Futuro presidente da Caixa, Gilberto Occhi defende privatizações
Em entrevista à Agência Estado, Gilberto Occhi – cotado para assumir a presidência da Caixa no 'governo' do presidente interino Michel Temer – afirmou que é favorável a abertura do capital do banco público. De acordo com Occhi, a primeira etapa abrangeria as áreas de seguro, loterias e cartões. A abertura total seria o segundo passo.
Indicado pelo PP, partido ao qual é filiado, Occhi alega que a abertura de capital dessas três áreas “seria uma oportunidade grande de ganho” para a Caixa e o Tesouro Nacional. Questionado sobre quando seria realizada a abertura, respondeu que é preciso concluir estudos para avaliar a melhor janela de oportunidade. "Temos que concluir esses estudos para uma decisão apenas parcial. (...) A abertura total do capital da Caixa seria um segundo passo.”
“Não iremos aceitar essas intenções privatistas. Vai ter luta e é importante que os bancários da Caixa estejam mobilizados. A Caixa 100% pública é um elemento vital para garantir a independência do Brasil em relação aos fluxos de capital estrangeiro e dos banqueiros. É uma instituição com papel estratégico para o desenvolvimento do país”, enfatiza o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e empregado da Caixa, Dionísio Reis.
Segundo a Agência Estado, o modelo das privatizações para as áreas de seguros e loterias já está definido e o plano de Temer é fazer uma oferta pública de ações do banco até 2018.
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