02/02/2016
Caixa abre prazo para adesão a novo PAA; Fenae reforça cobrança por contratações
Foi aberto pela Caixa Econômica Federal o Plano de Apoio à Aposentadoria (PAA) 2016. O período para manifestação de interesse começou nesta segunda-feira, 1º de fevereiro, e prosseguirá até 31 de março. O prazo para efetivação do desligamento vai de 15 de fevereiro a 29 de abril. O PAA, cuja participação é voluntária, contemplará empregados que já estão aposentados pelo INSS e continuam trabalhando, e ainda os que estarão aptos a se aposentar. As condições são as mesmas do plano realizado no início do ano passado.
Para o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, a abertura de um novo PAA pelo banco ocorre num momento bastante complicado. “Isso porque a direção da empresa já disse que não vai repor as vagas deixadas pelos colegas que se aposentaram em 2015 e nem pelos que vão sair agora. Aderir ao plano é um direito de todos que estão aptos. Mas o que teremos com essa postura da Caixa é o agravamento das condições de trabalho nas unidades, com trabalhadores ainda mais sobrecarregados e adoecendo”, afirma.
Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), critica a falta de transparência da direção do banco. “Na primeira negociação da mesa permanente deste ano, em 28 de janeiro, os representantes da empresa confirmaram a realização do PAA. No entanto, uma semana antes, em uma reunião com a comissão dos aprovados no último concurso público, disseram que não tinham essa informação. É urgente a retomada das contratações, e vamos continuar lutando por isso”, diz.
No PAA realizado em 2015, cerca de 3.200 empregados deixaram a Caixa. Já no Plano de Apoio à Aposentadoria deste ano, a expectativa do banco é desligar mais 1.500. Assim, o quadro de pessoal, que chegou a ter 101 mil trabalhadores, pode terminar 2016 com em torno de 95 mil. “Esse quantitativo é insuficiente frente à demanda nas agências, sobretudo no momento em que o governo anuncia que quer aumentar a oferta de credita por meio dos bancos públicos”, acrescenta Jair Pedro Ferreira.
Fonte: Fenae
Para o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, a abertura de um novo PAA pelo banco ocorre num momento bastante complicado. “Isso porque a direção da empresa já disse que não vai repor as vagas deixadas pelos colegas que se aposentaram em 2015 e nem pelos que vão sair agora. Aderir ao plano é um direito de todos que estão aptos. Mas o que teremos com essa postura da Caixa é o agravamento das condições de trabalho nas unidades, com trabalhadores ainda mais sobrecarregados e adoecendo”, afirma.
Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), critica a falta de transparência da direção do banco. “Na primeira negociação da mesa permanente deste ano, em 28 de janeiro, os representantes da empresa confirmaram a realização do PAA. No entanto, uma semana antes, em uma reunião com a comissão dos aprovados no último concurso público, disseram que não tinham essa informação. É urgente a retomada das contratações, e vamos continuar lutando por isso”, diz.
No PAA realizado em 2015, cerca de 3.200 empregados deixaram a Caixa. Já no Plano de Apoio à Aposentadoria deste ano, a expectativa do banco é desligar mais 1.500. Assim, o quadro de pessoal, que chegou a ter 101 mil trabalhadores, pode terminar 2016 com em torno de 95 mil. “Esse quantitativo é insuficiente frente à demanda nas agências, sobretudo no momento em que o governo anuncia que quer aumentar a oferta de credita por meio dos bancos públicos”, acrescenta Jair Pedro Ferreira.
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