25/06/2026
CUSC cobra mais transparência e melhorias no atendimento durante reunião com gestores do Saúde Caixa
A segunda reunião ordinária de 2026 entre o Conselho de Usuários do Saúde Caixa (CUSC) e representantes da Caixa responsáveis pela gestão do plano, realizada na quarta-feira (24) de forma virtual, foi marcada por cobranças dos conselheiros por mais transparência, melhorias no atendimento aos beneficiários e fortalecimento da rede credenciada. Durante o encontro, a Caixa apresentou informações sobre a situação financeira do Saúde Caixa, o programa de fornecimento domiciliar de medicamentos oncológicos orais e as ações de credenciamento e negociação com prestadores.
Na abertura dos debates, os representantes da Caixa informaram que o resultado acumulado do plano até maio de 2026 registra déficit de R$ 222,2 milhões, com despesas próximas de R$ 1,8 bilhão no período. Também foi apresentado o programa de entrega domiciliar de medicamentos oncológicos orais, que já atende beneficiários em todo o país e busca ampliar o acesso ao tratamento.
O tema que mobilizou maior atenção do Conselho, porém, foi a necessidade de ampliar o acesso dos representantes dos usuários às informações do plano. O conselheiro Érico Gomes voltou a defender que o CUSC tenha acesso a dados mais detalhados sobre a gestão do Saúde Caixa, argumentando que “o acompanhamento das informações é fundamental para que os representantes eleitos possam prestar contas aos beneficiários e contribuir de forma mais efetiva para o debate sobre o futuro do plano”.
Para ele, "o que buscamos é garantir que o Conselho de Usuários tenha condições de acompanhar de forma efetiva a realidade do Saúde Caixa. Quanto mais informações e diálogo tivermos, mais preparados estaremos para representar os beneficiários, identificar problemas e contribuir para soluções que fortaleçam o plano e assegurem um atendimento de qualidade para todos", afirmou Érico.
Maria Lúcia Cavalcante (Malu), outra integrante do Conselho de Usuários, reforçou a reivindicação e destacou que o colegiado precisa participar mais ativamente das discussões relacionadas à sustentabilidade do Saúde Caixa. Ela também chamou atenção para problemas relatados por beneficiários e prestadores, além da necessidade de revisar o regimento do CUSC para fortalecer suas atribuições.
Em resposta, a Caixa informou que as bases de dados detalhadas seriam disponibilizadas trimestralmente às entidades representativas que participam das negociações coletivas e explicou que o compartilhamento dessas informações com o Conselho dependeria de alterações em instâncias específicas, incluindo discussões no âmbito do acordo coletivo. A gestão também informou que o Relatório de Administração de 2025 está em fase final de validação e deverá ser publicado em breve.
Outro ponto de destaque foi a preocupação com a rede credenciada. Malu relatou casos de prestadores que solicitaram descredenciamento devido a dificuldades de relacionamento e suporte operacional. Também cobrou atenção para situações envolvendo cobranças elevadas e negociações com operadoras e hospitais. A Caixa se comprometeu a analisar os casos apresentados pelo Conselho e informou que está ampliando ações de credenciamento e negociação para evitar desassistência aos beneficiários.
Já o conselheiro Rafael Mesquita demonstrou preocupação com a cobertura de urgência e emergência em algumas localidades. Ele citou relatos de dificuldades de atendimento e defendeu que o Conselho receba um panorama atualizado da rede disponível para casos de emergência, especialmente em regiões com maior fluxo de beneficiários.
A gestão do Saúde Caixa respondeu que vem realizando um trabalho de dimensionamento da rede assistencial, incluindo serviços de urgência e emergência, e afirmou que os casos apresentados serão avaliados para verificar eventuais lacunas de atendimento.
O conselheiro André Tosta apresentou outras demandas recebidas pelo CUSC: o aumento das reclamações relacionadas a autorizações prévias, negativas de procedimentos e atrasos nos reembolsos. Segundo ele, o volume de manifestações encaminhadas ao Conselho cresceu nos últimos meses, gerando preocupação entre os usuários.
A Caixa reconheceu que houve problemas sistêmicos que impactaram o processamento de reembolsos, afetando milhares de solicitações. De acordo com a gestão, as falhas já foram corrigidas e os pagamentos pendentes regularizados. A expectativa é que o prazo médio de análise volte gradualmente ao patamar normal.
Os membros do CUSC também cobraram melhorias na comunicação com os beneficiários, com destaque para os e-mails enviados para justificar negativas de procedimentos. Segundo eles, respostas padronizadas e pouco claras têm provocado insatisfação e dificultado a compreensão das decisões por parte dos usuários.
"O Conselho de Usuários tem o papel de levar para a gestão as dificuldades enfrentadas pelos beneficiários no dia a dia. Nesta reunião, conseguimos apresentar demandas importantes relacionadas ao atendimento, aos reembolsos, às autorizações e à rede credenciada. É fundamental que esse diálogo continue avançando, com mais transparência, melhor comunicação entre as partes envolvidas na sustentabilidade do plano e participação dos representantes dos usuários nas discussões sobre o futuro do Saúde Caixa", destacou Fabiana Medeiros, integrante do CUSC.
Entre os encaminhamentos da reunião, a Caixa comprometeu-se a analisar os casos apresentados pelo Conselho, dar retorno sobre demandas específicas envolvendo credenciados e beneficiários, além de manter o diálogo sobre a ampliação da transparência e o aperfeiçoamento dos canais de atendimento.
Para os representantes do CUSC, a reunião representou um avanço na interlocução com a gestão do plano, mas reforçou a necessidade de ampliar a participação dos usuários nas discussões estratégicas e garantir respostas mais rápidas e efetivas às demandas dos beneficiários.
Na abertura dos debates, os representantes da Caixa informaram que o resultado acumulado do plano até maio de 2026 registra déficit de R$ 222,2 milhões, com despesas próximas de R$ 1,8 bilhão no período. Também foi apresentado o programa de entrega domiciliar de medicamentos oncológicos orais, que já atende beneficiários em todo o país e busca ampliar o acesso ao tratamento.
O tema que mobilizou maior atenção do Conselho, porém, foi a necessidade de ampliar o acesso dos representantes dos usuários às informações do plano. O conselheiro Érico Gomes voltou a defender que o CUSC tenha acesso a dados mais detalhados sobre a gestão do Saúde Caixa, argumentando que “o acompanhamento das informações é fundamental para que os representantes eleitos possam prestar contas aos beneficiários e contribuir de forma mais efetiva para o debate sobre o futuro do plano”.
Para ele, "o que buscamos é garantir que o Conselho de Usuários tenha condições de acompanhar de forma efetiva a realidade do Saúde Caixa. Quanto mais informações e diálogo tivermos, mais preparados estaremos para representar os beneficiários, identificar problemas e contribuir para soluções que fortaleçam o plano e assegurem um atendimento de qualidade para todos", afirmou Érico.
Maria Lúcia Cavalcante (Malu), outra integrante do Conselho de Usuários, reforçou a reivindicação e destacou que o colegiado precisa participar mais ativamente das discussões relacionadas à sustentabilidade do Saúde Caixa. Ela também chamou atenção para problemas relatados por beneficiários e prestadores, além da necessidade de revisar o regimento do CUSC para fortalecer suas atribuições.
Em resposta, a Caixa informou que as bases de dados detalhadas seriam disponibilizadas trimestralmente às entidades representativas que participam das negociações coletivas e explicou que o compartilhamento dessas informações com o Conselho dependeria de alterações em instâncias específicas, incluindo discussões no âmbito do acordo coletivo. A gestão também informou que o Relatório de Administração de 2025 está em fase final de validação e deverá ser publicado em breve.
Outro ponto de destaque foi a preocupação com a rede credenciada. Malu relatou casos de prestadores que solicitaram descredenciamento devido a dificuldades de relacionamento e suporte operacional. Também cobrou atenção para situações envolvendo cobranças elevadas e negociações com operadoras e hospitais. A Caixa se comprometeu a analisar os casos apresentados pelo Conselho e informou que está ampliando ações de credenciamento e negociação para evitar desassistência aos beneficiários.
Já o conselheiro Rafael Mesquita demonstrou preocupação com a cobertura de urgência e emergência em algumas localidades. Ele citou relatos de dificuldades de atendimento e defendeu que o Conselho receba um panorama atualizado da rede disponível para casos de emergência, especialmente em regiões com maior fluxo de beneficiários.
A gestão do Saúde Caixa respondeu que vem realizando um trabalho de dimensionamento da rede assistencial, incluindo serviços de urgência e emergência, e afirmou que os casos apresentados serão avaliados para verificar eventuais lacunas de atendimento.
O conselheiro André Tosta apresentou outras demandas recebidas pelo CUSC: o aumento das reclamações relacionadas a autorizações prévias, negativas de procedimentos e atrasos nos reembolsos. Segundo ele, o volume de manifestações encaminhadas ao Conselho cresceu nos últimos meses, gerando preocupação entre os usuários.
A Caixa reconheceu que houve problemas sistêmicos que impactaram o processamento de reembolsos, afetando milhares de solicitações. De acordo com a gestão, as falhas já foram corrigidas e os pagamentos pendentes regularizados. A expectativa é que o prazo médio de análise volte gradualmente ao patamar normal.
Os membros do CUSC também cobraram melhorias na comunicação com os beneficiários, com destaque para os e-mails enviados para justificar negativas de procedimentos. Segundo eles, respostas padronizadas e pouco claras têm provocado insatisfação e dificultado a compreensão das decisões por parte dos usuários.
"O Conselho de Usuários tem o papel de levar para a gestão as dificuldades enfrentadas pelos beneficiários no dia a dia. Nesta reunião, conseguimos apresentar demandas importantes relacionadas ao atendimento, aos reembolsos, às autorizações e à rede credenciada. É fundamental que esse diálogo continue avançando, com mais transparência, melhor comunicação entre as partes envolvidas na sustentabilidade do plano e participação dos representantes dos usuários nas discussões sobre o futuro do Saúde Caixa", destacou Fabiana Medeiros, integrante do CUSC.
Entre os encaminhamentos da reunião, a Caixa comprometeu-se a analisar os casos apresentados pelo Conselho, dar retorno sobre demandas específicas envolvendo credenciados e beneficiários, além de manter o diálogo sobre a ampliação da transparência e o aperfeiçoamento dos canais de atendimento.
Para os representantes do CUSC, a reunião representou um avanço na interlocução com a gestão do plano, mas reforçou a necessidade de ampliar a participação dos usuários nas discussões estratégicas e garantir respostas mais rápidas e efetivas às demandas dos beneficiários.
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