advertência, o que tem causado apreensão e até o agravamento das doenças.
Retirada de porta giratória
O Santander está retirando as portas de segurança de diversas agências, causando enorme apreensão de clientes e bancários. O banco se comprometeu a apresentar um balanço das agências que tiveram as portas retiradas.
Representantes dos trabalhadores irão reivindicar a apresentação dos números dos últimos três meses, de ocorrências nas agências que já estão sem portas, conforme acordado na última reunião de abril. Também irão cobrar a reinstalação das portas de segurança; e que sejam apresentadas para os trabalhadores as novas ferramentas de segurança.
Retirada de Vigilantes
Também estão sendo retirados vigilantes de agências que atuam nos formatos ponto de atendimento e PABs. Entretanto, esses locais continuam executando transações com numerário por meio de caixas eletrônicos abastecidos por empresa terceirizada.
Reajuste do quilômetro rodado
Em negociação que ocorreu em abril, foi conquistado o reajuste do valor do quilômetro rodado que estava defasado desde novembro de 2017. Além disso, ficou definido que o reajuste passa a ser anual, tendo como referência o IGP-M, que não contempla os trabalhadores. O movimento sindical reivindica alteração do índice referencial do reajuste.
Plano de Saúde
As entidades sindicais também abordarão na mesa o aumento abusivo no valor da mensalidade e coparticipação do plano de saúde, que tem levado muitos trabalhadores a reduzirem consultas médicas/exames.
Problemas enfrentados por trabalhadores que retornam ao trabalho após afastamento do INSS
– Salário “zerado”: o RH desconta na folha de pagamento do funcionário que tem o benefício do INSS negado todo a adiantamento a que tem direito, deixando-o sem salário, o que afronta cláusula da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) que foi negociada justamente para que o trabalhador afastado não fique sem remuneração nestes casos.
– Transferência para outro local de trabalho de gerentes que retornam de afastamento: ao retornarem de afastamento, esse profissionais encontram suas vagas de origem ocupadas por colegas.
“Reivindicamos do Santander um posicionamento acerca das demandas apresentadas pelos bancários, bem como respeito por parte do banco em relação aos trabalhadores e às negociações. O Santander possui condições suficientes para apresentar soluções para todas essas questões, que impactam o atendimento ao cliente e afetam consideravelmente as condições de trabalho dos funcionários, os maiores responsáveis pelos lucros exorbitantes do banco espanhol no Brasil”, afirma Júlio César Trigo, secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região.
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