29/10/2013
Contraf defende regulamentação do sistema financeiro na Grécia
A Contraf-CUT participou na última semana de duas atividades durante três dias em Atenas, capital da Grécia. A primeira com um grupo de representantes dos sindicatos de bancários filiados à UNI Sindicato Global, representando todos os continentes, e a segunda como convidada na conferência dos sindicatos de bancários europeus, também filiados à UNI.
"Discutimos a necessidade de regulamentar o sistema financeiro mundial, com controle social, participação dos trabalhadores e voltado para as pessoas e não para os especuladoras, bem como a necessidade da redução da remuneração vergonhosa dos bônus dos executivos e a importância de por limites ao tamanho dos bancos para acabar com o cartel financeiro e dar mais segurança a sociedade", destaca o presidente da Contraf-CUT e da UNI Américas Finanças, Carlos Cordeiro.
"Prestamos também nossa solidariedade aos trabalhadores europeus que estão sendo vítimas da crise, em especial os gregos, portugueses, espanhóis e Italianos", salienta. "Defendemos a unidade e a mobilização para enfrentarmos os bancos."
"Falamos dos nossos problemas e desafios no Brasil em relação ao emprego, metas/condições de trabalho e remuneração e também da nossa greve, fundamental para chegarmos ao décimo ano com aumento real de salários", ressalta Carlos Cordeiro.
Ao final, a Contraf-CUT assumiu o compromisso de coordenar um grupo mundial sobre organização sindical. "Estamos junto com os norte-americanos organizando o primeiro sindicato de bancários nos Estados Unidos", enfatiza o dirigente sindical.
"Também visitaremos a embaixada e os consulados da Itália no Brasil para denunciarmos a Federação de Bancos Italianos por desrespeitem o acordo coletivo de trabalho em vigor para retirada de direitos dos trabalhadores", acrescenta o sindicalista brasileiro.
No documento final da conferência europeia, constam entre outras questões importantes a redução da remuneração dos executivos para no máximo 20 vezes o piso e a valorização do salário fixo do bancário e não da remuneração variável, como aliás, já vem sendo defendido há algum tempo no Brasil.
"Continuamos firmes com ousadia, mobilização, unidade e solidariedade de classe para continuarmos lutando e avançando nas conquistas dos trabalhadores", conclui o dirigente da Contraf-CUT.
Além de Carlos Cordeiro, representaram o Brasil o secretário de Relações Internacionais da Contraf-CUT, Mário Raia, e a presidente e a diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira e Rita Berlofa, respectivamente.
Também estiveram presentes o chefe mundial da UNI Finanças, Márcio Monzane, e o diretor regional da UNI Américas Finanças, André Rodrigues.
Fonte: Contraf-CUT
"Discutimos a necessidade de regulamentar o sistema financeiro mundial, com controle social, participação dos trabalhadores e voltado para as pessoas e não para os especuladoras, bem como a necessidade da redução da remuneração vergonhosa dos bônus dos executivos e a importância de por limites ao tamanho dos bancos para acabar com o cartel financeiro e dar mais segurança a sociedade", destaca o presidente da Contraf-CUT e da UNI Américas Finanças, Carlos Cordeiro.
"Prestamos também nossa solidariedade aos trabalhadores europeus que estão sendo vítimas da crise, em especial os gregos, portugueses, espanhóis e Italianos", salienta. "Defendemos a unidade e a mobilização para enfrentarmos os bancos."
"Falamos dos nossos problemas e desafios no Brasil em relação ao emprego, metas/condições de trabalho e remuneração e também da nossa greve, fundamental para chegarmos ao décimo ano com aumento real de salários", ressalta Carlos Cordeiro.
Ao final, a Contraf-CUT assumiu o compromisso de coordenar um grupo mundial sobre organização sindical. "Estamos junto com os norte-americanos organizando o primeiro sindicato de bancários nos Estados Unidos", enfatiza o dirigente sindical.
"Também visitaremos a embaixada e os consulados da Itália no Brasil para denunciarmos a Federação de Bancos Italianos por desrespeitem o acordo coletivo de trabalho em vigor para retirada de direitos dos trabalhadores", acrescenta o sindicalista brasileiro.
No documento final da conferência europeia, constam entre outras questões importantes a redução da remuneração dos executivos para no máximo 20 vezes o piso e a valorização do salário fixo do bancário e não da remuneração variável, como aliás, já vem sendo defendido há algum tempo no Brasil.
"Continuamos firmes com ousadia, mobilização, unidade e solidariedade de classe para continuarmos lutando e avançando nas conquistas dos trabalhadores", conclui o dirigente da Contraf-CUT.
Além de Carlos Cordeiro, representaram o Brasil o secretário de Relações Internacionais da Contraf-CUT, Mário Raia, e a presidente e a diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira e Rita Berlofa, respectivamente.
Também estiveram presentes o chefe mundial da UNI Finanças, Márcio Monzane, e o diretor regional da UNI Américas Finanças, André Rodrigues.
Fonte: Contraf-CUT
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