17/03/2016
Ampliação dos fóruns regionais de condições de trabalho foi debatida em Brasília
O Fórum Paritário Nacional de Condições de Trabalho reuniu-se na quarta-feira, 16 de março, em Brasília (DF), para debater a ampliação dos fóruns regionais em todo o país. Atualmente, seis pilotos destas instâncias estão funcionando nas seguintes bases sindicais: Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo.
Conquista da campanha salarial de 2014, os fóruns regionais de condições de trabalho foram criados com o objetivo de debater e buscar medidas de combate e prevenção a problemas encontrados nas unidades, como não-cumprimento da jornada de trabalho, assédio moral, cobranças por metas abusivas e falta de estrutura.
A criação de novos fóruns regionais foi anunciada pela Caixa Econômica Federal, durante reunião da mesa de negociação permanente, realizada em 28 de janeiro deste ano, após avaliação positiva dos pilotos feita pelas representações dos trabalhadores e pela empresa.
“É necessário reforçar para os gestores a importância desses fóruns de diálogo e construção. Só assim poderemos resolver os problemas que afligem os trabalhadores e criar medidas preventivas para que não mais ocorram”, destaca Fabiana Uehara, diretora da Contraf-CUT e empregada da Caixa.
Fonte: Fenae
Conquista da campanha salarial de 2014, os fóruns regionais de condições de trabalho foram criados com o objetivo de debater e buscar medidas de combate e prevenção a problemas encontrados nas unidades, como não-cumprimento da jornada de trabalho, assédio moral, cobranças por metas abusivas e falta de estrutura.
A criação de novos fóruns regionais foi anunciada pela Caixa Econômica Federal, durante reunião da mesa de negociação permanente, realizada em 28 de janeiro deste ano, após avaliação positiva dos pilotos feita pelas representações dos trabalhadores e pela empresa.
“É necessário reforçar para os gestores a importância desses fóruns de diálogo e construção. Só assim poderemos resolver os problemas que afligem os trabalhadores e criar medidas preventivas para que não mais ocorram”, destaca Fabiana Uehara, diretora da Contraf-CUT e empregada da Caixa.
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