Empregados da Caixa realizam Dia Nacional de Luta em Defesa do Saúde Caixa nesta terça
De acordo com o documento, a mensalidade dos trabalhadores da ativa e aposentados aumenta de 2% para 3,46% da remuneração base; a coparticipação das despesas assistenciais sobe de 20% para 30% e o valor limite da coparticipação passa de R$ 2.400 para R$ 4.200. Nesse último caso, toda vez que o assistido ultrapassa esse gasto, o complemento é feito pela Caixa.
O reajuste efetuado representa descumprimento do acordo coletivo que obriga o banco a negociar com os empregados mudanças no plano de saúde. O banco está devendo aos empregados que tem pago mais que os 30% do custeio assistencial melhorias no plano
Para o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região Antonio Julio Gonçalves, o Tony, além de reduzir o número de empregados e fechar agências, a Caixa está manipulando números do Saúde Caixa para justificar esses reajustes absurdos. "É um desrespeito com o trabalhador e ao próprio acordo coletivo e não vamos nos calar diante de tal arbietrariedade”, afirma.
Ação na justiça
Movimentos Sindicais ingressaram, na sexta-feira (27), com uma ação judicial para cancelar os reajustes no Saúde Caixa, anunciados pela Caixa Econômica Federal.
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