27/11/2013
Mulheres refletem sobre opressão de gênero a partir de peça teatral
Crédito: Paulo Pepe - Contraf-CUT
Apresentação ocorreu no 3º Encontro Nacional de Mulheres Bancárias
O 3º Encontro Nacional de Mulheres Bancárias, que acontece desde segunda-feira (25) em Cajamar, interior de São Paulo, foi palco nesta terça-feira (26) da apresentação de um trecho da peça "Carne", da Kiwi Companhia de Teatro, sobre Patriarcado e Capitalismo.
A encenação foi feita por Fernanda Azevedo, Luiz Nunes, Fernando Kinas e Dani Embón. Com foco no aspecto artístico e político, a Companhia apresentou dados sobre a violência contra a mulher, desigualdade e preconceito, entre outras questões pertinentes ao debate.
É como narra a atriz em uma das passagens da peça: "Para os homens, o público e o político, seu santuário. Para as mulheres, o privado e seu coração, a casa."
O grupo teatral tem como característica a elaboração do pensamento crítico sobre o teatro e que seja carregado de interesse social. Por este motivo, a equipe pesquisa há cinco anos o tema relacionado à questão de gênero.
Entre maio de 2010 e setembro de 2011, a Companhia desenvolveu um conjunto de atividades sobre a questão de gênero, além de uma montagem teatral, apresentada cerca de 70 vezes em todas as regiões de São Paulo, e este registro é parte destas atividades.
Histórico
A Companhia completa 17 anos de teatro em 2013 com uma quinzena de montagens teatrais já produzidas. Um dos objetivos do grupo responde à necessidade de, simultaneamente, fazer e pensar o teatro, contribuindo para a construção de pensamento crítico à respeito da sociedade brasileira.
Fonte: Contraf-CUT
Participação do Sindicato
Para a diretora do Sindicato Roberta Cristiane Jorge Reis, que está participando do encontro, é de extrema importância o debate sobre a posição da mulher dentro das agências. “A discussão promove uma reflexão sobre toda a trajetória que a mulher seguiu até hoje para conquistar seu espaço na sociedade. Assim como o Sindicato dos Bancários valoriza a participação das trabalhadoras, os bancos devem nos valorizar. Atualmente temos melhor formação que os homens e continuamos ganhando menos e tendo menos oportunidades de crescimento nas agências. Quando falamos de uma mulher negra, infelizmente a discriminação é dupla" afirma.
Apresentação ocorreu no 3º Encontro Nacional de Mulheres BancáriasO 3º Encontro Nacional de Mulheres Bancárias, que acontece desde segunda-feira (25) em Cajamar, interior de São Paulo, foi palco nesta terça-feira (26) da apresentação de um trecho da peça "Carne", da Kiwi Companhia de Teatro, sobre Patriarcado e Capitalismo.
A encenação foi feita por Fernanda Azevedo, Luiz Nunes, Fernando Kinas e Dani Embón. Com foco no aspecto artístico e político, a Companhia apresentou dados sobre a violência contra a mulher, desigualdade e preconceito, entre outras questões pertinentes ao debate.
É como narra a atriz em uma das passagens da peça: "Para os homens, o público e o político, seu santuário. Para as mulheres, o privado e seu coração, a casa."
O grupo teatral tem como característica a elaboração do pensamento crítico sobre o teatro e que seja carregado de interesse social. Por este motivo, a equipe pesquisa há cinco anos o tema relacionado à questão de gênero.
Entre maio de 2010 e setembro de 2011, a Companhia desenvolveu um conjunto de atividades sobre a questão de gênero, além de uma montagem teatral, apresentada cerca de 70 vezes em todas as regiões de São Paulo, e este registro é parte destas atividades.
Histórico
A Companhia completa 17 anos de teatro em 2013 com uma quinzena de montagens teatrais já produzidas. Um dos objetivos do grupo responde à necessidade de, simultaneamente, fazer e pensar o teatro, contribuindo para a construção de pensamento crítico à respeito da sociedade brasileira.
Fonte: Contraf-CUT
Participação do Sindicato
Para a diretora do Sindicato Roberta Cristiane Jorge Reis, que está participando do encontro, é de extrema importância o debate sobre a posição da mulher dentro das agências. “A discussão promove uma reflexão sobre toda a trajetória que a mulher seguiu até hoje para conquistar seu espaço na sociedade. Assim como o Sindicato dos Bancários valoriza a participação das trabalhadoras, os bancos devem nos valorizar. Atualmente temos melhor formação que os homens e continuamos ganhando menos e tendo menos oportunidades de crescimento nas agências. Quando falamos de uma mulher negra, infelizmente a discriminação é dupla" afirma.
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