22/01/2014
Fórum paritário: Caixa afirma que acertará ponto
A Caixa Federal vai atualizar a versão do Sipon, sistema de ponto da “estação única”, para impedir que o bancário continue trabalhando depois de sua jornada. A informação foi dada pelo banco na terça 21, em Brasília, em reunião de comissão formada por empregados e pela direção da instituição.
O problema foi detectado por trabalhadores, que reivindicaram solução durante as reuniões do fórum – cuja formação, feita para discutir as condições de trabalho dos bancários, é conquista da Campanha Nacional 2013. Essa foi a terceira reunião, desde sua constituição.
Depois de pressionada por representantes dos trabalhadores, a Caixa anunciou que atualizará o sistema utilizado pelos caixas, a partir do dia 23 de janeiro, em todo o Brasil.
Desde a segunda 20, a nova versão é testada em três agências no Distrito Federal.
De acordo com representantes da Caixa, o sistema vai travar após o ponto eletrônico ser batido. Além disso, a senha do bancário funcionará só em um computador, para não ter possibilidade de trabalhar sem registro.
Segundo o integrante da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) Dionísio Reis, “a notícia é boa para os trabalhadores, que estão conseguindo fazer do fórum paritário um espaço de discussão e luta”.
Condições de trabalho – Outro avanço para os empregados foi o compromisso do banco de transferir dos tesoureiros para os representantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) o preenchimento do Termo de Verificação de Ambiência (TVA) – que contém mais de 100 questões sobre a condição física da agência, como fachada, copa, banheiro e almoxarifado.
“Essa é uma reivindicação antiga dos tesoureiros, que já têm atribuições em excesso”, lembra o dirigente sindical.
O banco também sinalizou estudar que o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), hoje assinado por técnicos, seja assinado por cipeiros e pelo gestor. Projeto piloto já foi implantado em Curitiba, Goiânia e Belém.
“Agora vamos cobrar da Caixa a valorização e capacitação desses representantes”, destaca Dionísio.
Daqui para frente – Outras questões foram debatidas, como o pagamento de 100% de horas extras a funcionários de agências com até quinze funcionários. A Caixa informou que divulgou comunicado interno, em 15 de janeiro, explicando qual procedimento o gestor deve tomar no sistema para fazer o pagamento total.
“São muitas as discussões e os integrantes do grupo pensam na criação de fóruns regionais para analisar condições específicas”, comenta Dionísio.
O balanço do dirigente é positivo, mas ainda há muito a fazer. “O fórum já surtiu efeito, por exemplo, no acerto da jornada, mas está faltando a Caixa trazer números sobre o dimensionamento das agências para que a gente possa discutir como melhorar as condições de trabalho e o atendimento ao cliente,” reivindica.
A reunião seguinte da comissão ocorrerá no dia 13 de fevereiro.
O problema foi detectado por trabalhadores, que reivindicaram solução durante as reuniões do fórum – cuja formação, feita para discutir as condições de trabalho dos bancários, é conquista da Campanha Nacional 2013. Essa foi a terceira reunião, desde sua constituição.Depois de pressionada por representantes dos trabalhadores, a Caixa anunciou que atualizará o sistema utilizado pelos caixas, a partir do dia 23 de janeiro, em todo o Brasil.
Desde a segunda 20, a nova versão é testada em três agências no Distrito Federal.
De acordo com representantes da Caixa, o sistema vai travar após o ponto eletrônico ser batido. Além disso, a senha do bancário funcionará só em um computador, para não ter possibilidade de trabalhar sem registro.
Segundo o integrante da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) Dionísio Reis, “a notícia é boa para os trabalhadores, que estão conseguindo fazer do fórum paritário um espaço de discussão e luta”.
Condições de trabalho – Outro avanço para os empregados foi o compromisso do banco de transferir dos tesoureiros para os representantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) o preenchimento do Termo de Verificação de Ambiência (TVA) – que contém mais de 100 questões sobre a condição física da agência, como fachada, copa, banheiro e almoxarifado.
“Essa é uma reivindicação antiga dos tesoureiros, que já têm atribuições em excesso”, lembra o dirigente sindical.
O banco também sinalizou estudar que o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), hoje assinado por técnicos, seja assinado por cipeiros e pelo gestor. Projeto piloto já foi implantado em Curitiba, Goiânia e Belém.
“Agora vamos cobrar da Caixa a valorização e capacitação desses representantes”, destaca Dionísio.
Daqui para frente – Outras questões foram debatidas, como o pagamento de 100% de horas extras a funcionários de agências com até quinze funcionários. A Caixa informou que divulgou comunicado interno, em 15 de janeiro, explicando qual procedimento o gestor deve tomar no sistema para fazer o pagamento total.
“São muitas as discussões e os integrantes do grupo pensam na criação de fóruns regionais para analisar condições específicas”, comenta Dionísio.
O balanço do dirigente é positivo, mas ainda há muito a fazer. “O fórum já surtiu efeito, por exemplo, no acerto da jornada, mas está faltando a Caixa trazer números sobre o dimensionamento das agências para que a gente possa discutir como melhorar as condições de trabalho e o atendimento ao cliente,” reivindica.
A reunião seguinte da comissão ocorrerá no dia 13 de fevereiro.
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