25/06/2015
Dirigentes reivindicam melhoria na acessibilidade em todos os setores
Garantia de acessibilidade a todos os setores e manutenção dos equipamentos de ar-condicionado foram alguns dos assuntos tratados na terceira reunião do Fórum Regional de Condições de Trabalho na Caixa Federal.
O encontro ocorreu na terça 23 entre integrantes dos setores de logística (Gilog) e de infraestrutura (Gipes) do banco público e representantes dos trabalhadores das cidades de São Paulo, do ABC, Guarulhos, Santos, Vale do Ribeira, Guaratinguetá e São José dos Campos.
“O fórum é importante para dirimir problemas que podem ser solucionados localmente e, ao mesmo tempo, definir quais questões têm de integrar políticas de gestão da empresa”, afirma o dirigente sindical Renato Perez, do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Os sindicalistas reivindicaram providências para garantir acessibilidade de idosos e pessoas com deficiência que se deparam com barreiras para entrar em agências sem rampas e piso tátil. O representante da Gilog disse não haver dados sobre o tema e que questionará responsáveis pelo setor, em Brasília.
Os dirigentes sindicais propuseram a utilização dos dados do Termo de Verificação do Ambiente (TVA), no qual o tesoureiro faz levantamento periódico da situação da unidade.
“As agências têm de enviar esse relatório à Gilog, e nele consta se há rampa ou não, como está o funcionamento de dispositivo de segurança, ar-condicionado e outras informações. Mas reivindicamos a retirada dessa tarefa do tesoureiro e propusemos que o levantamento fique a cargo da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes”, explica a dirigente Jackeline Machado, que também participa do fórum. A Caixa ficou de analisar.
Conquista do aditivo
A criação de fóruns regionais e nacional para discutir e apresentar soluções às condições de trabalho na Caixa é conquista da Campanha Nacional Unificada 2014.
São integrados por representantes dos trabalhadores e de diversos setores do banco. A princípio foram criados seis módulos-piloto – São Paulo, Campinas, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza –, mas o objetivo é aumentar o número até abranger todo o país.
Fonte: Seeb SP
O encontro ocorreu na terça 23 entre integrantes dos setores de logística (Gilog) e de infraestrutura (Gipes) do banco público e representantes dos trabalhadores das cidades de São Paulo, do ABC, Guarulhos, Santos, Vale do Ribeira, Guaratinguetá e São José dos Campos.
“O fórum é importante para dirimir problemas que podem ser solucionados localmente e, ao mesmo tempo, definir quais questões têm de integrar políticas de gestão da empresa”, afirma o dirigente sindical Renato Perez, do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Os sindicalistas reivindicaram providências para garantir acessibilidade de idosos e pessoas com deficiência que se deparam com barreiras para entrar em agências sem rampas e piso tátil. O representante da Gilog disse não haver dados sobre o tema e que questionará responsáveis pelo setor, em Brasília.
Os dirigentes sindicais propuseram a utilização dos dados do Termo de Verificação do Ambiente (TVA), no qual o tesoureiro faz levantamento periódico da situação da unidade.
“As agências têm de enviar esse relatório à Gilog, e nele consta se há rampa ou não, como está o funcionamento de dispositivo de segurança, ar-condicionado e outras informações. Mas reivindicamos a retirada dessa tarefa do tesoureiro e propusemos que o levantamento fique a cargo da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes”, explica a dirigente Jackeline Machado, que também participa do fórum. A Caixa ficou de analisar.
Conquista do aditivo
A criação de fóruns regionais e nacional para discutir e apresentar soluções às condições de trabalho na Caixa é conquista da Campanha Nacional Unificada 2014.
São integrados por representantes dos trabalhadores e de diversos setores do banco. A princípio foram criados seis módulos-piloto – São Paulo, Campinas, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza –, mas o objetivo é aumentar o número até abranger todo o país.
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