23/03/2016
Empregados da Caixa fazem dia de luta contra reestruturação nesta quinta 24
Nada de reestruturação! O que os trabalhadores da Caixa querem é mais contratações e melhores condições de trabalho. Esse é o recado que será dado à direção do banco público em 24 de março, Dia Nacional de Luta, quando serão realizados atos por todo o Brasil.
A mobilização foi definida pela Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa) em reunião na terça-feira 15. A orientação é que sindicatos e federações realizem atividades, como retardamento da abertura de agências e paralisações para cobrar do banco a suspensão das medidas de reestruturação, além da retomada do diálogo com a representação dos trabalhadores.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região também vai aderir ao manifesto.
No dia 10 de março, mesma data em que foi anunciada a reestruturação, representantes dos bancários reuniram-se com a presidenta da Caixa, Miriam Belchior. Entretanto, a direção do banco não apresentou detalhes de como se dará o processo e nem mesmo aceitou ouvir a argumentação dos trabalhadores.
A mobilização foi definida pela Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa) em reunião na terça-feira 15. A orientação é que sindicatos e federações realizem atividades, como retardamento da abertura de agências e paralisações para cobrar do banco a suspensão das medidas de reestruturação, além da retomada do diálogo com a representação dos trabalhadores.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região também vai aderir ao manifesto.
No dia 10 de março, mesma data em que foi anunciada a reestruturação, representantes dos bancários reuniram-se com a presidenta da Caixa, Miriam Belchior. Entretanto, a direção do banco não apresentou detalhes de como se dará o processo e nem mesmo aceitou ouvir a argumentação dos trabalhadores.
Por outro lado, também no dia 10, o Conselho Diretor da Caixa enviou mensagem a todos os empregados informando o início da reestruturação, mas sem esclarecer o que seria feito a partir daquela data, número de agências e trabalhadores envolvidos, ou mesmo se haverá descomissionamentos. No texto, o banco público compromete-se apenas com o asseguramento estendido por 60 dias; incorporação de função segundo regras vigentes; e avaliação de perfil e reambientação do empregado.
De acordo com a Caixa, o modelo de reestruturação começou a ser elaborado no final de novembro de 2015. Apesar dos impactos na vida dos empregados, está sendo executado de forma unilateral, arbitrária e pouco transparente na matriz e nas filiais e, posteriormente, será ampliado para agências. O prazo de conclusão na matriz é 15 de abril.
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