18/10/2016
Quinta tem mais uma negociação sobre renovação do Acordo Aditivo
Após cobrança da COE Santander (Comissão de Organização dos Empregados), foi marcada para quinta-feira 20, às 14h30, nova negociação sobre o Acordo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho. A carta foi enviada ao banco espanhol na sexta-feira 7, um dia após encerrada a greve dos bancários de bancos privados. A pauta de reivindicações está com o Santander desde 12 de maio.
“Esperamos que o Santander reveja sua postura das últimas mesas de negociação, quando não avançou em nenhuma das nossas reivindicações, desrespeitando bancários que se deslocaram de todo o país”, afirma a diretora executiva do Sindicato e coordenadora da COE, Maria Rosani. “Esperamos uma proposta concreta, que de fato valorize os bancários brasileiros, responsáveis por 19% do lucro mundial do banco”, acrescenta.
Na proposta mais recente para renovação do Acordo Aditivo, o Santander não aceitou incluir nenhuma cláusula nova e os reajustes apresentados não repõem a inflação nas bolsas de estudo, por exemplo. Sobre o PPRS (Programa Próprio de Remuneração Santander), o banco quer vincular a proposta ao índice de reajuste da categoria.
“Além das cláusulas econômicas, nossa pauta traz questões urgentes como a revisão da política de metas, empréstimo de férias parcelado, mudanças nas regras do convênio médico, bolsas de estudo. Também reivindicamos direitos similares aos funcionários da Espanha, que dificilmente são demitidos. É possível negociar saídas de trabalhadores sem demiti-los, como acontece em outros países onde o Santander opera. É necessária ainda a contratação de mais bancários”, esclarece Rosani.
Mesmo com lucro de R$ 3,466 bilhões nos primeiros seis meses do ano, crescimento de 4,8% em 12 meses e de 8,8% do primeiro para o segundo trimestre, o Santander fechou 1.368 postos de trabalho em 12 meses. Destes, 1.265 empregos foram extintos apenas entre abril e junho.
Prorrogação
Como o Acordo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho do Santander venceu em 31 de agosto, em meio às negociações da greve da categoria bancária, a COE Santander enviou correspondência ao banco espanhol solicitando a prorrogação do acordo até a assinatura da sua renovação.
“Esperamos que o Santander reveja sua postura das últimas mesas de negociação, quando não avançou em nenhuma das nossas reivindicações, desrespeitando bancários que se deslocaram de todo o país”, afirma a diretora executiva do Sindicato e coordenadora da COE, Maria Rosani. “Esperamos uma proposta concreta, que de fato valorize os bancários brasileiros, responsáveis por 19% do lucro mundial do banco”, acrescenta.
Na proposta mais recente para renovação do Acordo Aditivo, o Santander não aceitou incluir nenhuma cláusula nova e os reajustes apresentados não repõem a inflação nas bolsas de estudo, por exemplo. Sobre o PPRS (Programa Próprio de Remuneração Santander), o banco quer vincular a proposta ao índice de reajuste da categoria.
“Além das cláusulas econômicas, nossa pauta traz questões urgentes como a revisão da política de metas, empréstimo de férias parcelado, mudanças nas regras do convênio médico, bolsas de estudo. Também reivindicamos direitos similares aos funcionários da Espanha, que dificilmente são demitidos. É possível negociar saídas de trabalhadores sem demiti-los, como acontece em outros países onde o Santander opera. É necessária ainda a contratação de mais bancários”, esclarece Rosani.
Mesmo com lucro de R$ 3,466 bilhões nos primeiros seis meses do ano, crescimento de 4,8% em 12 meses e de 8,8% do primeiro para o segundo trimestre, o Santander fechou 1.368 postos de trabalho em 12 meses. Destes, 1.265 empregos foram extintos apenas entre abril e junho.
Prorrogação
Como o Acordo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho do Santander venceu em 31 de agosto, em meio às negociações da greve da categoria bancária, a COE Santander enviou correspondência ao banco espanhol solicitando a prorrogação do acordo até a assinatura da sua renovação.
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