04/11/2013
CUT discute seguro-desemprego com ministro da Fazenda nesta segunda
A CUT e as demais centrais sindicais se reúnem nesta segunda-feira (4) com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para discutir as mudanças que o governo pretende fazer no seguro-desemprego.
A reunião será realizada, às 15h, no gabinete da presidência da República, na Avenida Paulista nº 2163 - edifício do Banco do Brasil -, em São Paulo.
Pela CUT participam o presidente Vagner Freitas e o secretário de Administração e Finanças, Quintino Severo, que é também o atual presidente do CODEFAT - Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador.
"O seguro-desemprego e o abono salarial foram criados para ajudar os trabalhadores desempregados e disso a CUT não abre mão. Qualquer modificação que o governo planeje fazer tem de negociar com a CUT e as demais centrais sindicais", afirmou o presidente da CUT.
Para o presidente do Codefat, o problema do FAT - Fundo de Amparo ao Trabalho, que banca as despesas do seguro-desemprego e do abono salarial, não é de despesas e sim de receitas.
"O governo não está cobrindo a receita do FAT que está sendo desviada pelas desonerações e pelas retenções da DRU. Se o Tesouro Nacional compensar as desonerações e as retenções, o orçamento do FAT estará resolvido", disse Quintino.
Segundo ele, de acordo comas estimativas feitas, o FAT vai deixar de arrecadar R$ 12,4 bilhões em 2014 por conta das desonerações e retenções da DRU.
Fonte: Marize Muniz - CUT
A reunião será realizada, às 15h, no gabinete da presidência da República, na Avenida Paulista nº 2163 - edifício do Banco do Brasil -, em São Paulo.
Pela CUT participam o presidente Vagner Freitas e o secretário de Administração e Finanças, Quintino Severo, que é também o atual presidente do CODEFAT - Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador.
"O seguro-desemprego e o abono salarial foram criados para ajudar os trabalhadores desempregados e disso a CUT não abre mão. Qualquer modificação que o governo planeje fazer tem de negociar com a CUT e as demais centrais sindicais", afirmou o presidente da CUT.
Para o presidente do Codefat, o problema do FAT - Fundo de Amparo ao Trabalho, que banca as despesas do seguro-desemprego e do abono salarial, não é de despesas e sim de receitas.
"O governo não está cobrindo a receita do FAT que está sendo desviada pelas desonerações e pelas retenções da DRU. Se o Tesouro Nacional compensar as desonerações e as retenções, o orçamento do FAT estará resolvido", disse Quintino.
Segundo ele, de acordo comas estimativas feitas, o FAT vai deixar de arrecadar R$ 12,4 bilhões em 2014 por conta das desonerações e retenções da DRU.
Fonte: Marize Muniz - CUT
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