23/02/2018
Caixa anuncia mais uma etapa do PDE. Plano de demissão prepara terreno para privatização
A Caixa Econômica Federal anunciou, na quinta-feira (22), mais uma etapa do Programa de Desligamento de Empregados (PDE). Com a justificativa de reduzir custos e melhorar o capital financeiro, a instituição precariza as condições de trabalho de seus empregados, já que pretende desligar 2964 pessoas sem reposição.
“O lançamento do PDE da Caixa deixa claro a despreocupação do banco com o atendimento e as condições de trabalho. A adesão à este tipo de programa, sempre dissemos, deve ser uma decisão de caráter pessoal e voluntária, mas a reposição dos quadros é uma obrigação da empresa. Queremos que a Caixa contrate ao invés de demitir”, reivindicou Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT.
De acordo com o comunicado interno feito pelo banco, os funcionários poderão aderir ao PDE a partir do dia 23 de fevereiro até 5 de março. Os aptos devem estar aposentados pelo INSS até a data do desligamento, com exceção de aposentados por invalidez, ou serem trabalhadores que estejam aptos a se aposentarem pelo INSS até 31 de dezembro deste ano, ou com no mínimo 15 anos de trabalho na Caixa, ou com adicional de incorporação de função de confiança ou cargo em função gratificada até a data de desligamento.
“Este PDE é parte de um processo de desmonte dos Bancos públicos combinado com outras medidas que estão sendo articuladas para reduzir sua atuação, como verificamos com o ataque dos bancos privados aos fundos do FGTS. Estes programas atingem fortemente a qualidade e as condições de trabalho” afirmou.
Na quinta-feira (22), assistimos uma manifestação sindical, em Curitiba, para denunciar as más condições e as pressões a que os funcionários estão sendo submetidos. “Temos que intensificar a mobilização por todo o Brasil. Não podemos permitir este desmonte dos Bancos públicos e da saúde dos bancários que está sendo feito pelo governo golpista”, completou.
O Sindicato dos Bancários de Ctanduva e Região, diante do lançamento abrupto do PDE, está estudando as medidas cabíveis para assegurar os direitos dos empregados e preservar as condições de trabalho com este novo ataque à Caixa. A entidade luta há anos por mais contratações, e orientas bancários aptos para adesão que não a façam sem refletir.
"É perceptível a real intenção do banco pela forma abrupta que lançou o PDE. O desmonte imposto pelo governo Temer na Caixa realmente não tem data para acabar. Por isso, o momento pede a organização e união de todos os empregados, junto aos sindicatos, para defendermos nossas conquistas e para mantermos a Caixa 100% pública, enfatiza Antônio Júlio Gonçalves Neto, diretor do Sindicato e empregado da Caixa.
“O lançamento do PDE da Caixa deixa claro a despreocupação do banco com o atendimento e as condições de trabalho. A adesão à este tipo de programa, sempre dissemos, deve ser uma decisão de caráter pessoal e voluntária, mas a reposição dos quadros é uma obrigação da empresa. Queremos que a Caixa contrate ao invés de demitir”, reivindicou Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT.
De acordo com o comunicado interno feito pelo banco, os funcionários poderão aderir ao PDE a partir do dia 23 de fevereiro até 5 de março. Os aptos devem estar aposentados pelo INSS até a data do desligamento, com exceção de aposentados por invalidez, ou serem trabalhadores que estejam aptos a se aposentarem pelo INSS até 31 de dezembro deste ano, ou com no mínimo 15 anos de trabalho na Caixa, ou com adicional de incorporação de função de confiança ou cargo em função gratificada até a data de desligamento.
“Este PDE é parte de um processo de desmonte dos Bancos públicos combinado com outras medidas que estão sendo articuladas para reduzir sua atuação, como verificamos com o ataque dos bancos privados aos fundos do FGTS. Estes programas atingem fortemente a qualidade e as condições de trabalho” afirmou.
Na quinta-feira (22), assistimos uma manifestação sindical, em Curitiba, para denunciar as más condições e as pressões a que os funcionários estão sendo submetidos. “Temos que intensificar a mobilização por todo o Brasil. Não podemos permitir este desmonte dos Bancos públicos e da saúde dos bancários que está sendo feito pelo governo golpista”, completou.
O Sindicato dos Bancários de Ctanduva e Região, diante do lançamento abrupto do PDE, está estudando as medidas cabíveis para assegurar os direitos dos empregados e preservar as condições de trabalho com este novo ataque à Caixa. A entidade luta há anos por mais contratações, e orientas bancários aptos para adesão que não a façam sem refletir.
"É perceptível a real intenção do banco pela forma abrupta que lançou o PDE. O desmonte imposto pelo governo Temer na Caixa realmente não tem data para acabar. Por isso, o momento pede a organização e união de todos os empregados, junto aos sindicatos, para defendermos nossas conquistas e para mantermos a Caixa 100% pública, enfatiza Antônio Júlio Gonçalves Neto, diretor do Sindicato e empregado da Caixa.
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