25/06/2026
Falta de segurança nos postos de atendimento do Mercantil coloca trabalhadores em risco
A Contraf-CUT e as entidades representativas dos trabalhadores denunciam a grave situação de insegurança enfrentada por bancárias e bancários do banco Mercantil em postos de atendimento (PAs) espalhados pelo país. Relatos recebidos pelas entidades apontam que a ausência de vigilância armada tem exposto funcionários, clientes e usuários a constantes situações de risco.
Segundo as denúncias, a falta de controle de acesso e de medidas adequadas de proteção tem transformado os locais de trabalho em ambientes marcados pelo medo, com registros de ameaças, agressões e episódios de violência contra trabalhadores.
De acordo com Vanderci Antônio da Silva, coordenador nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil, a situação é resultado da negligência do banco com a segurança de seus empregados. “O movimento sindical repudia a negligência do banco, que prioriza o lucro e esquece da segurança e da integridade física e mental de seus funcionários e funcionárias”, afirmou.
A insegurança enfrentada diariamente pelos trabalhadores se soma a outros problemas já denunciados pela representação dos empregados, como metas abusivas e sobrecarga de trabalho. O cenário agrava ainda mais os riscos à saúde da categoria bancária, que figura entre as mais afetadas por adoecimentos relacionados ao trabalho, especialmente transtornos de saúde mental.
Para o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo, a situação exige providências urgentes por parte da instituição financeira. “Quase todos os dias, a representação dos trabalhadores recebe relatos de agressões a bancárias e bancários, que se veem totalmente expostos pela irresponsabilidade do Mercantil. É um total desrespeito à vida, a quem se esforça para fazer o banco crescer e a quem confia na instituição para realizar operações bancárias. Essas denúncias são fundamentais para que conseguimos agir prontamente em defesa da categoria”, destacou.
Segundo as denúncias, a falta de controle de acesso e de medidas adequadas de proteção tem transformado os locais de trabalho em ambientes marcados pelo medo, com registros de ameaças, agressões e episódios de violência contra trabalhadores.
De acordo com Vanderci Antônio da Silva, coordenador nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil, a situação é resultado da negligência do banco com a segurança de seus empregados. “O movimento sindical repudia a negligência do banco, que prioriza o lucro e esquece da segurança e da integridade física e mental de seus funcionários e funcionárias”, afirmou.
A insegurança enfrentada diariamente pelos trabalhadores se soma a outros problemas já denunciados pela representação dos empregados, como metas abusivas e sobrecarga de trabalho. O cenário agrava ainda mais os riscos à saúde da categoria bancária, que figura entre as mais afetadas por adoecimentos relacionados ao trabalho, especialmente transtornos de saúde mental.
Para o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo, a situação exige providências urgentes por parte da instituição financeira. “Quase todos os dias, a representação dos trabalhadores recebe relatos de agressões a bancárias e bancários, que se veem totalmente expostos pela irresponsabilidade do Mercantil. É um total desrespeito à vida, a quem se esforça para fazer o banco crescer e a quem confia na instituição para realizar operações bancárias. Essas denúncias são fundamentais para que conseguimos agir prontamente em defesa da categoria”, destacou.
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