02/05/2018
Ouvidoria e comitês estaduais devem receber reclamações de atendimento do Saúde Caixa

As reclamações do atendimento do Saúde Caixa junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e as multas ao plano têm sido alguns dos assuntos discutidos entre os empregados da Caixa e o movimento sindical.
Para esses casos, segundo Dionísio Reis, coordenador da CEE/Caixa, o melhor a fazer é contatar diretamente a Ouvidoria ou as entidades sindicais que compõem os comitês estaduais do Saúde Caixa, canais mais próximos dos usuários. A CEE/Caixa, inclusive, reivindicou que os comitês estaduais sejam fortalecidos para que tenham condições de receber denúncias de não solução de problemas no atendimento do Saúde Caixa.
“Os empregados devem encaminhar suas denúncias contra o péssimo atendimento no Saúde Caixa à Ouvidoria da Caixa, que faz a gestão do plano, e aos sindicatos que compõem os comitês estaduais de credenciamento e descredenciamento. Nós da Comissão reivindicamos que eles possam ajudar a resolver problemas do plano”, ressalta Dionísio.
“A ANS é uma agência controlada pelo cartel dos planos privados e tem o poder de gerar sanções e multas ao Saúde Caixa, o que prejudica muito o nosso plano. É uma sabotagem para destruir o plano de saúde dos empregados da Caixa”, complementa o dirigente, acrescentando que a Caixa tem uma central de atendimento subdimensionada, com capacidade para atender apenas 68 mil dos 120 mil usuários.
O médico Albucacis de Castro Pereira, consultor da Fenae na área da saúde, lembra que “os planos de saúde de autogestão são constituídos pelo mutualismo” e acrescenta que todas as reclamações à ANS ou ações jurídicas prejudicam todos os usuários do plano.
“O Saúde Caixa é um excelente plano, e esses canais (Ouvidoria e comitês estaduais) têm de fazer com que as pessoas entendam como funciona um sistema de autogestão de excelência. A Ouvidoria, por exemplo, é um canal que deve encaminhar as demandas no sentido de ajudar a dar a solução no tempo necessário do usuário, além de ter de mostrar sempre essa proximidade com o usuário”, diz.
Para esses casos, segundo Dionísio Reis, coordenador da CEE/Caixa, o melhor a fazer é contatar diretamente a Ouvidoria ou as entidades sindicais que compõem os comitês estaduais do Saúde Caixa, canais mais próximos dos usuários. A CEE/Caixa, inclusive, reivindicou que os comitês estaduais sejam fortalecidos para que tenham condições de receber denúncias de não solução de problemas no atendimento do Saúde Caixa.
“Os empregados devem encaminhar suas denúncias contra o péssimo atendimento no Saúde Caixa à Ouvidoria da Caixa, que faz a gestão do plano, e aos sindicatos que compõem os comitês estaduais de credenciamento e descredenciamento. Nós da Comissão reivindicamos que eles possam ajudar a resolver problemas do plano”, ressalta Dionísio.
“A ANS é uma agência controlada pelo cartel dos planos privados e tem o poder de gerar sanções e multas ao Saúde Caixa, o que prejudica muito o nosso plano. É uma sabotagem para destruir o plano de saúde dos empregados da Caixa”, complementa o dirigente, acrescentando que a Caixa tem uma central de atendimento subdimensionada, com capacidade para atender apenas 68 mil dos 120 mil usuários.
O médico Albucacis de Castro Pereira, consultor da Fenae na área da saúde, lembra que “os planos de saúde de autogestão são constituídos pelo mutualismo” e acrescenta que todas as reclamações à ANS ou ações jurídicas prejudicam todos os usuários do plano.
“O Saúde Caixa é um excelente plano, e esses canais (Ouvidoria e comitês estaduais) têm de fazer com que as pessoas entendam como funciona um sistema de autogestão de excelência. A Ouvidoria, por exemplo, é um canal que deve encaminhar as demandas no sentido de ajudar a dar a solução no tempo necessário do usuário, além de ter de mostrar sempre essa proximidade com o usuário”, diz.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- MPT reafirma direito de entidades sindicais à manifestação política durante processo eleitoral
- Contraf-CUT e Sindicato repudiam articulação para entregar participação do Banco do Brasil a banco dos EUA
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese
- Sem Sindicato, salário médio dos bancários seria R$ 5 mil menor
- Bancos pressionam bancários por certificação C-Pro R até o fim de outubro
- Em virtude do 2º turno das eleições, Clube estará fechado no domingo (25)
- Proposta de reforma da Previdência ameaça aposentadorias e direitos dos bancários
- Grave! Banesprev exclui participantes da governança e entrega cargos de eleitos a indicados do Santander
- Governo Bolsonaro iniciou reestruturação na Caixa com ataques aos empregados e piora nas condições de trabalho
- Live dos Eleitos debate gestão e perspectivas para o futuro da Cassi nesta quinta-feira (22)
- Fenae alerta participantes da Funcef sobre riscos de contribuições em atraso
- Daniella Marques: do discurso de valorização das mulheres às propostas que preocupam os trabalhadores
- Reforma Administrativa: planos do candidato Flávio Bolsonaro ameaçam bancários de bancos públicos
- CCT 2026/2028 garante indenização extra e apoio à recolocação após fechamento de agências
- Seu voto não termina na urna: como o resultado do segundo turno afeta sua vida, trabalhador?