18/05/2018
Nota: Governo quer acabar com carreira de empregados da Caixa Econômica Federal

Segundo informações de órgãos do governo, Ana Paula Vescovi, presidente do Conselho de Administração da Caixa e secretária-executiva do Tesouro Nacional, pretende aprovar nova mudança estatutária no banco. As alterações pretendidas vão acabar com a exclusividade dos empregados assumirem cargos como de diretores e de auditor chefe, entre outros.
Essa proposta já havia sido feita por ocasião do debate do novo Estatuto, em outubro de 2017, mas foi retirada do texto devido à grande resistência do movimento dos trabalhadores. Agora, o objetivo do governo federal é fazer a mudança de forma sumária, destruindo a carreira dos empregados da Caixa.
Este é mais um atentado à Caixa 100% pública e aos direitos da categoria. Com luta e unidade, trabalhadores e entidades representativas barraram, no ano passado, a transformação do banco em Sociedade Anônima. E, mais uma vez, se mobilizarão contra a proposta que, na prática, significa a privatização da gestão da Caixa.
Melhorias na governança são bem-vindas. Isso, porém, não pode ser feito às custas do enfraquecimento e do fatiamento da empresa, e tampouco da fragilização daqueles que, em todos os setores, todos os dias, trabalham para construir uma instituição a serviço dos brasileiros.
Essa proposta já havia sido feita por ocasião do debate do novo Estatuto, em outubro de 2017, mas foi retirada do texto devido à grande resistência do movimento dos trabalhadores. Agora, o objetivo do governo federal é fazer a mudança de forma sumária, destruindo a carreira dos empregados da Caixa.
Este é mais um atentado à Caixa 100% pública e aos direitos da categoria. Com luta e unidade, trabalhadores e entidades representativas barraram, no ano passado, a transformação do banco em Sociedade Anônima. E, mais uma vez, se mobilizarão contra a proposta que, na prática, significa a privatização da gestão da Caixa.
Melhorias na governança são bem-vindas. Isso, porém, não pode ser feito às custas do enfraquecimento e do fatiamento da empresa, e tampouco da fragilização daqueles que, em todos os setores, todos os dias, trabalham para construir uma instituição a serviço dos brasileiros.
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