17/05/2018
Empregados da Caixa protestam no Dia de Luta em defesa do banco 100% público

Em Brasília, manifestação em frente ao local do megaevento patrocinado pela Caixa,
defendeu a manutenção do banco 100% público
defendeu a manutenção do banco 100% público
Os empregados e empregadas da Caixa Econômica Federal realizaram na quarta-feira (16/05), nas parincipais capitais do país, o Dia Nacional de Luta por mais respeito e valorização.
Foram realizadas atividades como forma de dar uma resposta aos atos contraditórios ao governo Michel Temer (MDB), que manipula a empresa, reduzindo despesas com o quadro funcional ao mesmo tempo em que financia, com dinheiro público, um megaevento em Brasília/DF, com a presença de mais de 6 mil gestores.
O Sindicato dos Bancários de Brasília promoveu uma atividade paralela ao megaevento, defendendo a manutenção do banco 100% público. Em São Paulo, cinco superintendências foram fechadas e os trabalhadores e trabalhadoras entregaram a Carta Aberta à direção da Caixa.
Segundo Dionísio Reis, coordenador da CEE (Comissão Executiva de Empregados), o Dia Nacional de Luta foi contra a precarização das condições de trabalho e projetos que enfraquecem e diminuem a Caixa. “Na quarta-feira, 16 de maio, data em que iniciativas que significam o desmonte do banco servem como pano de fundo de um megaevento em Brasília, bancado com dinheiro público, nós, empregados e empregadas da Caixa, reivindicamos por mais valorização e respeito aos nossos direitos”, afirmou.
De acordo com a Carta Aberta, entregue ao banco, o clima de insegurança entre os trabalhadores se agrava em todas as unidades do país. “Decisões unilaterais estão levando ao encolhimento da empresa e restringindo as conquistas dos bancários e bancárias. Um dos exemplos é a redução do quadro de pessoal. Graças a programas de demissão e aposentadoria, mais de 16 mil empregados e empregadas deixaram o banco desde 2015, sem que houvesse a retomada das contratações”, diz o texto.
A Carta também cita a nova reestruturação em curso, chamada agora de Programa Eficiência, que é outro motivo de protesto dos empregados do banco. Lançada no dia 19 de abril, a iniciativa mira na redução de despesas operacionais em R$ 2,5 bilhões até 2019.
“Mais uma vez, o que está em risco é o papel social da Caixa e os direitos da categoria. Ao contrário do que prevê o ACT (Acordo Coletivo de Trabalho), não houve qualquer debate prévio entre a direção da empresa e as entidades representativas dos empregados”, afirma o documento.
“Nós, empregados e empregadas da Caixa, defendemos um banco 100% público, fomentador do desenvolvimento econômico e social do país, por meio de políticas públicas. Defendemos também uma Caixa que valorize seus trabalhadores, pois são eles que constroem, todos os dias, essa empresa a serviço dos brasileiros, sobretudo dos mais carentes. Para isso, no entanto, respeito deve ser a palavra de ordem”, finalizou Dionísio Reis.
Foram realizadas atividades como forma de dar uma resposta aos atos contraditórios ao governo Michel Temer (MDB), que manipula a empresa, reduzindo despesas com o quadro funcional ao mesmo tempo em que financia, com dinheiro público, um megaevento em Brasília/DF, com a presença de mais de 6 mil gestores.
O Sindicato dos Bancários de Brasília promoveu uma atividade paralela ao megaevento, defendendo a manutenção do banco 100% público. Em São Paulo, cinco superintendências foram fechadas e os trabalhadores e trabalhadoras entregaram a Carta Aberta à direção da Caixa.
Segundo Dionísio Reis, coordenador da CEE (Comissão Executiva de Empregados), o Dia Nacional de Luta foi contra a precarização das condições de trabalho e projetos que enfraquecem e diminuem a Caixa. “Na quarta-feira, 16 de maio, data em que iniciativas que significam o desmonte do banco servem como pano de fundo de um megaevento em Brasília, bancado com dinheiro público, nós, empregados e empregadas da Caixa, reivindicamos por mais valorização e respeito aos nossos direitos”, afirmou.
De acordo com a Carta Aberta, entregue ao banco, o clima de insegurança entre os trabalhadores se agrava em todas as unidades do país. “Decisões unilaterais estão levando ao encolhimento da empresa e restringindo as conquistas dos bancários e bancárias. Um dos exemplos é a redução do quadro de pessoal. Graças a programas de demissão e aposentadoria, mais de 16 mil empregados e empregadas deixaram o banco desde 2015, sem que houvesse a retomada das contratações”, diz o texto.
A Carta também cita a nova reestruturação em curso, chamada agora de Programa Eficiência, que é outro motivo de protesto dos empregados do banco. Lançada no dia 19 de abril, a iniciativa mira na redução de despesas operacionais em R$ 2,5 bilhões até 2019.
“Mais uma vez, o que está em risco é o papel social da Caixa e os direitos da categoria. Ao contrário do que prevê o ACT (Acordo Coletivo de Trabalho), não houve qualquer debate prévio entre a direção da empresa e as entidades representativas dos empregados”, afirma o documento.
“Nós, empregados e empregadas da Caixa, defendemos um banco 100% público, fomentador do desenvolvimento econômico e social do país, por meio de políticas públicas. Defendemos também uma Caixa que valorize seus trabalhadores, pois são eles que constroem, todos os dias, essa empresa a serviço dos brasileiros, sobretudo dos mais carentes. Para isso, no entanto, respeito deve ser a palavra de ordem”, finalizou Dionísio Reis.
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