19/05/2017
Sindicato aguarda decisão da Justiça após acionar Caixa contra desconto do dia 28
A Caixa se recusa a reconhecer a legitimidade da greve geral contra a retirada de direitos dos trabalhadores pelo governo Temer, realizada no último dia 28 de abril.
Diante da postura da direção do banco público, que só aceita negociar com a Comissão de Executiva dos Empregados no fim do mês, após descontar a adesão dos empregados à paralisação, o Sindicato acionou, no dia 08 de maio, a instituição na Justiça para impedir o desconto e assegurar o direito constitucional dos bancários à greve.
“A greve geral é um direito garantido pela Constituição a todos os trabalhadores. A categoria bancária deliberou pela adesão em assembleias realizadas por todo o país e avisou devidamente os bancos. Não podemos ser punidos contra a retirada de direitos. Nossa ação visa comprovar a ilegalidade do desconto. Estamos empenhados em lutar e resistir as arbitrariedades impostas por uma direção que não se preocupa em momento algum com os seus empregados ", explica o diretor do Sindicato Antônio Júlio Gonçalves Neto, o Tony.
Diante da postura da direção do banco público, que só aceita negociar com a Comissão de Executiva dos Empregados no fim do mês, após descontar a adesão dos empregados à paralisação, o Sindicato acionou, no dia 08 de maio, a instituição na Justiça para impedir o desconto e assegurar o direito constitucional dos bancários à greve.
“A greve geral é um direito garantido pela Constituição a todos os trabalhadores. A categoria bancária deliberou pela adesão em assembleias realizadas por todo o país e avisou devidamente os bancos. Não podemos ser punidos contra a retirada de direitos. Nossa ação visa comprovar a ilegalidade do desconto. Estamos empenhados em lutar e resistir as arbitrariedades impostas por uma direção que não se preocupa em momento algum com os seus empregados ", explica o diretor do Sindicato Antônio Júlio Gonçalves Neto, o Tony.
O diretor também ressalta que a greve geral, além de ser contra as reformas da Previdência, trabalhista e terceirização, foi em defesa dos bancos públicos, como a Caixa, que passam por um processo de desmonte promovido pelo governo Temer.
Após impetrada a ação, o Sindicato continua pressionando a instituição e aguarda, agora, decisão da Justiça.
Sindicatos de algumas regiões do país já conseguiram o deferimento do pedido de liminar que proíbe o banco de descontar a ausência dos funcionários que participaram da Greve Geral.
A Contraf-CUT e a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa - CEE/Caixa também enviaram ofício à direção da Caixa para que sejam dados esclarecimentos quanto aos procedimentos relativos às paralisações dos dias 15 de março e 28 de abril. Além disso, solicitaram o agendamento imediato de reunião da mesa de negociação permanente, para buscar soluções aos debates anteriores, como verticalização, RH 184, trabalho em dia de repouso semanal remunerado, dentre outros.
A mesa de negociação foi agendada para o dia 25 deste mês.
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